
26 de maio de 2009
19 de maio de 2009
14 de maio de 2009
13 de maio de 2009
12 de maio de 2009
Junta de Freguesia de Vila Franca da Beira - Relatório Actividades...
8 de maio de 2009
Um exemplo a seguir - António Lopes -

Sobre um dos grandes beneméritos, de Vila Franca da Beira, snr. António Lopes, com a devida vénia, transcrevemos uma notícia do “JN-OnLine” de hoje:
“O empresário António Lopes decidiu não dispensar os 29 trabalhadores que, hoje, terminavam os seus contratos na Fiper, no Teixoso, apesar de “registar prejuízos”.
"Sei o que estes dramas representam dentro de casa. Já fui trabalhador, dirigente sindical e já os vivi. Agora, em tempo de vacas magras, também devo empobrecer um pouco", disse à agência Lusa o conhecido empresário, justificando a decisão de manter as quase três dezenas de trabalhadores na unidade têxtil de que é proprietário no Teixoso e, que no total assegura meia centena de postos de trabalho.
O também candidato pelo PS à Assembleia Municipal de Oliveira do Hospital (AMOH), já conhecido pelos seus gestos de benemerência, justifica a tomada de decisão com melhores proveitos obtidos noutras áreas de negócio.
"Ainda ontem [quarta-feira] vendi terrenos e tive uma margem razoável de lucro, que nos deu alguma liquidez e contribuiu para a decisão de passar toda a gente a efectivos", adiantou António Lopes que, anteriormente esteve no ramo das obras públicas e abriu parte dos túneis da ilha da Madeira com a sua empresa Tecnorocha, que vendeu em 2000 por 35 milhões de euros.
Segundo informação adiantada pelo ex-deputado da AMOH, eleito pelo PCP, a Fiper acumula um prejuízo de um milhão de euros. Assegurou, contudo que na Fiper, os pagamentos "estão em dia".
"Devemos 100 mil euros às Finanças, que vamos pagar quando pudermos. Até porque também temos dinheiros a receber", disse, garantindo “aguentar” a empresa “tanto quanto possível”. “Os despedimentos serão a última coisa possível", afiançou.”
1 de maio de 2009
25 de Abril, Sempre! Fascismo nunca mais!
Com o título acima indicado, João Dinis-Jano, Autarca da CDU – Oliveira do Hospital, Presidente da Freguesia de Vila Franca da Beira, escreveu um artigo, no "Correio da Beira-Serra", cujo link, indicamos a segir:http://www.correiodabeiraserra.com/index.php?option=com_content&view=article&id=2113:25-de-abril-sempre-fascismo-nunca-mais&catid=56:joao-dinis&Itemid=61
30 de abril de 2009
Opinião 25 de Abril: a importância da memória histórica
18 de abril de 2009
Assim vai o Concelho...
9 de abril de 2009
8 de abril de 2009
Benvinda Ascenção - comemora 100 anos
Centenária comemora aniversário no lar de Ervedal da Beira

No dia 11 de Abril, há festa no Lar de Idosos de Ervedal da Beira. A vilafranquense Benvinda Ascenção comemora o centésimo aniversário.
Em plena posse das suas capacidades intelectuais e ainda fisicamente capaz, a idosa natural de Vila Franca da Beira é motivo de orgulho no Centro Social e Paroquial de Ervedal da Beira.
A sua longevidade vai ser assinalada com uma festa simbólica e calorosa, à qual se associam a direcção da instituição, os funcionários, os utentes do lar e familiares de Benvinda Ascenção.
Notícia publicada na edição online do CORREIO DA BEIRA-SERRA , Quarta-Feira, 8 de Abril de 2009
29 de março de 2009
26 de março de 2009
6 de março de 2009
8 de Março - Dia Internacional da Mulher
Por isso e pelo 3º ano consecutivo o Núcleo de Mulheres de Vila Franca da Beira, celebra esta data.
O evento, um jantar convívio, vai ter lugar na sede da UDV, no dia 7, com uma adesão muito significativa, prevendo-se a participação de cerca de uma centena de celebrantes, com a particularidade deste acontecimento ser levado a efeito exclusivamente por mulheres.
Cabe aqui um pouco de História: O Dia Internacional da Mulher é celebrado anualmente a 8 de Março e procura lembrar a luta que as mulheres travaram ao longo de décadas, por direitos sociais e políticos, que vão do igual acesso, com o homem, ao divórcio, ao direito de voto, à igualdade de remuneração para trabalho igual ao masculino ou até ao reconhecimento da sua particular vulnerabilidade em acções de violência doméstica.
