
20 de janeiro de 2008
20 de dezembro de 2007
14 de novembro de 2007
“ ENTERRO DO S. MARTINHO ” – em VILA FRANCA DA BEIRA
11 NOVEMBRO – 2007
A “função” preparou-se desde há vários dias antes da data tradicional, o dia 11 de Novembro, para todos os efeitos o “Dia de S. Martinho” – incluindo para o respectivo “Enterro”, em Vila Franca da Beira...
Enfim, embora de forma muito expedita, já antes se tinha preparado:- o “cadáver” do S. Martinho – um boneco de palha mas com fato e gravata; a padiola para transportar o boneco; a “Irmandade do S. Martinho”; os archotes (dos de jardim); a aparelhagem sonora; a vestimenta do “padre”, no caso o Carlos Lameiras, de alcunha o “Sacristão”; alguns “adereços”; fogo de artifício; um grande cartaz de divulgação da “cerimónia”.
De qualquer forma, trabalho preparatório de que mais se encarregaram o Amadeu Monteiro,“Jordão” e o Jorge Perereira, “Músico” (entre outros).
Então, cerca das 21 horas, o estralejar de alguns foguetes avisou o Povo que se avizinhava a saída do “Enterro do S. Martinho”, como de habitual desde o Largo do Rossio.
Apaga-se por completo a iluminação pública, de propósito. Para assim condensar melhor o ambiente e aproximá-lo de outros tempos, nesta noite estrelada e quase fria, de 11 de Novembro, 2007, em Vila Franca da Beira.
De um pátio próximo, avança a “Irmandade de S. Martinho” em formação de duas alas, pelo limite da rua, segurando na mão os archotes já acesos. Cobrem-se, os “Irmãos” e as “Irmãs”, com um pano branco, buraco a meio para enfiar pela cabeça, imitando o estilo das “opas” das irmandades normais. À frente e a meio das duas alas da “Irmandade”, vai um “Irmão” segurando, ao alto, um “rodo” daqueles que serviam e ainda servem para tirar as brasas de dentro dos mais tradicionais fornos ( a lenha ) de cozer pão. No escuro da noite, sobressai bastante esta “Irmandade do S. Martinho”. É uma das inovações dentro desta tradição...
Logo atrás, vem a padiola, com o boneco de palha deitado, tamanho natural, simbolizando o cadáver do “S. Martinho”. No meio das pernas do boneco, vê-se, “claramente vista”, uma alta e empinada protuberância coberta por um ténue pano... O “padre” – no caso o Carlos “Sacristão” – trajado a preceito, de imediato engrola as suas “deixas” e “contra-deixas”. É vasto o seu reportório, desde o latinório - que memorizou quando era efectivamente o sacristão da Terra – à brejeirice e passando, bastas vezes aliás, pelo vernáculo puro e duro. Provoca risos e admiração este desempenho em catadupa e por vezes adornado com “muafas” de corpo ou esgares de rosto do Carlos “Sacristão”. Vem ajudado pelo Vitor “Bufo” e pelo Ernesto que nunca falham. Com alguma pena, verifica-se a ausência do António “Zangarilho” cuja avançada idade já o impede de folias.
Imediatamente a seguir, concentra-se o grupo das “Viúvas do S. Martinho”. De negro vestidas, ainda mais negras ficam a parecer no breu da noite. A espaços berram e “guincham”, a compasso. Exprimem assim a “dolorosa” perda do seu (delas) vigoroso e sobre-dotado amante, o “S. Martinho”, ali amortalhado e em cortejo supostamente fúnebre. Então, dá-se bem conta, os berros e guinchos das “Viúvas” agudizam-se e prolongam-se mais, de todas as vezes que escorrega o tal pano e escancara a protuberância colocada entre as pernas do boneco. Trata-se da genitália, erecta e firme, do suposto S. Martinho, afinal um enorme “falo”, daqueles bem conhecidos, em louça “das Caldas”...
Assinale-se que esta “inovação” introduzida (salvo seja...) nos últimos anos, também não fazia parte dos adereços tradicionais. Mas está a impor-se e parece que sem escandalizar especialmente... Aliás, motivou até uma cena exuberante, digamos assim, quando uma mulher desinibida e que assistia ao “Enterro”, resolveu fazer um “número” arrojado ao debruçar-se e ao tocar no “das Caldas” com evidentes “sugestões” eróticas... Poderemos então admitir (com pretensões antropológicas) que se trata de uma evolução para uma espécie de ritual da fertilidade (não, não vamos pretender o erotismo, o que seria mais complicado...).
E do Rossio se foi pelo Largo da Capela, pelo Cimo do Povo, pelo Largo do Cruzeiro, e daqui se desceu até ao Largo do Rossio, a fechar o “ó”.
Aí, no final, o muito Povo rodeia o poste onde é pendurado o boneco de palha, ao alto. O Carlos “Sacristão” esbraceja num derradeiro esforço, e “encomenda” de vez o “ S. Martinho”...
Bota-se fogo ao boneco. Tremem de início mas engrossam e logo resfolegam as chamas, boneco acima e adentro. Entretanto, já “alguém” pôs a salvo a vistosa genitália do “S. Martinho”. Fica para a próxima...
O Povo mantém-se todo “condensado” à volta, olhos postos nas chamas. A garotada arregala-se e arreganha-se ainda mais que o habitual.
