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17 de agosto de 2007
15 de agosto de 2007
14 de agosto de 2007
13 de agosto de 2007
26 de julho de 2007
24 de julho de 2007
Festejos de Verão 2007
UDV - Os eventos dos tradicionais Festejos de Verão.
Sexta ( à noite) , 27 de Julho, com um bailarico no Campo das Carvalhas.
Sábado, 28 de Julho, continuam no Campo das Carvalhas, com :
-- 16 horas
Um desafio em Futebol-Veteranos entre o Núcleo de Veteranos da UDV e equipa congénere de Lagares da Beira;
-- 17 h. 30 Um desafio de futebol entre equipas normais da UDV e de Vila do Mato.
Pela noite dentro, mais um Bailarico abrilhantado por conjunto musical “ao vivo” e acompanhado pelos “comes e bebes” do estilo.
Domingo, 29 de Julho - à tarde e sempre no Campo das Carvalhas-- uma novidade “absoluta” aqui para Vila Franca da Beira e região:
-- Uma “Garraiada” com luzido “corte” de novilhas ( mais ou menos novilhas…) alugadas de encomenda para o efeito.
Espera-se que não faltem “voluntários”, e mesmo “voluntárias”, para a briga - a pé e à unha - que se antevê animada. À cautela, para estimular não faltará da boa pinga “Dão” … e para “arrefecer” haverá gelo para pôr em algum hematoma… A não perder !
Para o Jantar de Domingo a Organização tem “porco no espeto” com arroz e feijão à maneira. Tudo a regar com o nosso Dão
(pelo menos).
Segunda 30, à noite, a Festa continua já em tom de despedida mas ainda assim com toda a animação caseira.
Portanto, cá esperamos por todos os Vilafranquenses e Amigos e pelos Forasteiros.
Jano
Parabéns ao Rancho Rosas de Vila Franca da Beira
_________________________________________________________
Em nome pessoal e da Junta de Freguesia de Vila Franca da Beira, venho aqui expressar publicamente toda a satisfação perante a realização, a 21 de Julho, de mais um (bom) Festival de Ranchos Folclóricos. Realização que esteve a cargo do Rancho Rosas de Vila Franca da Beira e que contou com a colaboração da União Desportiva e Tuna Vilafranquense, UDV, e da Junta de Freguesia de Vila Franca da Beira, entre outras Entidades.Aqui se endereçam calorosas Saudações ao Rancho Rosas de Vila Franca da Beira e aos seus principais animadores que bem souberam reorganizar o Rancho e retomar a sua actividade com força e brilhantismo. Parabéns !
Espera-se que todas e todos sejam agora capazes de continuar com ainda mais vontade. Sabemos que, por vezes, a missão não é nada fácil. Também por isso tem mais significado e valor.
Um grande abraço e renovados Parabéns.
João Dinis, Jano
(Presidente da Junta de Freguesia de Vila Franca da Beira)
Espera-se que todas e todos sejam agora capazes de continuar com ainda mais vontade. Sabemos que, por vezes, a missão não é nada fácil. Também por isso tem mais significado e valor.
Um grande abraço e renovados Parabéns.
João Dinis, Jano
(Presidente da Junta de Freguesia de Vila Franca da Beira)
23 de julho de 2007
Torneio de Ténis de Vila Franca da Beira - 5ª Edição
Chegou ao fim mais uma edição do Torneio de Ténis de Vila Franca da Beira organizada por João Frade e pelo Clube de Ténis de Oliveira do Hospital. Esta foi a quinta edição e apresenta-se integrada no circuito de torneios inter-sócios do Clube de Ténis de Oliveira do Hospital.
Fernando Almeida (esquerda) e Luís Marques (direita)
A taça conquistada pelo finalista Fernando Almeida foi entregue pela Engª Alzira Frade e João Dinis (presidente da Junta de Freguesia de Vila Franca da Beira) entregou a taça ao vencedor Luís Marques. No total, participaram 17 atletas neste torneio e a organização espera realizar a sexta edição em 2008 de modo a incentivar nos jovens da aldeia o gosto e prática pelo ténis.
