25 de abril de 2007
2 de abril de 2007
Ainda - sobre a "Marcha do Galo" de Sameice
que nos visitou, no passado Entrudo, recebemos o seguinte comentário:
"É com muita satisfação que vos visito para agradecer a forma como fomos recebidos nesse belo local que a todos recomendo visitar. Muito obrigado pela publicação e pela menção que fazem à nossa Marcha do Galo no vosso site. A população de Sameice em geral e os membros da marcha em particular sentem-se muito honrados por terem desfilado para tal honrada plateia. Muito obrigado. Um abraço amigo. Daniel Almeida Barros"
"É com muita satisfação que vos visito para agradecer a forma como fomos recebidos nesse belo local que a todos recomendo visitar. Muito obrigado pela publicação e pela menção que fazem à nossa Marcha do Galo no vosso site. A população de Sameice em geral e os membros da marcha em particular sentem-se muito honrados por terem desfilado para tal honrada plateia. Muito obrigado. Um abraço amigo. Daniel Almeida Barros"
Registamos!
27 de março de 2007
26 de março de 2007
Alteração ao traçado de estradas - Junta de Freguesia
JUNTA DE FREGUESIA DE VILA FRANCA DA BEIRA
Exmº Senhor,
Presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital
Assunto:- as alterações a introduzir no traçado da EN – 231 – 2, nomeadamente: a “rotunda ainda dentro desta Freguesia, as “plataformas/passadeiras elevadas” nos dois cruzamentos principais da Estrada Nova ( EN 231 – 2) dentro da Povoação e a correcção da confluência da “Estrada Velha”.
Perante as notícias vindas a público segundo as quais a Câmara Municipal já aprovou e pôs a concurso o projecto de rectificação do traçado da EN 231 – 2 dentro desta Freguesia, vimos expor :
-- Em primeiro lugar, cabe-nos o direito e o dever de manifestar estranheza perante o comportamento da Câmara que não se dignou a consultar previamente esta Freguesia sobre o projecto das alterações em causa. Nem sequer se dignou a informar correctamente a Freguesia de que ia lançar o mesmo projecto a concurso público. Que se passa pois ?
-- Acresce que, ao longo dos últimos anos, incontornavelmente, muito se deve a esta Freguesia, à sua População e aos seus Autarcas, naquilo que toca à permanente reclamação das alterações em causa. Também por isso, e porque de facto a Câmara não ignora que temos propostas concretas sobre essas mesmas alterações, seria de esperar que fôssemos previamente ouvidos nesta matéria. Pelos vistos, não é essa a “sensibilidade” da Câmara Municipal e, em especial, do Senhor Presidente, que, aliás, ainda não quis marcar uma reunião de trabalho com a Junta de Freguesia de Vila Franca da Beira para dialogar sobre esta e outras matérias. Convenhamos que não são formas democráticas de relacionamento institucional entre as Autarquias e, por parte de um dos lados, ferem já os preceitos do respeito mútuo entre Autarcas democraticamente eleitos. Registe-se, portanto, o nosso desagrado.
-- Entretanto, voltamos a referir que é indispensável corrigir a confluência da “Estrada Velha” com a EN 231 – 2 de forma a evitar acidentes como aqueles que, aí, já vitimaram três pessoas e deixaram sequelas graves em outras duas.
Com os melhores cumprimentos.
Vila Franca da Beira, 21 de Março de 2007
Pel´ A Junta de Freguesia
O Presidente
( João Dinis )
Nota:- anexa-se posição da Assembleia de Freguesia, comunicada na devida altura.
22 de março de 2007
Dia Internacional da Mulher em Vila Franca
Realizou-se no passado dia 9 de Março, um jantar de Confraternização evocativo do Dia Internacional da Mulher.
Este evento, que teve lugar na sede da UDV, beneficiou de uma adesão muito significativa, sendo que as presenças orçaram a centena, e com a particularidade de só serem admitidas mulheres.
Da ementa há a salientar:
Como “entradas” - acepipes muito variados, no meio das quais reinava o camarão
Como pratos fortes – Leitão e Arroz à Valenciana
Como sobremesa - várias iguarias, todas de bom sabor
Como bebidas, entre a água e o café, houve quantidade e qualidade para satisfazer os gostos de tantas convivas
Terminada a refeição foi a festa por excelência
Conversas animadas
Fados
“Caraooke”
Leitura de poemas
Cantares e dançares ao som de músicas tradicionais.