Desabam do poste os restos do boneco. Acabam as chamas terminais já no chão, na calçada do Largo do Rossio. Eis quando sobem e estralejam foguetes e silva frenética uma bateria pirotécnica daquelas de alumiar, “de lágrimas”, enquanto acelera para o alto e explode, lá em cima.
Lá muito, muito mais acima, o céu estrelado cintila. Não há nuvens, não há lua. As sombras das coisas, e as silhuetas das Gentes, mantêm-se à nossa frente e por todos os lados. Penetram em nós também e provocam sensações indefiníveis. Até se acender a Iluminação Pública e assim se marcar melhor o fim daquela “função” e o regresso à vida quotidiana dos mortais. O Povo está serenado. Amaciaram-se os deuses, os bons e os maus...
E dali, às 22 horas e 30, vamos até à Sede da União, da UDV, onde vai ser servido o “Magusto”. Claro que com Castanhas assadas. E com Jeropiga (ou “jorpiga”) da caseira, macia – a “flanela” - como em alegoria lhe chamava o “Velhão”, este, porventura o conterrâneo mais “castiço” de que há memória em Vila Franca da Beira. E mais vinho “dão”, caseiros, a acompanhar.
Viva o solstício! Viva a comunhão entre as Gentes, as Tradições e a Natureza!
E até 11 de Novembro de 2008...
A “função” preparou-se desde há vários dias antes da data tradicional, o dia 11 de Novembro, para todos os efeitos o “Dia de S. Martinho” – incluindo para o respectivo “Enterro”, em Vila Franca da Beira...
Enfim, embora de forma muito expedita, já antes se tinha preparado:- o “cadáver” do S. Martinho – um boneco de palha mas com fato e gravata; a padiola para transportar o boneco; a “Irmandade do S. Martinho”; os archotes (dos de jardim); a aparelhagem sonora; a vestimenta do “padre”, no caso o Carlos Lameiras, de alcunha o “Sacristão”; alguns “adereços”; fogo de artifício; um grande cartaz de divulgação da “cerimónia”.
De qualquer forma, trabalho preparatório de que mais se encarregaram o Amadeu Monteiro,“Jordão” e o Jorge Perereira, “Músico” (entre outros).
Então, cerca das 21 horas, o estralejar de alguns foguetes avisou o Povo que se avizinhava a saída do “Enterro do S. Martinho”, como de habitual desde o Largo do Rossio.
Apaga-se por completo a iluminação pública, de propósito. Para assim condensar melhor o ambiente e aproximá-lo de outros tempos, nesta noite estrelada e quase fria, de 11 de Novembro, 2007, em Vila Franca da Beira.
De um pátio próximo, avança a “Irmandade de S. Martinho” em formação de duas alas, pelo limite da rua, segurando na mão os archotes já acesos. Cobrem-se, os “Irmãos” e as “Irmãs”, com um pano branco, buraco a meio para enfiar pela cabeça, imitando o estilo das “opas” das irmandades normais. À frente e a meio das duas alas da “Irmandade”, vai um “Irmão” segurando, ao alto, um “rodo” daqueles que serviam e ainda servem para tirar as brasas de dentro dos mais tradicionais fornos ( a lenha ) de cozer pão. No escuro da noite, sobressai bastante esta “Irmandade do S. Martinho”. É uma das inovações dentro desta tradição...
Logo atrás, vem a padiola, com o boneco de palha deitado, tamanho natural, simbolizando o cadáver do “S. Martinho”. No meio das pernas do boneco, vê-se, “claramente vista”, uma alta e empinada protuberância coberta por um ténue pano... O “padre” – no caso o Carlos “Sacristão” – trajado a preceito, de imediato engrola as suas “deixas” e “contra-deixas”. É vasto o seu reportório, desde o latinório - que memorizou quando era efectivamente o sacristão da Terra – à brejeirice e passando, bastas vezes aliás, pelo vernáculo puro e duro. Provoca risos e admiração este desempenho em catadupa e por vezes adornado com “muafas” de corpo ou esgares de rosto do Carlos “Sacristão”. Vem ajudado pelo Vitor “Bufo” e pelo Ernesto que nunca falham. Com alguma pena, verifica-se a ausência do António “Zangarilho” cuja avançada idade já o impede de folias.
Imediatamente a seguir, concentra-se o grupo das “Viúvas do S. Martinho”. De negro vestidas, ainda mais negras ficam a parecer no breu da noite. A espaços berram e “guincham”, a compasso. Exprimem assim a “dolorosa” perda do seu (delas) vigoroso e sobre-dotado amante, o “S. Martinho”, ali amortalhado e em cortejo supostamente fúnebre. Então, dá-se bem conta, os berros e guinchos das “Viúvas” agudizam-se e prolongam-se mais, de todas as vezes que escorrega o tal pano e escancara a protuberância colocada entre as pernas do boneco. Trata-se da genitália, erecta e firme, do suposto S. Martinho, afinal um enorme “falo”, daqueles bem conhecidos, em louça “das Caldas”...