João Frade
Esta 5ª edição não terminou no dia 15 de Julho como era esperado por motivos meteorológicos, o único jogo que teve ser adiado foi a final que se realizou no dia 21 de Julho às 18h. A final foi bastante disputada e foram necessários 3 sets para conhecer o vencedor. Luís Marques foi o campeão de 2007, batendo o finalista Fernando Almeida com os parciais de 2-6, 6-2 e 6-1.
Fernando Almeida (esquerda) e Luís Marques (direita) A taça conquistada pelo finalista Fernando Almeida foi entregue pela Engª Alzira Frade e João Dinis (presidente da Junta de Freguesia de Vila Franca da Beira) entregou a taça ao vencedor Luís Marques. No total, participaram 17 atletas neste torneio e a organização espera realizar a sexta edição em 2008 de modo a incentivar nos jovens da aldeia o gosto e prática pelo ténis.
João Frade
21 de julho de 2007
18 de julho de 2007
6 de junho de 2007
2 de junho de 2007
“IV Passeio Pedestre” - 27 Maio, 2007
pelo “XIX Aniversário” da Freguesia de Vila Franca da Beira
Vila Franca da Beira – Póvoa – Penha – Vale de Ferro - Vila Franca da Beira
O Ponto de Encontro e de saída, para este Passeio / Caminhada, foi o Largo da Capela. O agora electrónico “carrilhão”, da Torre da Capela, tocava breve trecho da conhecida música “Avé, Avé, Avé Maria…” seguido das dez “badaladas” (também estas electrónicas…) a assinalar a hora…

O grupo de caminheiros deste ano – oitenta pessoas, onde se destacavam muitos jovens e crianças - arrancou cheio de gana pela “Avenida das Laranjeiras”, a rua António Simões Saraiva.
Passou no Largo do Rossio, desceu às Fontes Laceiras, passou pela Boiça, daí rumou a Poente, emaranhou-se em densos matagais ( um perigo, caso aí deflagre incêndio florestal…). Pelo lado Sul da Quinta da Cerca, subiu-se até dentro da Póvoa de S. Cosme e parou-se junto ao edifício da antiga Escola Primária desta Povoação. Oportunidade para aí se “dejuar” ou seja, para se beber e comer um pouco do farnel.

Entretanto, um conterrâneo nosso, que actualmente reside na Póvoa, fez questão de lá oferecer “jorpiga” - ou jeropiga – a quem quis. Algumas mulheres foram das mais afoitas e fizeram com que uns “goles” ou “golos” da dita lhes amaciassem gargantas e estômagos… Os “efeitos secundários” também logo se fizeram sentir pois aumentou bastante a chinfrineira que elas faziam… Enfim, também aumentou a boa disposição em todo o grupo. Apenas o tempo atmosférico se mantinha fresco, quase frio, com o céu fechado e a ameaçar com o “borriceiro”. Em todo o caso, é preferível “marchar” com estas temperaturas do que com o calor estival que, aliás, já se deveria fazer sentir por cá e ainda não faz.
- O altaneiro Miradouro da Penha e o belo Vale do Mondego –
Da Póvoa, num salto, estávamos no miradouro da Penha da Póvoa – ou Penha do Vieiro – de onde se avista uma das mais bonitas paisagens da região, com o Vale do Mondego, em fundo, e as vertentes empinadas, primeiro, e amansadas, logo depois, a servir-lhe de berço. Com muitas cautelas, não fosse alguém cair, se (re)apreciou a paisagem. Que pena, esta zona/região estar tão “esquecida” pelas entidades – Câmaras Municipais e Governo Central - a quem mais compete preservar e potenciar estes notáveis recursos naturais e paisagísticos!