No final da festa todas as mulheres receberam uma pequena lembrança.
Foi uma noite muito bem passada, para o ano há mais.
Cabe aqui um pouco de História:
O Dia Internacional da Mulher é celebrado anualmente a 8 de Março. É o dia que lembra os benefícios, económicos, políticos e sociais, alcançados pela Mulher, após muitos anos de reivindicações. No Ocidente, este Dia foi comemorado durante as décadas de 1910 e 1920 mas esmoreceu. Foi revitalizado pelo movimento de feministas em 1960. Em 1975, designado como o Ano Internacional da Mulher, a Organização das Nações Unidas instituiu a data de 8 de Março para celebrar anualmente o Dia Internacional da Mulher.
Datas e factos significativos da História das Mulheres em Portugal:
1910 – É admitido o divórcio, com igual acesso para ambos os cônjuges. O crime de adultério passa a ter o mesmo tratamento quando cometido por mulheres ou homens;
1911 – As mulheres adquirem o direito de trabalhar na função pública;
1931 – Reconhecimento do direito de voto às mulheres diplomadas;
1966 – Ratificação Convenção nº. 100 da OIT, relativa à igualdade de remuneração entre mão-de-obra feminina e masculina para trabalho de valor igual;
1979 – Entrada em vigor do DL 392/79, que visa garantir às mulheres a igualdade com os homens em oportunidades e tratamento no trabalho e no emprego. Primeira mulher nomeada para o cargo de Primeiro-Ministro: Engª. Maria de Lourdes Pintassilgo;
1995 – Revisão do Código Penal – agravamento das penas dos crimes de maus tratos do cônjuge, violação;
1999 – Criação do Ministério da Igualdade.
O tema das Nações Unidas para o Dia das Mulheres em 2007, é:
NÃO À IMPUNIDADE E FIM À VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES.
21 de março de 2007
XVI – Feira do Queijo – Serra da Estrela – Mel e Enchidos – Mostra/Prova do Vinho do Dão
No passado dia 10 de Março, realizou-se em Oliveira do Hospital a XVI FEIRA DO QUEIJO-SERRA DA ESTRELA – MEL E ENCHIDOS – MOSTRA/PROVA DO VINHO DO DÃO

Nesta já tradicional Feira à Moda antiga relevaram:
Tamboreiros de Vila da Feira
Confraria do Queijo da Serra
Confrarias de Espanha – das Astúrias
Confraria do Queijo da Serra
Confrarias de Espanha – das Astúrias
Vários espectáculos ao ar livre
Exposição de ovelhas portuguesas e espanholas
Operação de tosquia
Prova de queijo da Serra, enchidos da região e vinho do Dão
Exposição de ovelhas portuguesas e espanholas
Operação de tosquia
Prova de queijo da Serra, enchidos da região e vinho do Dão
O Entrudo e a tradição em Vila Franca da Beira
A calma confecção do almoço de domingo gordo foi, repentinamente, sacudida pelo ribombar de foguete, prenúncio de algo inusitado para aquela hora.
De facto, começara a ouvir-se música vinda do Largo de Santa Margarida, junto à antiga “Pharmácia”, surpreendendo quem chegava, mais ainda pela actuação de um grupo de jovens - e menos jovens - oriundos de Sameice que encenava o julgamento do galo, em “entrudada” de tradição antiga, com raízes, segundo se crê, nas brincadeiras de escárnio e maldizer medievais.
À música e canto do intróito seguiu-se o julgamento do animal que se empertigava no alto de poleiro agaiolado.

A brejeirice dos ditos e rimas que acompanhavam a acusação e a defesa do animal – cuja vida não se terá pautado pela virtude e bons costumes – arrancavam sonoras gargalhadas de quem assistia. Mascarados a rigor, autoridades, testemunhas, advogados e juiz, apoiados em grossos volumes de legislação, concluíram pela condenação à morte do galináceo. Nas deixas testamentarias, este, entre outras, deixou a crista aos soberbos e emproados, as unhas aos que delas precisassem para melhor arranhar e o bico para quem tivesse o seu demasiado pequeno. Tudo isto acompanhado com um certo ar de erotismo e prosápia de GALO.