Assinale-se que esta “inovação” introduzida (salvo seja...) nos últimos anos, também não fazia parte dos adereços tradicionais. Mas está a impor-se e parece que sem escandalizar especialmente... Aliás, motivou até uma cena exuberante, digamos assim, quando uma mulher desinibida e que assistia ao “Enterro”, resolveu fazer um “número” arrojado ao debruçar-se e ao tocar no “das Caldas” com evidentes “sugestões” eróticas... Poderemos então admitir (com pretensões antropológicas) que se trata de uma evolução para uma espécie de ritual da fertilidade (não, não vamos pretender o erotismo, o que seria mais complicado...).
E do Rossio se foi pelo Largo da Capela, pelo Cimo do Povo, pelo Largo do Cruzeiro, e daqui se desceu até ao Largo do Rossio, a fechar o “ó”.
Aí, no final, o muito Povo rodeia o poste onde é pendurado o boneco de palha, ao alto. O Carlos “Sacristão” esbraceja num derradeiro esforço, e “encomenda” de vez o “ S. Martinho”...
Bota-se fogo ao boneco. Tremem de início mas engrossam e logo resfolegam as chamas, boneco acima e adentro. Entretanto, já “alguém” pôs a salvo a vistosa genitália do “S. Martinho”. Fica para a próxima...
O Povo mantém-se todo “condensado” à volta, olhos postos nas chamas. A garotada arregala-se e arreganha-se ainda mais que o habitual.
Desabam do poste os restos do boneco. Acabam as chamas terminais já no chão, na calçada do Largo do Rossio. Eis quando sobem e estralejam foguetes e silva frenética uma bateria pirotécnica daquelas de alumiar, “de lágrimas”, enquanto acelera para o alto e explode, lá em cima.
Lá muito, muito mais acima, o céu estrelado cintila. Não há nuvens, não há lua. As sombras das coisas, e as silhuetas das Gentes, mantêm-se à nossa frente e por todos os lados. Penetram em nós também e provocam sensações indefiníveis. Até se acender a Iluminação Pública e assim se marcar melhor o fim daquela “função” e o regresso à vida quotidiana dos mortais. O Povo está serenado. Amaciaram-se os deuses, os bons e os maus...
E dali, às 22 horas e 30, vamos até à Sede da União, da UDV, onde vai ser servido o “Magusto”. Claro que com Castanhas assadas. E com Jeropiga (ou “jorpiga”) da caseira, macia – a “flanela” - como em alegoria lhe chamava o “Velhão”, este, porventura o conterrâneo mais “castiço” de que há memória em Vila Franca da Beira. E mais vinho “dão”, caseiros, a acompanhar.
Viva o solstício! Viva a comunhão entre as Gentes, as Tradições e a Natureza!
E até 11 de Novembro de 2008...
João Dinis, Jano
13 de novembro de 2007
JUNTA DE FREGUESIA DE VILA FRANCA DA BEIRA

BOLETIM DE INFORMAÇÃO - Novembro - 2007
PARQUE MERENDEIRO NA MATA ATRÁS DA ESCOLA
Depois de vários anos de espera, está finalmente a ser concluído o Parque Merendeiro, na Mata atrás da Escola.
É uma obra da Câmara e custa 52 mil Euros.
De uma forma ou de outra, colaboraram a Junta de Freguesia, a “Comissão de Melhoramentos” e Eng.ª Alzira Frade.
Depois de concluída a obra, espera-se que este agradável e equipado espaço, na Mata, possa servir bem a População e, especialmente até, as crianças da Escola.
ESTRADA NOVA VAI SER ARRANJADA PARA O ANO
E também já não será sem tempo…
Mas considerando que está para ser adjudicada, pela Câmara, a obra de recuperação de toda a estrada desde Oliveira até Felgueira Velha, é pois natural que a “nossa” Estrada Nova também seja melhorada durante o próximo ano de 2008.
É uma obra da responsabilidade da Câmara Municipal e com um custo total previsto superior a 2 milhões de Euros.
Prevê-se a instalação de uma Rotunda mais ou menos na zona onde agora vem dar a estrada que vem de dentro do Ervedal. E nos dois cruzamentos principais dentro de Vila Franca, vão ser instaladas umas passadeiras elevadas. Ao mesmo tempo deverá ser pavimentada a Estrada Velha, com tapete betuminoso.
A nossa Freguesia também tem proposto à Câmara que sejam cobertas as duas valetas da Estrada Nova, dentro da Povoação e no espaço entre os dois Semáforos.
É NECESSÁRIO UM NOVO RESERVATÓRIO DA ÁGUA PÚBLICA
O “Depósito das Águas”, que está no cimo do Outeiro de Santa Margarida, já tem mais de 30 anos e está bastante estragado, para além de ser pequeno face ao consumo de água.
É suposto que, para o próximo ano, já venha água da Serra, da barragem da Senhora do Desterro, para abastecer a Rede Pública. Porém, essa água vai ficar bastante mais cara do que a água que agora temos do furo artesiano feito cá, pela Câmara, no final de 2005.
Quer dizer, hoje, Vila Franca da Beira não precisaria da água da Senhora do Desterro. Mas como o nosso Município entregou a exploração da Água da Rede Pública à Empresa “Águas do Zêzere e Côa”, agora, temos que “gramar” com água mais cara embora sem necessidade porque o furo artesiano tem-nos abastecido.
Nestas condições, tanto mais se justifica a construção de um novo Reservatório - maior e um pouco mais alto que o actual - para termos água com mais pressão na Rede.