1 de março de 2009
OBRAS NA ESTRADA NOVA
POSIÇÃO DA JUNTA DE FREGUESIA
SOBRE AS OBRAS NA ESTRADA NOVA
SOBRE AS OBRAS NA ESTRADA NOVA
A Junta e a Assembleia de Freguesia de Vila Franca da Beira, sempre em conjunto com a População, desde há anos que reclamam a realização de algumas obras para reduzir o perigo da circulação na Estrada Nova.
No nosso entender, é necessária a Rotunda que agora está a ser construída e também é importante acautelar a confluência da Estrada Velha.
Porém, sobretudo neste caso da confluência da Estrada Velha, a obra apareceu de uma forma que não se esperava. Por causa disso mesmo, a Junta de Freguesia de imediato comunicou à Câmara a sua posição, tal como segue:
1- Reiteramos que nos parecem excessivos, e desnecessários mesmo, os “implantes” no pavimento, quer o triângulo quer a “caixa de desvio” na zona da confluência da Estrada Velha.
É caso para dizer: - “ou oito ou oitenta”…
2- Impõe-se, agora, uma sinalização cuidada, especialmente para de noite, pelo que também deve ser implantada, no pavimento, uma sequência de luzes intermitentes.
3- Pensamos que já estará prevista a iluminação com candeeiros, quer na zona da Rotunda e dentro desta, quer também na zona da confluência da Estrada Velha e dentro do triângulo aí situado.
3.1- Sem essa forte e contínua iluminação nocturna, a zona da Rotunda e da confluência da Estrada Velha fica ainda mais perigosa do que era antes porque a aproximação de veículos é veloz e surgem esses novos “obstáculos” pela frente, tanto mais que há curvas nas proximidades.
Entretanto, espera-se que a Câmara mande pôr o tapete de alcatrão na Estrada Velha. E que dê continuidade a esse tipo de melhoria pela rua das Urgueiras, pelas ruas do Rossio e pela Rua da União (pelo menos).
Vila Franca da Beira, 16 de Fevereiro de 2009
A Junta de Freguesia
17 de fevereiro de 2009
Vila Franca da Beira - internet - gratuita

Vila Franca da Beira dispõe do serviço Internet "sem fios" ("wire-less"). Este serviço público está disponível deste o início do ano e permite aos utilizadores navegarem "à borla" na Net. Trata-se de uma iniciativa municipal a que a Junta de Freguesia naturalmente aderiu.
Em todo o caso, mantém-se a Internet pública (gratuita) dentro doedifício onde funciona a Secretaria da Junta de Freguesia. - Jano -
Consultar:
http://www.cm-oliveiradohospital.pt/site/noticias/noticia.php?id=2519&tipo=d
4 de fevereiro de 2009
Entrudo em Vila Franca

No próximo dia 23 de Fevereiro, a UDV promove o seu já tradicional
Baile de Entrudo
Após as 22 horas, este evento abrilhantado pelo conjunto musical
" Brincó Baile"
irá de certeza proporcionar algumas horas de divertimento a todos
aderentes. De destacar o tambem já tradicional
Concurso de Mascarados,
patrocinado pela Junta de Freguesia,
que premiará os três melhores da noite.
9 de dezembro de 2008
5 de dezembro de 2008
VI PASSEIO PEDESTRE - “À VOLTA DO S. MARTINHO”
Domingo, 16 Novembro – 2008 -
Freguesia de Vila Franca da Beira -
Desta vez começou mais cedo o Passeio Pedestre, às 9 h. 30. Juntados que foram, no Largo da Capela, 65 Caminheiros/ /Passeantes, lá arrancaram eles de rosto voltado a Norte, enfrentado um vento frio, um “Soãozinho” matinal. Mas, estugado o passo, os corpos foram aquecendo e aquecendo foram as muitas conversas que se estabelecem à medida que o tempo passa e as distâncias se vencem.
Passando o rato por cima da foto, obtém a legenda
Trajecto inicial por trás das Escolas, pelo caminho velho até Aldeia Formosa que se atravessa, seguindo pela Quinta da Florência até apanhar a estradão florestal alcatroado até Seixas da Beira. Aqui, pequena paragem frente à Capela de Santa Luzia que está em obras. Calca-se uma calçada à antiga portuguesa e assim se experimenta o enrugado forte deste tipo de piso. Sobe-se ao “Estádio Luso Brasileiro” que não tem sido usado ultimamente. Mais lá, apanha-se o estradão em terra batida que nos leva até ao Vale de Ferro e à Capela da Nossa Senhora das Necessidades.