Aliás, pelo meio da beleza deste Vale do Mondego, notam-se bem as “chagas” da desflorestação causada por sucessivos incêndios florestais, mais a erosão acelerada das vertentes e dos socalcos ancestrais muitos destes cavados e construídos por mãos humanas, durante séculos… E, sabe-se, andam poluídas as águas do Mondego, do Seia e, ali mesmo ao fundo do Vale de Ferro, da Ribeira d´Arca que passa ao fundo de Vila Franca, depois de nascida, que um pouco mais acima o é, em Aldeia Formosa.
É agora urgente que nós, os auto-proclamados “civilizados” do século XXI, é urgente provarmos que estamos à altura das nossas responsabilidades na inadiável preservação e promoção desta parte do Concelho e da Região Beirã. Afinal, primeiro, os antepassados ditos “pré-históricos”, a seguir, os “medievais e outros mais próximos, todos eles souberam construir e deixar-nos em legado este enternecedor património que, agora, se está a degradar, a alto ritmo, por acção e omissão da nossa parte…
Depois, desceu-se até ao “estradão” principal e fundeiro ao Vale do Mondego, por acaso em melhor estado que nos últimos dois ou três anos. Bom, afinal, algumas máquinas municipais têm por ali andado a arranjar os “velhos” estradões agro-florestais…

Toca então a subir, e a doer, em direcção ao Vale de Ferro e à Capelinha da Nossa Senhora das Necessidades para onde estava aprazado o “Almoço/Convívio”…
Almoço/Convívio
junto à Capelinha da Nossa Senhora das Necessidades – Vale de Ferro
Uma boa hora antes que os caminheiros, já lá tinham chegado, ao pé da Capelinha, os mais imponentes membros do “inefável” Clube dos Barrigudos de Vila Franca da Beira. A instalar a “festa”, com mesas recobertas com toalhas brancas (de papel), um toldo plástico e uma barraquinha de praia ou jardim. Mesmo ao lado, uma larga fogueira acesa e a fornecer brasas para dois assadores/grelhadores. Nestes, “chiavam” já as sardinhas,

os pedaços de entremeada e de febras de porco e algumas chouriças caseiras. Pão alvo - “alveiro” – broa de milho, alguns papo-secos, estavam já colocados sobre as mesas.
Via-se muita fruta. Aqui e acolá, em pontos estratégicos, perfilavam-se também alguns garrafões de vinho tinto, com o nosso Dão, da Adega. Completavam o “cenário”, garrafas plásticas com sumos e água. Ah! Havia quem soubesse que, por ali, também esperavam uns queijos da serra e uns requeijões de ovelha…
Com tanta e tão apetitosa oferta, ninguém se fez de rogado. De imediato (13 horas) se avançou sobre o repasto. Caminheiros e companheiros, alguns convidados, ali se juntavam agora umas cento e vinte pessoas em reconfortante comezaina. Serviam de assento muros vetustos e certos afloramentos graníticos, afinal tal como desde já desde muito antes serviram de assento a avós e trisavós, pelos tempos de antanho. E mesmo, mesminho no final, ainda chegou (a tempo…) mais uma garrafa da macia “jorpiga”.
Já é um meritório objectivo, em si próprio, o processo de se conviver nestas agradáveis e descontraídas circunstâncias. Mas um dos motivos principais que levou a Junta de Freguesia a patrocinar este almoço/convívio, no Vale de Ferro, junto à Capelinha da Senhora das Necessidades e no dia da Festa a esta Santa, foi o de se (re)viver uma das Romarias mais fortes e mais tradicionais da região, durante séculos.
Vale de Ferro é hoje uma Povoação praticamente desabitada. Em Outubro de 2005, várias das suas casas (desabitadas) foram mesmo queimadas por um violento incêndio florestal que só não levou a Capelinha ou por milagre ou porque os Bombeiros a souberam proteger, um dia e uma noite cheios de sobressaltos. Aliás, um casal de imigrantes vindos da Bélgica, organizou uma exposição fotográfica com fotos desse incêndio e de algumas das suas más consequências. Lá estavam expostas essas fotos, precisamente, numa das casas então ardidas, ao fundo da Capelinha.