A Freguesia está a colocar esta justa pretensão à Câmara. Espera-se que a Câmara corresponda, aliás como lhe compete.
CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIO ANEXO À ESCOLA
A Freguesia considera de grande relevância a consolidação como “Centro Escolar”, no âmbito do Agrupamento da Cordinha, da Escola do 1º Ciclo do Ensino Básico e da escola Pré-Primária que servem Vila Franca da Beira e Aldeia Formosa.
Como é sabido, também se considera muito importante a construção de um edifício anexo a estas duas Escolas. Edifício que, entre outras funções, sirva de Cantina e para suporte a certas Actividades Culturais e de Educação Física.
Portanto, esse Edifício anexo à Escola é uma obra do maior interesse para Vila Franca da Beira e para Aldeia Formosa.
Espera-se que Câmara Municipal e Ministério da Educação entendam e respeitem os nossos direitos muito legítimos. Mas muito convém que a População da Freguesia tome iniciativas de sensibilização quer da Câmara quer do Ministério da Educação.
ARRANJO DE CAMINHOS FLORESTAIS E AGRÍCOLAS
Durante o Verão, foi feito um grande arranjo nos principais caminhos agro-florestais, em metade da nossa Freguesia ( e também nas Freguesias vizinhas).
Entre outros, foram bastante melhorados os caminhos da Porta-Presa – Algar e do Vale – Lapa do Ribeiro.
Foi uma intervenção coordenada pelos Serviços Municipais e pelos Bombeiros e acompanhada pela Junta de Freguesia.
Já foram gastos mais de 16 mil Euros, dos quais 10 mil atribuídos pela Câmara Municipal para o efeito.
Presentemente, ainda falta fazer mais algumas melhorias que também dependem da Câmara Municipal.
A Junta de Freguesia, ao mesmo tempo que assinala os apoios já atribuídos pela Câmara Municipal, agradece a grande colaboração prestada por muitos proprietários.
Salienta também que esta intervenção nos caminhos agro-florestais permite melhores e mais rápidos acessos a várias zonas, sobretudo até em casos de emergência por eventuais incêndios.
Espera-se que, para o ano, se possa continuar no arranjo de mais caminhos, em especial na outra parte da Freguesia.
CANDIDATURAS A MAIS ELECTRIFICAÇÕES RURAIS
A Junta de Freguesia está a dinamizar a elaboração e apresentação, junto do Ministério da Agricultura, de duas candidaturas a projectos de “Electrificações Rurais”, aliás à semelhança daquilo que já antes se fez.
Os Proprietários confinantes estão a ser contactados e aqui se apela para que colaborem.
A seguir, espera-se que o Ministério da Agricultura aprove e mande executar as Electrificações Rurais em causa.
NOVOS CALCETAMENTOS
A Freguesia está a propor à Câmara Municipal o calcetamento das ruas (por calcetar) que passam junto ao Largo do Rossio. Trata-se da rua Manuel Augusto da Silva, da rua Dr. Francisco Antunes e da rua Dr. António Marques Antunes, esta última até à Estrada Velha.
Como se pode ver, está a “desfazer-se” o pavimento destas ruas alcatroadas há já uns 25 anos…
Porém, para lá da vasta área que estas ruas têm para calcetar, há o problema das condutas subterrâneas da Água da Rede também elas em mau estado – entre outros problemas -- uma vez que foram colocadas (enterradas) há mais de 25 anos.
Ou seja, não convém avançar-se para novos calcetamentos sem que, primeiro, sejam substituídas essas condutas da água e as ligações para as casas.
Portanto, uma e outra destas obras – a substituição das condutas da água e os novos calcetamentos destas ruas – dependem da Câmara Municipal.
Todavia, a Junta de Freguesia está a propor à Câmara a celebração de um “protocolo” com o objectivo de ser a Junta de Freguesia a enquadrar os novos calcetamentos.
Espera-se que a Câmara concorde, e rapidamente assuma aquilo que muito lhe compete fazer. E que assim apoie decisivamente a Junta de Freguesia e a População de Vila Franca da Beira também nestas obras muito necessárias.
OUTROS CALCETAMENTOS
Dentro em breve vão ser calcetadas ( para já a expensas da Freguesia) algumas pequenas ruas e também o Pátio das Ameixoeiras.
Ainda assim, tem significado a área total a calcetar uma vez que se aproxima muito dos mil metros quadrados.
Depois de vários anos de espera, está finalmente a ser concluído o Parque Merendeiro, na Mata atrás da Escola.
É uma obra da Câmara e custa 52 mil Euros.
De uma forma ou de outra, colaboraram a Junta de Freguesia, a “Comissão de Melhoramentos” e Eng.ª Alzira Frade.
Depois de concluída a obra, espera-se que este agradável e equipado espaço, na Mata, possa servir bem a População e, especialmente até, as crianças da Escola.
ESTRADA NOVA VAI SER ARRANJADA PARA O ANO
E também já não será sem tempo…
Mas considerando que está para ser adjudicada, pela Câmara, a obra de recuperação de toda a estrada desde Oliveira até Felgueira Velha, é pois natural que a “nossa” Estrada Nova também seja melhorada durante o próximo ano de 2008.
É uma obra da responsabilidade da Câmara Municipal e com um custo total previsto superior a 2 milhões de Euros.