Aqui se faz a paragem para algum descanso e para comer de farnel. Alguém toca a Sineta da Capela que repica, afinada, por montes e vales... A Nossa Senhora das Necessidades ( em Maio), ali em Vale de Ferro, já foi uma das mais abrangentes e concorridas romarias religiosas de toda a zona. Hoje, Vale de Ferro tem três ou quatro habitantes todos eles estrangeiros que por ali habitam normalmente parte do ano. As outras casas estão abandonadas, destelhadas, invadidas por silvados... Em 2005, lavrou por ali um incêndio florestal que deixou marcas visíveis. Mais abaixo, bem camuflada na paisagem, pode vislumbrar-se a aldeia (abandonada) do Vieiro, outro dos nossos objectivos para a jornada.
Entretanto, no estradão fundeiro, passam motas e “quatro-rodas” que por ali andam a fazer muito ruído. E dizem que os combustíveis estão caros...
Um rebanho de “bordaleiras” apascenta-se indiferente ao que se passa à sua volta.
O nosso grupo de caminheiros prossegue após uma “visita” ao Vale de Ferro “velho”. São pequenas casas em ruínas, com as paredes remanescentes construídas com pequenas pedras, “bugalhos”, encaixadas umas nas outras em prodigiosa harmonia que ainda hoje, sem cimento ou similar, as mantém de pé. Um enternecedor (e quase triste) testemunho de outros tempos. Bebe-se água fresca na Fonte local revestida a granito. Ali mesmo, apanha-se e come-se maçãs que, natural e saborosamente, duas macieiras nos oferecem, sem custos e sem substâncias químicas entranhadas.
Retoma-se a marcha estradão abaixo, com cautelas que as motos ainda roncam...
Atinge-se o nível mais baixo da jornada, quase à cota do Mondego que se sabe correr ali por perto, do outro lado do monte onde, para quem (ainda) conhece, se situa o Castro do Vieiro ou Monte Castro ou Crasto, vestígio lamentavelmente esquecido de aldeia fortificada que remonta à idade do ferro.
Agora, o estradão empina-se e serpenteia por uma encosta arruinada, hoje entregue aos caprichos da natureza depois de devassada por incêndios florestais.
O grupo, sobe a compasso, com os menos preparados a arquejar. Até há quem berre alto... Mandam-no calar para se ouvir melhor o som do vento e os silêncios do vale.
De repente, encontramo-nos aos pés da abandonada aldeia do Vieiro que já foi Póvoa do Vieiro. À medida que nos aproximamos ganham formas mais nítidas os contornos das velhas paredes, em granito sólido, de um conjunto aconchegado de casas. Todas juntas e pegadas umas às outras, todas sem telhado, com os buracos das janelas desorbitados, com os restos de chaminés a apontar o céu para elas tão ingrato.
No cruzamento, junto ao caminho principal, emerge uma “alminha” que já foi magnífica de trabalhada e com pinturas. E mesmo tal como está, esquecida, desbotada, ainda é a mais bonita e a mais solene das “alminhas” que existem nas redondezas.
A aldeia do Vieiro tem duas ruas curtas e estreitas, por onde “circulam” as silvas que transbordam para fora das paredes. É uma aldeia abandonada de todo. Os últimos habitantes já de lá saíram há uns cinquenta anos. Vê-se que foi construída por gente de posses, de teres e haveres, pois as casas ( umas quinze) são grandes, de rés-do-chão e primeiro andar, com traça digna e semelhante. Enfim, daquilo que se pode aqui dizer, ressalta que, em tempos idos, para lá terá sido degradado um nobre que ficou sendo conhecido por Conde do Vieiro. Terão sido ele e o seu séquito os promotores das construções que permanecem juntas e contíguas, como se se protegessem mutuamente. E era caso para isso, pois, há cem anos atrás, ainda os lobos ( e os homens...) por ali andavam à caça, no Inverno...
O grupo demora-se a apreciar e a comentar aquilo que vê. Há quem produza explicações e especulações acerca daquilo que já se não vê. Certo, certo é por ali ter vivido Gente que nasceu, sobreviveu, amou, trabalhou e morreu. Hoje, morta está toda a aldeia do Vieiro. É a conhecida desertificação humana. Mas é também o desleixo oficial de governos e autarquias que mantêm toda a zona do Vale do Mondego em estado de quase abandono. Sabe-se que um particular é hoje dono desta aldeia e que persegue a concretização de um projecto para a recuperar para turismo. Pois seja, e quanto mais depressa melhor, pois a aldeia só terá sentido outra vez com homens, com mulheres, com jovens e crianças.
Volta-se a caminhar estradão acima que não se compadece e continua a empinar por entre resquícios de pinhal. Uns quinhentos metros depois, estamos ao fundo da Póvoa de S. Cosme, uma aldeia felizmente ainda habitada. Poderemos dizer que estando o grupo ao fundo da Póvoa ainda assim já está bem alto. De lá, já se enxerga bem Vila Franca da Beira, toda a Este e tendo por trás o maciço da Serra de Estrela.