A Missa na Capelinha só começou às 15 horas. A nossa gente caminheira estava a arrefecer demasiado e ainda faltava enfrentar o regresso até Vila Franca… Por vontade da maior parte do grupo, a caminhada reiniciou-se às 14 horas e 30.
- O regresso a Vila Franca da Beira –
Saída do alto, de junto da Capelinha, e complicada descida até um dos primitivos caminhitos que, daí, partem em direcção a Vila Franca. Atinge-se o limite da nossa Freguesia, pelo lado conhecido por “Estaleiro” seguido de passagem pelas Madroas. Virado a Este, entra-se um pouco no alcatrão que pavimenta o caminho que, saído da Seixas, agora chega até Vila Franca pelo lado das Cangostas / Ponte d´Arca. Mais próximo, o grupo envereda por complicados atalhos até ao Penedo do Algar ou Penedo da Moira Encantada.
- O Penedo do Algar ou Penedo da Moira Encantada –
É já uma outra “romaria” esta de se ir até lá, a este venerando Penedo, de cada vez que por ali passa uma caminhada organizada. A garotada e os jovens já o vão conhecendo bem. Num ápice, trepam-lhe até ao coruto, precedidos e seguidos, ou não, pelos mais velhos. Enfim, esta já é uma “tradição” de certa forma perigosa porque, sobretudo do seu lado Nordeste, o Penedo do Algar é alto e “corta” a pique. Por esse lado, lá no fundo, emerge e sobe a Laje onde ele assenta e que, de baixo dele, avança e se alarga. Terá sido nesta Laje, que um Vilafranquense (ainda vivo) já viu “ as bruxas” a dançar à roda, em noites de lua-cheia!... Oportunidade para aí também ser (re)contada, lá mesmo do coruto, a lenda do Penedo do Algar ou Penedo da Moira Encantada:- aquele enorme Penedo foi carregado à cabeça, até ali, por uma Moira Encantada que trazia um filhito ao colo e que, ainda por cima, vinha a fiar linho com uma roca !...
Muita gralhida depois, lá se arrancou finalmente até Vila Franca, pelo lado do Vale e do Outeiro de Santa Margarida/Poço das Águas. São as últimas subidas, faz-se um último esforço, e o grupo converge para a sede da União, UDV, para o Clube.
- Merenda, na Sede da União ou no “Clube” –
Já lá estavam, na Sede da União, alguns dos membros do Clube dos Barrigudos, com a mesa novamente posta e onde se viam, outra vez, algumas das já citadas iguarias. E toca a comer e a beber que já eram quatro e meia da tarde…
Ou seja, o “IV Passeio Pedestre” tinha durado desde as dez horas da manhã até às quatro e meia da tarde, enfim, com o largo intervalo ( uma hora e meia) para o almoço/convívio no Vale de Ferro.
Entretanto, no Clube e após a Merenda, os mais resistentes do grupo - com destaque para várias das mulheres - animaram uma sessão de “cárá-óque”, modalidade de entretenimento, mais ou menos musical, que está ser popularizada, também por aqui.
…
Chegara ao fim esta iniciativa enquadrada nas comemorações do XIX Aniversário da criação da Freguesia de Vila Franca da Beira.
A Junta de Freguesia agradece a todas e a todos que participaram e faz votos para que mais Gente venha a participar em próximas iniciativas.
…
O “IV Passeio Pedestre” foi organizado pela Junta de Freguesia e contou com a inestimável colaboração da UDV, do Clube dos Barrigudos e de alguns intervenientes especiais com destaque para os vários repórteres “ de campanha”.