Prevê-se a instalação de uma Rotunda mais ou menos na zona onde agora vem dar a estrada que vem de dentro do Ervedal. E nos dois cruzamentos principais dentro de Vila Franca, vão ser instaladas umas passadeiras elevadas. Ao mesmo tempo deverá ser pavimentada a Estrada Velha, com tapete betuminoso.
A nossa Freguesia também tem proposto à Câmara que sejam cobertas as duas valetas da Estrada Nova, dentro da Povoação e no espaço entre os dois Semáforos.
É NECESSÁRIO UM NOVO RESERVATÓRIO DA ÁGUA PÚBLICA
O “Depósito das Águas”, que está no cimo do Outeiro de Santa Margarida, já tem mais de 30 anos e está bastante estragado, para além de ser pequeno face ao consumo de água.
É suposto que, para o próximo ano, já venha água da Serra, da barragem da Senhora do Desterro, para abastecer a Rede Pública. Porém, essa água vai ficar bastante mais cara do que a água que agora temos do furo artesiano feito cá, pela Câmara, no final de 2005.
Quer dizer, hoje, Vila Franca da Beira não precisaria da água da Senhora do Desterro. Mas como o nosso Município entregou a exploração da Água da Rede Pública à Empresa “Águas do Zêzere e Côa”, agora, temos que “gramar” com água mais cara embora sem necessidade porque o furo artesiano tem-nos abastecido.
Nestas condições, tanto mais se justifica a construção de um novo Reservatório - maior e um pouco mais alto que o actual - para termos água com mais pressão na Rede.
A Freguesia está a colocar esta justa pretensão à Câmara. Espera-se que a Câmara corresponda, aliás como lhe compete.
CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIO ANEXO À ESCOLA
A Freguesia considera de grande relevância a consolidação como “Centro Escolar”, no âmbito do Agrupamento da Cordinha, da Escola do 1º Ciclo do Ensino Básico e da escola Pré-Primária que servem Vila Franca da Beira e Aldeia Formosa.
Como é sabido, também se considera muito importante a construção de um edifício anexo a estas duas Escolas. Edifício que, entre outras funções, sirva de Cantina e para suporte a certas Actividades Culturais e de Educação Física.
Portanto, esse Edifício anexo à Escola é uma obra do maior interesse para Vila Franca da Beira e para Aldeia Formosa.
Espera-se que Câmara Municipal e Ministério da Educação entendam e respeitem os nossos direitos muito legítimos. Mas muito convém que a População da Freguesia tome iniciativas de sensibilização quer da Câmara quer do Ministério da Educação.
ARRANJO DE CAMINHOS FLORESTAIS E AGRÍCOLAS
Durante o Verão, foi feito um grande arranjo nos principais caminhos agro-florestais, em metade da nossa Freguesia ( e também nas Freguesias vizinhas).
Entre outros, foram bastante melhorados os caminhos da Porta-Presa – Algar e do Vale – Lapa do Ribeiro.
Foi uma intervenção coordenada pelos Serviços Municipais e pelos Bombeiros e acompanhada pela Junta de Freguesia.
Já foram gastos mais de 16 mil Euros, dos quais 10 mil atribuídos pela Câmara Municipal para o efeito.
Presentemente, ainda falta fazer mais algumas melhorias que também dependem da Câmara Municipal.
A Junta de Freguesia, ao mesmo tempo que assinala os apoios já atribuídos pela Câmara Municipal, agradece a grande colaboração prestada por muitos proprietários.
Salienta também que esta intervenção nos caminhos agro-florestais permite melhores e mais rápidos acessos a várias zonas, sobretudo até em casos de emergência por eventuais incêndios.
Espera-se que, para o ano, se possa continuar no arranjo de mais caminhos, em especial na outra parte da Freguesia.
CANDIDATURAS A MAIS ELECTRIFICAÇÕES RURAIS
A Junta de Freguesia está a dinamizar a elaboração e apresentação, junto do Ministério da Agricultura, de duas candidaturas a projectos de “Electrificações Rurais”, aliás à semelhança daquilo que já antes se fez.
Os Proprietários confinantes estão a ser contactados e aqui se apela para que colaborem.
A seguir, espera-se que o Ministério da Agricultura aprove e mande executar as Electrificações Rurais em causa.
NOVOS CALCETAMENTOS
A Freguesia está a propor à Câmara Municipal o calcetamento das ruas (por calcetar) que passam junto ao Largo do Rossio. Trata-se da rua Manuel Augusto da Silva, da rua Dr. Francisco Antunes e da rua Dr. António Marques Antunes, esta última até à Estrada Velha.
Como se pode ver, está a “desfazer-se” o pavimento destas ruas alcatroadas há já uns 25 anos…
Porém, para lá da vasta área que estas ruas têm para calcetar, há o problema das condutas subterrâneas da Água da Rede também elas em mau estado – entre outros problemas -- uma vez que foram colocadas (enterradas) há mais de 25 anos.
Ou seja, não convém avançar-se para novos calcetamentos sem que, primeiro, sejam substituídas essas condutas da água e as ligações para as casas.
Portanto, uma e outra destas obras – a substituição das condutas da água e os novos calcetamentos destas ruas – dependem da Câmara Municipal.