No final, uma dança em ritmo pauliteiro encerrou a actuação do grupo a quem a assistência não regateou aplausos e contribuição monetária.
É bom constatar que continua havendo quem, que por gosto e carolice, não deixa morrer tradições como esta que se perdem na conta dos tempos.
A UDV mais uma vez organizou o baile de Carnaval, em 19 de Fevereiro, segunda feira, que foi abrilhantado pelo conjunto “BRINCOBAILE”.
Os Vilafranquenses participaram activamente e em grande número, aproveitando para um "pé de dança”, para um serão de convívio, e fundamentalmente para tomar parte no tradicional concurso de mascarados, classificados em duas categorias:

“ENTRUDEIROS” que respeitam a tradição antiga
“FANTASIAS” todos os outros tipos de máscaras
De acordo com as respectivas idades, foram agrupados em CRIANÇAS, JOVENS e ADULTOS.
Os premiados foram:
No grupo CRIANÇAS, uma menina, que vestia um traje de índia, além de outro menino.
No grupo JOVENS, um rapaz, de “entrudeiro” trapalhão que ostentava um candeeiro aceso na cabeça
No grupo ADULTOS, uma “entrudeira” peixeira – a ELISA – com um caixote de peixe à cabeça.
A festa continuou, e, o som da música do conjunto, levava os circunstantes a rodopiar divertidamente. (C.A.)
Para o ano há mais !
De facto, começara a ouvir-se música vinda do Largo de Santa Margarida, junto à antiga “Pharmácia”, surpreendendo quem chegava, mais ainda pela actuação de um grupo de jovens - e menos jovens - oriundos de Sameice que encenava o julgamento do galo, em “entrudada” de tradição antiga, com raízes, segundo se crê, nas brincadeiras de escárnio e maldizer medievais.
À música e canto do intróito seguiu-se o julgamento do animal que se empertigava no alto de poleiro agaiolado.
A brejeirice dos ditos e rimas que acompanhavam a acusação e a defesa do animal – cuja vida não se terá pautado pela virtude e bons costumes – arrancavam sonoras gargalhadas de quem assistia. Mascarados a rigor, autoridades, testemunhas, advogados e juiz, apoiados em grossos volumes de legislação, concluíram pela condenação à morte do galináceo. Nas deixas testamentarias, este, entre outras, deixou a crista aos soberbos e emproados, as unhas aos que delas precisassem para melhor arranhar e o bico para quem tivesse o seu demasiado pequeno. Tudo isto acompanhado com um certo ar de erotismo e prosápia de GALO.
No final, uma dança em ritmo pauliteiro encerrou a actuação do grupo a quem a assistência não regateou aplausos e contribuição monetária.
É bom constatar que continua havendo quem, que por gosto e carolice, não deixa morrer tradições como esta que se perdem na conta dos tempos.UDV
A UDV mais uma vez organizou o baile de Carnaval, em 19 de Fevereiro, segunda feira, que foi abrilhantado pelo conjunto “BRINCOBAILE”.
Os Vilafranquenses participaram activamente e em grande número, aproveitando para um "pé de dança”, para um serão de convívio, e fundamentalmente para tomar parte no tradicional concurso de mascarados, classificados em duas categorias:

“ENTRUDEIROS” que respeitam a tradição antiga
“FANTASIAS” todos os outros tipos de máscaras
De acordo com as respectivas idades, foram agrupados em CRIANÇAS, JOVENS e ADULTOS.Os premiados foram:
No grupo CRIANÇAS, uma menina, que vestia um traje de índia, além de outro menino.
No grupo JOVENS, um rapaz, de “entrudeiro” trapalhão que ostentava um candeeiro aceso na cabeça
No grupo ADULTOS, uma “entrudeira” peixeira – a ELISA – com um caixote de peixe à cabeça.
A festa continuou, e, o som da música do conjunto, levava os circunstantes a rodopiar divertidamente. (C.A.)Para o ano há mais !
17 de março de 2007
27 de fevereiro de 2007
UDV - Vamos Comemorar o DIA INTERNACIONAL DA MULHER
Dia 9 de Março de 2007, pelas 21.30h., na Sede da UDV,
-
VAMOS CELEBRAR ESTE DIA COM UM JANTAR CONVÍVIO
-
SE ÉS MULHER INSCREVE-TE E VEM PASSAR UMA NOITE DIVERTIDA
-
ONDE OS HOMENS NÃO ENTRAM...