Maio de 2007
João Dinis, Jano
O Ponto de Encontro e de saída, para este Passeio / Caminhada, foi o Largo da Capela. O agora electrónico “carrilhão”, da Torre da Capela, tocava breve trecho da conhecida música “Avé, Avé, Avé Maria…” seguido das dez “badaladas” (também estas electrónicas…) a assinalar a hora…
O grupo de caminheiros deste ano – oitenta pessoas, onde se destacavam muitos jovens e crianças - arrancou cheio de gana pela “Avenida das Laranjeiras”, a rua António Simões Saraiva.
Passou no Largo do Rossio, desceu às Fontes Laceiras, passou pela Boiça, daí rumou a Poente, emaranhou-se em densos matagais ( um perigo, caso aí deflagre incêndio florestal…). Pelo lado Sul da Quinta da Cerca, subiu-se até dentro da Póvoa de S. Cosme e parou-se junto ao edifício da antiga Escola Primária desta Povoação. Oportunidade para aí se “dejuar” ou seja, para se beber e comer um pouco do farnel.
Entretanto, um conterrâneo nosso, que actualmente reside na Póvoa, fez questão de lá oferecer “jorpiga” - ou jeropiga – a quem quis. Algumas mulheres foram das mais afoitas e fizeram com que uns “goles” ou “golos” da dita lhes amaciassem gargantas e estômagos… Os “efeitos secundários” também logo se fizeram sentir pois aumentou bastante a chinfrineira que elas faziam… Enfim, também aumentou a boa disposição em todo o grupo. Apenas o tempo atmosférico se mantinha fresco, quase frio, com o céu fechado e a ameaçar com o “borriceiro”. Em todo o caso, é preferível “marchar” com estas temperaturas do que com o calor estival que, aliás, já se deveria fazer sentir por cá e ainda não faz.
- O altaneiro Miradouro da Penha e o belo Vale do Mondego –
Da Póvoa, num salto, estávamos no miradouro da Penha da Póvoa – ou Penha do Vieiro – de onde se avista uma das mais bonitas paisagens da região, com o Vale do Mondego, em fundo, e as vertentes empinadas, primeiro, e amansadas, logo depois, a servir-lhe de berço. Com muitas cautelas, não fosse alguém cair, se (re)apreciou a paisagem. Que pena, esta zona/região estar tão “esquecida” pelas entidades – Câmaras Municipais e Governo Central - a quem mais compete preservar e potenciar estes notáveis recursos naturais e paisagísticos!
Aliás, pelo meio da beleza deste Vale do Mondego, notam-se bem as “chagas” da desflorestação causada por sucessivos incêndios florestais, mais a erosão acelerada das vertentes e dos socalcos ancestrais muitos destes cavados e construídos por mãos humanas, durante séculos… E, sabe-se, andam poluídas as águas do Mondego, do Seia e, ali mesmo ao fundo do Vale de Ferro, da Ribeira d´Arca que passa ao fundo de Vila Franca, depois de nascida, que um pouco mais acima o é, em Aldeia Formosa.
É agora urgente que nós, os auto-proclamados “civilizados” do século XXI, é urgente provarmos que estamos à altura das nossas responsabilidades na inadiável preservação e promoção desta parte do Concelho e da Região Beirã. Afinal, primeiro, os antepassados ditos “pré-históricos”, a seguir, os “medievais e outros mais próximos, todos eles souberam construir e deixar-nos em legado este enternecedor património que, agora, se está a degradar, a alto ritmo, por acção e omissão da nossa parte…
Depois, desceu-se até ao “estradão” principal e fundeiro ao Vale do Mondego, por acaso em melhor estado que nos últimos dois ou três anos. Bom, afinal, algumas máquinas municipais têm por ali andado a arranjar os “velhos” estradões agro-florestais…

Toca então a subir, e a doer, em direcção ao Vale de Ferro e à Capelinha da Nossa Senhora das Necessidades para onde estava aprazado o “Almoço/Convívio”…
Almoço/Convívio
junto à Capelinha da Nossa Senhora das Necessidades – Vale de Ferro
Uma boa hora antes que os caminheiros, já lá tinham chegado, ao pé da Capelinha, os mais imponentes membros do “inefável” Clube dos Barrigudos de Vila Franca da Beira. A instalar a “festa”, com mesas recobertas com toalhas brancas (de papel), um toldo plástico e uma barraquinha de praia ou jardim. Mesmo ao lado, uma larga fogueira acesa e a fornecer brasas para dois assadores/grelhadores. Nestes, “chiavam” já as sardinhas,

os pedaços de entremeada e de febras de porco e algumas chouriças caseiras. Pão alvo - “alveiro” – broa de milho, alguns papo-secos, estavam já colocados sobre as mesas.