Todavia, a Junta de Freguesia está a propor à Câmara a celebração de um “protocolo” com o objectivo de ser a Junta de Freguesia a enquadrar os novos calcetamentos.
Espera-se que a Câmara concorde, e rapidamente assuma aquilo que muito lhe compete fazer. E que assim apoie decisivamente a Junta de Freguesia e a População de Vila Franca da Beira também nestas obras muito necessárias.
OUTROS CALCETAMENTOS
Dentro em breve vão ser calcetadas ( para já a expensas da Freguesia) algumas pequenas ruas e também o Pátio das Ameixoeiras.
Ainda assim, tem significado a área total a calcetar uma vez que se aproxima muito dos mil metros quadrados.
(Boletim de Informação da Junta de Freguesia de Vila Franca da Beira - Novembro de 2007)
3 de outubro de 2007
XVIII Torneio Ibérico em Futebol - Veteranos
XVIII Torneio Ibérico em Futebol - Veteranos - Vila Franca da Beira -
29 Setembro, 2007 - Campo das Carvalhas.
29 Setembro, 2007 - Campo das Carvalhas.
Este "slideshow" não admite cedilhas e acentos, nas legendas
Mais uma edição dos "Torneios Ibéricos" já tradicionais e famosos além e aquém fronteiras. Mais uma organização a cargo do Núcleo de Veteranos da UDV - União Desportiva e Tuna Vilafranquense.
Este ano, com a participação de uma poderosa equipa representativa dos Veteranos do "Deportivo" de Salamanca, e de uma equipa do IPO-Instituto Português de Oncologia, de Coimbra, para além da equipa "da casa".
Arbitragem à responsabilidade de um trio da freguesia de Seixo da Beira. É aquela isenção e aquele "fair-play" que também nos caracterizam...
Bom futebol, apesar de tudo...
Apesar da média das idades, e da propensão ainda existente em dois ou três dos "jogadores" para alguma picardia e para os remoques face aos Árbitros...
A equipa do "Deportivo" de Salamanca - composta por vários futebolistas que competiram nas principais divisões do futebol em Espanha - produziu bom futebol e foi imbatível sem sequer precisar de se esforçar ao máximo. E quando assim é...
De qualquer forma, também estiveram à altura das circunstâncias quer a equipa do IPO quer o Núcleo de Veteranos da UDV.
Resultados das três partidas de 45 minutos cada:
Este ano, com a participação de uma poderosa equipa representativa dos Veteranos do "Deportivo" de Salamanca, e de uma equipa do IPO-Instituto Português de Oncologia, de Coimbra, para além da equipa "da casa".
Arbitragem à responsabilidade de um trio da freguesia de Seixo da Beira. É aquela isenção e aquele "fair-play" que também nos caracterizam...
Bom futebol, apesar de tudo...
Apesar da média das idades, e da propensão ainda existente em dois ou três dos "jogadores" para alguma picardia e para os remoques face aos Árbitros...
A equipa do "Deportivo" de Salamanca - composta por vários futebolistas que competiram nas principais divisões do futebol em Espanha - produziu bom futebol e foi imbatível sem sequer precisar de se esforçar ao máximo. E quando assim é...
De qualquer forma, também estiveram à altura das circunstâncias quer a equipa do IPO quer o Núcleo de Veteranos da UDV.
Resultados das três partidas de 45 minutos cada:
Núcleo da UDV - 0 ---- I P O - 1
Deportivo de Salamanca - 3 - Núcleo da UDV - 0
I P O - 0 --- Deportivo de Salamanca - 1
Deportivo de Salamanca - 3 - Núcleo da UDV - 0
I P O - 0 --- Deportivo de Salamanca - 1
Portanto, vitória para o Deportivo de Salamanca neste "XVIII Torneio Ibérico".
Convívio gastronómico-cultural na Sede da UDV
E também como tem acontecido nos últimos catorze anos - desde 1994 - seguiu-se um "espectacular" convívio gastronómico-cultural preparado, servido e usufruido na Sede da UDV.
Então, uns cento e vinte convivas - pois mais gente se juntou aos componentes das quatro equipas, aqui incluindo a equipa de arbitragem -tiveram oportunidade para degustarem a carne do porco que teve a subida honra de ser "sacrificado" para esse efeito. Aliás, um luzidio bácoro criado com boas e naturais comidas ("lavages" ) ao longo de praticamente um ano, e tal como prescreve o grau de exigência da organização destes eventos, a cargo do Núcleo de Veteranos da UDV. Assim, confeccionados por cozinheiras "tradicionais" e expressamente contratadas para a ocasião, "chegaram, foram comidos e venceram":- o belo "caldo verde", mais um magnificamente saboroso "arroz do osso da suã", mais uns torresmos com batata, mais febras e costeletas assadas na brasa, mais pão caseiro, mais fruta, mais queijo de serra, mais vinho do (bom) Dão da Cooperativa local, mais aguardente de pêra. Um regalo ! A trazer até nós, e para dentro de nós, essa felicidade do mais natural convívio gastronómico. Conversas às dúzias. Risos e sorrisos por todos os rostos.
Depois, avançada a comezaina, foi altura para os "discursos" da ordem. Múltiplos agradecimentos, votos de firme amizade e de próximos festanças e também de mais ponta-pés na bola. Até à próxima até ao próximo ano.