-
PARTICIPA E TRAZ UMA AMIGA...
-
Valor de cada inscrição: 10 euros
-
22 de fevereiro de 2007
Calendários das Actividades da UDV - 2007
- Escola de Música - já em funcionamento
- 8 de Março - Comemoração do "Dia Internacional da Mulher" - jantar
- 25 de Março - Corrida de Moto Cultivadores
- 5 de Maio - Jantar / Convívio do Rancho "Rosas de Vila Franca da Beira"
- 3 de Junho - Corrida de Carros de Rolamentos
- 21 de Julho - Festival do Rancho "Rosas de Vila Franca da Beira"
- 27-28-29-30 de Julho - Festas Anuais de Verão
10 de janeiro de 2007
Cepo de Natal e Ano Novo - 2006 / 2007
Cepo de Natal e Ano Novo
Tradição que se preze, volta e é renovada.
Aí tivemos o Cepo de Natal e Ano Novo. Desta vez com cepos propriamente ditos. Começou logo a 23 de Dezembro, com um enorme cepo que proveio de degolado eucalipto. Chegou com terra agarrada às raízes, assim como se não quisesse deixar esta vida. Pesava mais de quatro mil quilos e foi precisa uma grande máquina, da fábrica de serração de madeiras, para o carregar até ao Largo da Capela. Posto no sítio, ficou em posição tal que mais parecia uma anta, daquelas tipo “arcaínha” ou, até, como terá sido uma outra anta que existiu até finais do século XIX onde agora é a Mata, por trás da Escola. Mais cepos vierem juntar-se-lhe, mais pequenos mas igualmente agarrados a terra que se foi amontoando, ao lado. Botou-se-lhes o fogo. Pressurosas se amontoaram também uma ramadas secas que rapidamente transformaram fogo em crepitante fogueira.
Fez-se o Cepo de Natal e Ano Novo e as Pessoas vieram a venerá-lo, à sua volta.
Estiveram muito frias algumas noites das mais chegadas ao Dia de Natal. Volta e meia, meia volta, e volta a meio-rodar, para se aquecer o corpo todo, embora por partes... Por alturas da passagem de ano não houve frio como ele se esperava. Aliás, até houve temperaturas exageradamente altas para a época.
Em várias dessas noites, a tradição consumou-se em torno do “sacrifício” de quilos e quilos de chouriças, ou “choiriças” como ainda se diz por cá. Assadas ou grelhadas nas brasas “roubadas” ao Cepo. Duas dessas chouriças – confeccionadas especialmente para a ocasião – mediam mais de um metro, cada uma! E, claro, correu pela goela abaixo o bom tinto que se providenciou. Chegaram a estar, noite adentro, ao mesmo tempo, mais de trinta pessoas em diferentes grupos, mas todas convergindo no mesmo tipo de pitéu, embora com frequência “entremeado” com umas “febras” de porco. E talvez porque o tinto fosse “marrão” ( ou inspirador) uma dessas vezes até houve um afinado coro de vozes masculinas que entoou canções populares até às quatro da madrugada – e não foi só entoada a conhecida cantiga do “passarinho cantou”…
Esvaneceu-se o Cepo, pelos Reis. Fica a recordação na nossa memória colectiva. Criámos mais um espaço para o convívio comunitário, afinal para partilhar frios e aconchegos. E a satisfação de estarmos vivos, juntos e solidários, pelo menos por mais um ano!
Jano
Tradição que se preze, volta e é renovada.
Aí tivemos o Cepo de Natal e Ano Novo. Desta vez com cepos propriamente ditos. Começou logo a 23 de Dezembro, com um enorme cepo que proveio de degolado eucalipto. Chegou com terra agarrada às raízes, assim como se não quisesse deixar esta vida. Pesava mais de quatro mil quilos e foi precisa uma grande máquina, da fábrica de serração de madeiras, para o carregar até ao Largo da Capela. Posto no sítio, ficou em posição tal que mais parecia uma anta, daquelas tipo “arcaínha” ou, até, como terá sido uma outra anta que existiu até finais do século XIX onde agora é a Mata, por trás da Escola. Mais cepos vierem juntar-se-lhe, mais pequenos mas igualmente agarrados a terra que se foi amontoando, ao lado. Botou-se-lhes o fogo. Pressurosas se amontoaram também uma ramadas secas que rapidamente transformaram fogo em crepitante fogueira.