Via-se muita fruta. Aqui e acolá, em pontos estratégicos, perfilavam-se também alguns garrafões de vinho tinto, com o nosso Dão, da Adega. Completavam o “cenário”, garrafas plásticas com sumos e água. Ah! Havia quem soubesse que, por ali, também esperavam uns queijos da serra e uns requeijões de ovelha…Com tanta e tão apetitosa oferta, ninguém se fez de rogado. De imediato (13 horas) se avançou sobre o repasto. Caminheiros e companheiros, alguns convidados, ali se juntavam agora umas cento e vinte pessoas em reconfortante comezaina. Serviam de assento muros vetustos e certos afloramentos graníticos, afinal tal como desde já desde muito antes serviram de assento a avós e trisavós, pelos tempos de antanho. E mesmo, mesminho no final, ainda chegou (a tempo…) mais uma garrafa da macia “jorpiga”.
Já é um meritório objectivo, em si próprio, o processo de se conviver nestas agradáveis e descontraídas circunstâncias. Mas um dos motivos principais que levou a Junta de Freguesia a patrocinar este almoço/convívio, no Vale de Ferro, junto à Capelinha da Senhora das Necessidades e no dia da Festa a esta Santa, foi o de se (re)viver uma das Romarias mais fortes e mais tradicionais da região, durante séculos.
Vale de Ferro é hoje uma Povoação praticamente desabitada. Em Outubro de 2005, várias das suas casas (desabitadas) foram mesmo queimadas por um violento incêndio florestal que só não levou a Capelinha ou por milagre ou porque os Bombeiros a souberam proteger, um dia e uma noite cheios de sobressaltos. Aliás, um casal de imigrantes vindos da Bélgica, organizou uma exposição fotográfica com fotos desse incêndio e de algumas das suas más consequências. Lá estavam expostas essas fotos, precisamente, numa das casas então ardidas, ao fundo da Capelinha.
A Missa na Capelinha só começou às 15 horas. A nossa gente caminheira estava a arrefecer demasiado e ainda faltava enfrentar o regresso até Vila Franca… Por vontade da maior parte do grupo, a caminhada reiniciou-se às 14 horas e 30.
- O regresso a Vila Franca da Beira –
Saída do alto, de junto da Capelinha, e complicada descida até um dos primitivos caminhitos que, daí, partem em direcção a Vila Franca. Atinge-se o limite da nossa Freguesia, pelo lado conhecido por “Estaleiro” seguido de passagem pelas Madroas. Virado a Este, entra-se um pouco no alcatrão que pavimenta o caminho que, saído da Seixas, agora chega até Vila Franca pelo lado das Cangostas / Ponte d´Arca. Mais próximo, o grupo envereda por complicados atalhos até ao Penedo do Algar ou Penedo da Moira Encantada.