O Núcleo de Veteranos da UDV salienta a colaboração das muitas Pessoas que se envolveram na preparação do evento.
Destaca os apoios da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital; da Junta de Freguesia de Vila Franca da Beira; da Caixa Agrícola de Oliveira do Hospital; da Direcção da UDV; e destaca os vários patrocínios que corresponderam.
O Núcleo de Veteranos da UDV agradece a vinda e a participação de todas e todos que, de alguma forma, se envolveram neste "XVIII Torneio Ibérico em Futebol - Veteranos".
É de todas e de todos o êxito alcançado e que prestigia Vila Franca da Beira !
Pel´ O Núcleo de Futebol - Veteranos da UDV
Jano
Então, uns cento e vinte convivas - pois mais gente se juntou aos componentes das quatro equipas, aqui incluindo a equipa de arbitragem -tiveram oportunidade para degustarem a carne do porco que teve a subida honra de ser "sacrificado" para esse efeito. Aliás, um luzidio bácoro criado com boas e naturais comidas ("lavages" ) ao longo de praticamente um ano, e tal como prescreve o grau de exigência da organização destes eventos, a cargo do Núcleo de Veteranos da UDV. Assim, confeccionados por cozinheiras "tradicionais" e expressamente contratadas para a ocasião, "chegaram, foram comidos e venceram":- o belo "caldo verde", mais um magnificamente saboroso "arroz do osso da suã", mais uns torresmos com batata, mais febras e costeletas assadas na brasa, mais pão caseiro, mais fruta, mais queijo de serra, mais vinho do (bom) Dão da Cooperativa local, mais aguardente de pêra. Um regalo ! A trazer até nós, e para dentro de nós, essa felicidade do mais natural convívio gastronómico. Conversas às dúzias. Risos e sorrisos por todos os rostos.
Depois, avançada a comezaina, foi altura para os "discursos" da ordem. Múltiplos agradecimentos, votos de firme amizade e de próximos festanças e também de mais ponta-pés na bola. Até à próxima até ao próximo ano.
O Núcleo de Veteranos da UDV salienta a colaboração das muitas Pessoas que se envolveram na preparação do evento.
Destaca os apoios da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital; da Junta de Freguesia de Vila Franca da Beira; da Caixa Agrícola de Oliveira do Hospital; da Direcção da UDV; e destaca os vários patrocínios que corresponderam.
O Núcleo de Veteranos da UDV agradece a vinda e a participação de todas e todos que, de alguma forma, se envolveram neste "XVIII Torneio Ibérico em Futebol - Veteranos".
É de todas e de todos o êxito alcançado e que prestigia Vila Franca da Beira !
Pel´ O Núcleo de Futebol - Veteranos da UDV
Jano
21 de setembro de 2007
14 de setembro de 2007
NÚCLEO DE VETERANOS DA UDV
Em Salamanca, Sábado, 15 Setembro, 2007
O Núcleo de Veteranos da UDV vai a Salamanca - Sábado, 15 Setembro para aí disputar um "amistoso" em Futebol - Veteranos com uma equipa congénere da região de Salamanca.
Trata-se de mais um convívio gastronómico- futebolístico com "nuestros hermanos". E a 29 de Setembro, desta vez em Vila Franca da Beira, lugar ao "XVIII Torneio Ibérico em Futebol Veteranos" entre as equipas do Núcleo de Veteranos da UDV, a congénere de Salamanca e uma equipa do IPO de Coimbra.
Início deste Torneio para as 15 horas no "Estádio das Carvalhas" em Vila Franca da Beira, no Sábado, 29 de Setembro, 2007. (Ver cartaz, acima)
Trata-se de mais um convívio gastronómico- futebolístico com "nuestros hermanos". E a 29 de Setembro, desta vez em Vila Franca da Beira, lugar ao "XVIII Torneio Ibérico em Futebol Veteranos" entre as equipas do Núcleo de Veteranos da UDV, a congénere de Salamanca e uma equipa do IPO de Coimbra.
Início deste Torneio para as 15 horas no "Estádio das Carvalhas" em Vila Franca da Beira, no Sábado, 29 de Setembro, 2007. (Ver cartaz, acima)
Pel´ O Núcleo de Veteranos da UDV Jano
18 de agosto de 2007
Junta de Freguesia de Vila Franca da Beira - Passeio Anual

Excursão / Passeio Anual
Junta de Freguesia de Vila Franca da Beira
Sábado, 22 de Setembro de 2007 “Na Rota do Douro e do Vinho do Porto”
Itinerário:
7 H 00 – Saída de Vila Franca da Beira ( Da Paragem dos Autocarros)
9H30 // 11 h 30 – Peso da Régua – Visita à Casa do Douro
12h.00 – Almoço – Restaurante “Varandas da Régua”
Seguido de visita a Miradouro sobre o Rio Douro.
15H30 – Vila Nova de Gaia – visita às Caves da Real Companhia Velha
18H00 – Aveiro – Passeio de Barco na Ria de Aveiro
19H00 – Merenda // Jantar de Farnel (a cargo dos Excursionistas)
( 23H00 – Chegada prevista a Vila Franca da Beira)
Inscrições na Junta de Freguesia até 15 de Setembro. Preço, inscrição por pessoa = € 20,00
Nota: Até fim do mês de Agosto, a prioridade na inscrição é para Reformados… Depois, é para toda a gente… até completar os 50 lugares do Autocarro.