Fez-se o Cepo de Natal e Ano Novo e as Pessoas vieram a venerá-lo, à sua volta.
Estiveram muito frias algumas noites das mais chegadas ao Dia de Natal. Volta e meia, meia volta, e volta a meio-rodar, para se aquecer o corpo todo, embora por partes... Por alturas da passagem de ano não houve frio como ele se esperava. Aliás, até houve temperaturas exageradamente altas para a época.
Em várias dessas noites, a tradição consumou-se em torno do “sacrifício” de quilos e quilos de chouriças, ou “choiriças” como ainda se diz por cá. Assadas ou grelhadas nas brasas “roubadas” ao Cepo. Duas dessas chouriças – confeccionadas especialmente para a ocasião – mediam mais de um metro, cada uma! E, claro, correu pela goela abaixo o bom tinto que se providenciou. Chegaram a estar, noite adentro, ao mesmo tempo, mais de trinta pessoas em diferentes grupos, mas todas convergindo no mesmo tipo de pitéu, embora com frequência “entremeado” com umas “febras” de porco. E talvez porque o tinto fosse “marrão” ( ou inspirador) uma dessas vezes até houve um afinado coro de vozes masculinas que entoou canções populares até às quatro da madrugada – e não foi só entoada a conhecida cantiga do “passarinho cantou”…
Esvaneceu-se o Cepo, pelos Reis. Fica a recordação na nossa memória colectiva. Criámos mais um espaço para o convívio comunitário, afinal para partilhar frios e aconchegos. E a satisfação de estarmos vivos, juntos e solidários, pelo menos por mais um ano!
Jano
9 de janeiro de 2007
Noite de Fim de Ano na União Desportiva e Tuna Vilafranquense - 2006/2007
A União Desportiva e Tuna Vilafranquense realizou uma grandiosa Noite de fim de Ano.
Pelas vinte horas começaram a chegar os primeiros foliões da noite. O jantar (arroz de feijão, batata frita, lombo assado e salada que estava simplesmente divinal) foi servido num ambiente familiar e acolhedor.
A alegria estava estampada no rosto de cerca de cento e cinquenta pessoas.
Depois do repasto os mais atrevidos aventuraram-se no karaok. Um dos grandes momentos da noite, foi quando o senhor Alexandre Marques cantou e encantou todos os presentes, com um fado. Quem não teve coragem para mostrar os seus dotes vocais, divertiu-se a dançar.
Foi muito animada a passagem para o Ano novo, com fogo de artifício, chuva de serpentinas papelinhos, e claro muito champanhe, como manda a tradição, entre abraços, beijos e votos de um bom Ano.
A festa continuou pela noite fora, onde os mais novos tiveram direito a um espaço especial, com música apropriada para a sua idade. A confraternização entre as várias faixas etárias e diferentes classes sociais foi o mais bonito de se ver! Mais parecia a reunião de uma grande FAMÍLIA!
Ao Miguel Figueiredo, ao Marques Narciso e à sua simpática esposa, a assim como toda a Família (Músico), e às senhoras que confeccionaram o saboroso jantar; Mila Marques e Nícia Ferrão, e a todos que participaram e ajudaram, o nosso obrigado, pela organização, pelo seu empenho e trabalho para que tudo corresse bem.
O nosso agradecimento por nos terem proporcionado esta GRANDE NOITE!
DE OLGA RODRIGUES
Pelas vinte horas começaram a chegar os primeiros foliões da noite. O jantar (arroz de feijão, batata frita, lombo assado e salada que estava simplesmente divinal) foi servido num ambiente familiar e acolhedor.
A alegria estava estampada no rosto de cerca de cento e cinquenta pessoas.
Depois do repasto os mais atrevidos aventuraram-se no karaok. Um dos grandes momentos da noite, foi quando o senhor Alexandre Marques cantou e encantou todos os presentes, com um fado. Quem não teve coragem para mostrar os seus dotes vocais, divertiu-se a dançar.