Sem chegar a entrar na Póvoa, o grupo guina por outro estradão e começa a descer para a extrema Norte da Quinta da Cerca. E desce - huf ! – até à Ribeira d’ Arca que se atravessa por um pontão. Daqui, nova guinada desta vez a noventa graus e virados a Este...à Ponte d´Arca e a Vila Franca.
Eis quando acontece o inesperado. Alguém resolve atiçar um ninho de vespas – abelhões – que se lança, numeroso e enfurecido, sobre o grupo. As vespas “vingam-se” e ferroam à ganância nas caminheiras e nos caminheiros mais próximos. Há gritos, correrias espavoridas, imprecações, grande agitação e quase se instala o pânico. O grupo reorganiza-se cem metros mais longe e analisam-se os “danos” sofridos. Há muita gente que foi “ferrada” pelas vespas e os hematomas já se notam vermelhos e em crescendo. Algumas das mulheres descobrem que ainda trazem vespas enfiadas nos cabelos e até nas roupas. Mais gritos e mais agitação... Por fim, mais calmo, o grupo retoma a marcha apoiando os mais atingidos. Felizmente, ninguém é alérgico à ferroada destas vespas. Os comentários são aqueles que se pode imaginar... O ensinamento é que ninguém deve atiçar ninhos de vespas, pelo menos durante estas caminhadas.
Ponte d´Arca afora e entra-se em Vila Franca pela extrema virada a Poente. Percorre-se a povoação, sob olhares curiosos, e chega-se à Sede da UDV, União Desportiva e Tuna Vilafranquense onde tem lugar o almoço-convívio. Foram dez quilómetros, ou quatro horas, de caminhada por montes e vales.
Ainda não estávamos dentro da Sede da UDV mas já o cheiro à comida nos dilatava as narinas e o apetite... Na cozinha, as cozinheiras de serviço aprontavam o prato do dia, o Arroz do Osso da Assuã (enfim, à base de costeletas de porco).
As compridas mesas também já estavam disponíveis. Quando assomou ao salão o Arroz ainda a ferver, o grupo e outros convivas agora presentes fizeram fila indiana para se irem servir junto aos tachos.
A seguir fomo-nos sentando e o repasto consumou-se...
Com vinho, com água e sumos, com broa e trigamilho, com salada. Depois, com Queijo da Serra, com Requeijão de ovelha, com Fruta, com Castanhas assadas, com Jeropiga e, a coroar, com um “digestivo”, uma Aguardente de Pêra de S. Bartolomeu, esta uma bebida especial e genuína. Quem quis culminou com uma “bica” no Bar da UDV. Bela festança !
Terminou a jornada. A alguns e a algumas trouxe-lhes novas experiências, também estas “ardentes” e inesquecíveis:- o ataque e as ferroadas das vespas !
Ficar-nos-á a todos na lembrança, esta jornada, pelas coisas belas ( algumas tristes) que vimos e intuímos. Por aqui, a natureza ainda manda mas, francamente, também campeia muito desleixo das autoridades oficiais que devem ser chamadas a cuidar, mais e melhor, deste nobre e belo Vale do Mondego. A civilização futura agradecerá.
João Dinis, Jano
Nota:
- Este VI Passeio Pedestre –“À Volta do S. Martinho” - integra-se nas comemorações dos 20 Anos da Freguesia de Vila Franca da Beira e foi promovido pela Junta de Freguesia. Agradece-se todas as colaborações.
30 de novembro de 2008
Falecimento de Carlos "Abilhão" em VFB
Verdade, a gente fica até sem palavras. Inesperadamente o Amigão Carlos Abilhâo nos deixa.
É mais um Amigão que se vai, deixando uma tremenda saudade. Mas que fazer, só nos resta rezar por ele, pois Deus quis assim.
É um débito que todos nós teremos que pagar, seja mais cedo ou mais tarde, esta é a vida temos que nos conformar e confortar a Família e os Amigos.
Manuel-Helena e Família. (Brasil)
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À Família e Amigos,
ainda, não acredito, mais o Tio Carlos se foi, Deus assim o quis,... Agora é só rezarmos por ele, e tenho certeza, que ele está em bom lugar.Ele vai fazer muita falta... Ficamos com o coração triste e cheio de saudades,... Mais com a certeza que um dia todos nós nos encontraremos novamente,... aonde quer que seja.
DANIELA E MAIK. (BRASIL)
( ler comentários na linha abaixo -comments )
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