Vila Franca da Beira, 12 de Agosto 2007
Pel’ A Junta de Freguesia
O Presidente
(João Dinis)
Pel’ A Junta de Freguesia
O Presidente
(João Dinis)
17 de agosto de 2007
15 de agosto de 2007
14 de agosto de 2007
13 de agosto de 2007
26 de julho de 2007
24 de julho de 2007
Festejos de Verão 2007
UDV - Os eventos dos tradicionais Festejos de Verão.
Sexta ( à noite) , 27 de Julho, com um bailarico no Campo das Carvalhas.
Sábado, 28 de Julho, continuam no Campo das Carvalhas, com :
-- 16 horas
Um desafio em Futebol-Veteranos entre o Núcleo de Veteranos da UDV e equipa congénere de Lagares da Beira;
-- 17 h. 30 Um desafio de futebol entre equipas normais da UDV e de Vila do Mato.
Pela noite dentro, mais um Bailarico abrilhantado por conjunto musical “ao vivo” e acompanhado pelos “comes e bebes” do estilo.
Domingo, 29 de Julho - à tarde e sempre no Campo das Carvalhas-- uma novidade “absoluta” aqui para Vila Franca da Beira e região:
-- Uma “Garraiada” com luzido “corte” de novilhas ( mais ou menos novilhas…) alugadas de encomenda para o efeito.
Espera-se que não faltem “voluntários”, e mesmo “voluntárias”, para a briga - a pé e à unha - que se antevê animada. À cautela, para estimular não faltará da boa pinga “Dão” … e para “arrefecer” haverá gelo para pôr em algum hematoma… A não perder !
Para o Jantar de Domingo a Organização tem “porco no espeto” com arroz e feijão à maneira. Tudo a regar com o nosso Dão
(pelo menos).
Segunda 30, à noite, a Festa continua já em tom de despedida mas ainda assim com toda a animação caseira.
Portanto, cá esperamos por todos os Vilafranquenses e Amigos e pelos Forasteiros.
Jano
Parabéns ao Rancho Rosas de Vila Franca da Beira
_________________________________________________________
Em nome pessoal e da Junta de Freguesia de Vila Franca da Beira, venho aqui expressar publicamente toda a satisfação perante a realização, a 21 de Julho, de mais um (bom) Festival de Ranchos Folclóricos. Realização que esteve a cargo do Rancho Rosas de Vila Franca da Beira e que contou com a colaboração da União Desportiva e Tuna Vilafranquense, UDV, e da Junta de Freguesia de Vila Franca da Beira, entre outras Entidades.Aqui se endereçam calorosas Saudações ao Rancho Rosas de Vila Franca da Beira e aos seus principais animadores que bem souberam reorganizar o Rancho e retomar a sua actividade com força e brilhantismo. Parabéns !
Espera-se que todas e todos sejam agora capazes de continuar com ainda mais vontade. Sabemos que, por vezes, a missão não é nada fácil. Também por isso tem mais significado e valor.
Um grande abraço e renovados Parabéns.
João Dinis, Jano
(Presidente da Junta de Freguesia de Vila Franca da Beira)
Espera-se que todas e todos sejam agora capazes de continuar com ainda mais vontade. Sabemos que, por vezes, a missão não é nada fácil. Também por isso tem mais significado e valor.
Um grande abraço e renovados Parabéns.
João Dinis, Jano
(Presidente da Junta de Freguesia de Vila Franca da Beira)
23 de julho de 2007
Torneio de Ténis de Vila Franca da Beira - 5ª Edição
Chegou ao fim mais uma edição do Torneio de Ténis de Vila Franca da Beira organizada por João Frade e pelo Clube de Ténis de Oliveira do Hospital. Esta foi a quinta edição e apresenta-se integrada no circuito de torneios inter-sócios do Clube de Ténis de Oliveira do Hospital.
Fernando Almeida (esquerda) e Luís Marques (direita)
A taça conquistada pelo finalista Fernando Almeida foi entregue pela Engª Alzira Frade e João Dinis (presidente da Junta de Freguesia de Vila Franca da Beira) entregou a taça ao vencedor Luís Marques. No total, participaram 17 atletas neste torneio e a organização espera realizar a sexta edição em 2008 de modo a incentivar nos jovens da aldeia o gosto e prática pelo ténis.
João Frade
Esta 5ª edição não terminou no dia 15 de Julho como era esperado por motivos meteorológicos, o único jogo que teve ser adiado foi a final que se realizou no dia 21 de Julho às 18h. A final foi bastante disputada e foram necessários 3 sets para conhecer o vencedor. Luís Marques foi o campeão de 2007, batendo o finalista Fernando Almeida com os parciais de 2-6, 6-2 e 6-1.
Fernando Almeida (esquerda) e Luís Marques (direita) A taça conquistada pelo finalista Fernando Almeida foi entregue pela Engª Alzira Frade e João Dinis (presidente da Junta de Freguesia de Vila Franca da Beira) entregou a taça ao vencedor Luís Marques. No total, participaram 17 atletas neste torneio e a organização espera realizar a sexta edição em 2008 de modo a incentivar nos jovens da aldeia o gosto e prática pelo ténis.
João Frade
21 de julho de 2007
18 de julho de 2007
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