Foi muito animada a passagem para o Ano novo, com fogo de artifício, chuva de serpentinas papelinhos, e claro muito champanhe, como manda a tradição, entre abraços, beijos e votos de um bom Ano.
A festa continuou pela noite fora, onde os mais novos tiveram direito a um espaço especial, com música apropriada para a sua idade. A confraternização entre as várias faixas etárias e diferentes classes sociais foi o mais bonito de se ver! Mais parecia a reunião de uma grande FAMÍLIA!
Ao Miguel Figueiredo, ao Marques Narciso e à sua simpática esposa, a assim como toda a Família (Músico), e às senhoras que confeccionaram o saboroso jantar; Mila Marques e Nícia Ferrão, e a todos que participaram e ajudaram, o nosso obrigado, pela organização, pelo seu empenho e trabalho para que tudo corresse bem.
O nosso agradecimento por nos terem proporcionado esta GRANDE NOITE!
DE OLGA RODRIGUES
29 de novembro de 2006
23 de outubro de 2006
Vilafranquenses na 2º Descida de Carros de Rolamentos da Lageosa
Ainda no rescaldo da nossa 1ª Rampa Internacional das Cangostas em Carrinhos de Rolamentos, um grupo de jovens vilafranquenses dos 5 aos 50 e tal anos, deslocou-se à Lageosa, onde participou neste evento. Não sendo importante os resultados, destaca-se no entanto os prémios obtidos pela Ana Maria Lucas, 2º lugar nos femininos e 2º Carro mais original, e Miguel Figueiredo, 2º lugar nos seniores.
Aqui vai a listagem completa dos roladores :
GONÇALO PEREIRA "músico" 5 anos
DANIEL PEREIRA "músico" 11
MIGUEL FIGUEIREDO 22
ANABELA FIGUEIRA 24
ANDRÉ LAMEIRAS 16
GABRIEL LAMEIRAS 10
ANA MARIA LUCAS "roçadoira" 38
MANUELA LUCAS "roçadoira" 37
JOÃO PAULO BRÁZ "botelho" 13
JOÃO RODRIGUES "ernesto" 11
JONHATAN MARGOLIS 6
RAFAEL MARQUES "ovos" 13
BRUNO LOURENÇO "bispo" 13
PAULO RODRIGUES "ernesto" 41
AMADEU MONTEIRO "jordão" 39
AMADEU FERNANDES "guerra" 56
e algumas fotos dos nossos atletas ....
- Bruno Lourenço "bispo

Noite de Magia

No dia 21 de Outubro, sábado à noite, houve magia no bar da U.D.V.. Efectivamente através do Ilusionista Kosta foi proporcionado a quem compareceu, uma noite diferente.

Com vários truques de magia e alguns momentos de humor, a noite foi decorrendo com bastante alegria e entusiasmo, sobretudo por parte dos vilafranquenses mais novos.



Lançamento de Romance ( fotos)
Decorreu com elevada emoção por parte da autora, o lançamento do romance " A Aldeia dos Ventos - Lágrimas que a alma chora ". Com elevada presença dos vilafranquenses, que assim homenagearam a quase ousadia desta senhora que volta e meia dá uma pedrada no charco em que por vezes se torna a monotia vilafranquense.
Para a D.Ermelinda, força e aquele tradicional e típicamente beirão Bem Haja.
16 de outubro de 2006
Plano Plurianual de Actividades - Orçamento da Receita e da Despesa para 2007” da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital"
Tendo em conta que se prepara o “Plano Plurianual de Actividades - Orçamento da Receita e da Despesa para 2007” da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital, a Junta de Freguesia de Vila Franca da Beira acaba de entregar a todo o Executivo Municipal a seguinte proposta:
Assunto: - propostas para o próximo “Plano de Actividades e Orçamento” da Câmara, ano 2007, tendo apenas em conta aquelas obras e dotações a serem especificamente referenciadas para esta Freguesia.
1 – Destacamos aquelas obras “repetidas” que já deveriam estar feitas e a ser usufruídas, há anos, pela População : - Parque Merendeiro (na Mata atrás da Escola); rectificação e pavimentação da Estrada Velha.
Aliás, o que mais gostaríamos, mesmo, é que estas duas obras já não tivessem que constar do próximo “Plano de Actividades” da Câmara por terem sido feitas entretanto, mas...
2 – Recuperação – calcetamento – da rua Dr. António Marques Antunes (e início da Estrada Velha) – da rua Manuel Augusto da Silva – da rua Dr. Francisco Antunes – que são ruas junto ao Jardim / Largo do Rossio.
É obra para 2 500 metros quadrados de calçada.
2.1 – Fazemos um especial apelo para a recuperação – calcetamento - da Rua Dr. António Marques Antunes por ser aquela que passa junto à “Capelinha Mortuária” e porque, de facto, está em muito mau estado.
3 – Construção de novo edifício – anexo aos edifícios das Escolas situadas nesta Freguesia – com salão/refeitório e salão polivalente.
Apenas como indicação, será obra para 50 mil Euros.
4 – Construção de sanitários no Cemitério.
EN – 231 - 2 (Estrada Nova)
Subsiste o problema da (falta de) rectificação da EN – 231 – 2 (Estrada Nova) e o arranjo das respectivas valetas (pôr-lhes tampas por cima) dentro da Povoação, uma das melhorias a fazer considerando a segurança dos peões.
Setembro de 2006
O Presidente da Junta de Freguesia de Vila Franca da Beira
João Dinis
Telem. 91 998 52 52
Assunto: - propostas para o próximo “Plano de Actividades e Orçamento” da Câmara, ano 2007, tendo apenas em conta aquelas obras e dotações a serem especificamente referenciadas para esta Freguesia.
1 – Destacamos aquelas obras “repetidas” que já deveriam estar feitas e a ser usufruídas, há anos, pela População : - Parque Merendeiro (na Mata atrás da Escola); rectificação e pavimentação da Estrada Velha.
Aliás, o que mais gostaríamos, mesmo, é que estas duas obras já não tivessem que constar do próximo “Plano de Actividades” da Câmara por terem sido feitas entretanto, mas...
2 – Recuperação – calcetamento – da rua Dr. António Marques Antunes (e início da Estrada Velha) – da rua Manuel Augusto da Silva – da rua Dr. Francisco Antunes – que são ruas junto ao Jardim / Largo do Rossio.
É obra para 2 500 metros quadrados de calçada.
2.1 – Fazemos um especial apelo para a recuperação – calcetamento - da Rua Dr. António Marques Antunes por ser aquela que passa junto à “Capelinha Mortuária” e porque, de facto, está em muito mau estado.
3 – Construção de novo edifício – anexo aos edifícios das Escolas situadas nesta Freguesia – com salão/refeitório e salão polivalente.
Apenas como indicação, será obra para 50 mil Euros.
4 – Construção de sanitários no Cemitério.
EN – 231 - 2 (Estrada Nova)
Subsiste o problema da (falta de) rectificação da EN – 231 – 2 (Estrada Nova) e o arranjo das respectivas valetas (pôr-lhes tampas por cima) dentro da Povoação, uma das melhorias a fazer considerando a segurança dos peões.
Setembro de 2006
O Presidente da Junta de Freguesia de Vila Franca da Beira
João Dinis
Telem. 91 998 52 52
2 de outubro de 2006
Treinos para a Rampa das Cangostas em Carrinhos de Rolamentos
Como o tempo estava de feição, um grupo de jovens vilafranquenses acompanhado pelos familiares, efectuou treinos para este evento que se aproxima.



Foi geral, até entre a assistência, a adrenalina das descidas e já com alguns despistes, peões e sustos. A coisa promete para o próximo domingo
Tarde Cultural
Aproveitando o feriado nacional, a U.D.V. promove no próximo a partir das 14h00 do dia 05 de Outubro, uma tarde cultural com a presença dos " Avós da Cordinha ", grupo dos idosos que frequentam o Centro de Dia do Centro Social e Paroquial de Ervedal da Beira, com o Grupo de Cantares do Rancho Rosas de Vila Franca da Beira e com o Rancho Folclórico " Estrelas da Manhã " de Andorinha - Travanca de Lagos.

Após as actuações, será servido um lanche à base de produtos regionais,tais como queijo da Serra, requeijão, broas, arroz doce á moda de Vila Franca, jeropiga, bolos e doces caseiros, etc. .
Enfim, mais uma oportunidade de convívio entre as gentes vilafranquenses.
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