- O Penedo do Algar ou Penedo da Moira Encantada –
É já uma outra “romaria” esta de se ir até lá, a este venerando Penedo, de cada vez que por ali passa uma caminhada organizada. A garotada e os jovens já o vão conhecendo bem. Num ápice, trepam-lhe até ao coruto, precedidos e seguidos, ou não, pelos mais velhos. Enfim, esta já é uma “tradição” de certa forma perigosa porque, sobretudo do seu lado Nordeste, o Penedo do Algar é alto e “corta” a pique. Por esse lado, lá no fundo, emerge e sobe a Laje onde ele assenta e que, de baixo dele, avança e se alarga. Terá sido nesta Laje, que um Vilafranquense (ainda vivo) já viu “ as bruxas” a dançar à roda, em noites de lua-cheia!... Oportunidade para aí também ser (re)contada, lá mesmo do coruto, a lenda do Penedo do Algar ou Penedo da Moira Encantada:- aquele enorme Penedo foi carregado à cabeça, até ali, por uma Moira Encantada que trazia um filhito ao colo e que, ainda por cima, vinha a fiar linho com uma roca !...
Muita gralhida depois, lá se arrancou finalmente até Vila Franca, pelo lado do Vale e do Outeiro de Santa Margarida/Poço das Águas. São as últimas subidas, faz-se um último esforço, e o grupo converge para a sede da União, UDV, para o Clube.
- Merenda, na Sede da União ou no “Clube” –
Já lá estavam, na Sede da União, alguns dos membros do Clube dos Barrigudos, com a mesa novamente posta e onde se viam, outra vez, algumas das já citadas iguarias. E toca a comer e a beber que já eram quatro e meia da tarde…
Ou seja, o “IV Passeio Pedestre” tinha durado desde as dez horas da manhã até às quatro e meia da tarde, enfim, com o largo intervalo ( uma hora e meia) para o almoço/convívio no Vale de Ferro.
Entretanto, no Clube e após a Merenda, os mais resistentes do grupo - com destaque para várias das mulheres - animaram uma sessão de “cárá-óque”, modalidade de entretenimento, mais ou menos musical, que está ser popularizada, também por aqui.
…
Chegara ao fim esta iniciativa enquadrada nas comemorações do XIX Aniversário da criação da Freguesia de Vila Franca da Beira.
A Junta de Freguesia agradece a todas e a todos que participaram e faz votos para que mais Gente venha a participar em próximas iniciativas.
…
O “IV Passeio Pedestre” foi organizado pela Junta de Freguesia e contou com a inestimável colaboração da UDV, do Clube dos Barrigudos e de alguns intervenientes especiais com destaque para os vários repórteres “ de campanha”.
Maio de 2007
João Dinis, Jano
Nota:
No final do mês de Junho, está prevista a apresentação de um Vídeo, produzido pelo António "Guímaro", relativo a este nosso - “IV Passeio Pedestre” - 27 Maio 2007", - “XIX Aniversário” da Freguesia de Vila Franca da Beira - numa das sessões de "Sábado na União". - AG
No final do mês de Junho, está prevista a apresentação de um Vídeo, produzido pelo António "Guímaro", relativo a este nosso - “IV Passeio Pedestre” - 27 Maio 2007", - “XIX Aniversário” da Freguesia de Vila Franca da Beira - numa das sessões de "Sábado na União". - AG
1 de junho de 2007
22 de maio de 2007
11 de maio de 2007
8 de maio de 2007
2ª Rampa Internacional das Cangostas em Carrinhos de Rolamentos

No próximo dia 03 de Junho de 2007, a UDV - União Desportiva e Tuna Vilafranquense organiza a 2ª Rampa Internacional das Cangostas em Carrinhosde Rolamentos.
Na edição deste evento, que teve um sucesso enorme na sua primeira realização, não só em termos de participantes - cerca de 80 inscritos - como também em termos de afluência de público - cerca de dois mil assistentes -, a organização quer manter e se possível subir os níveis atingidos tanto na vertente do espectáculo, como nas vertentes de segurança e organização.
Estarão em disputa prémios para os mais velozes em várias categorias - seniores, juniores, senhoras e multilugares -, mas o principal prémio será para o carrinho mais original, pelo que apelam à criatividade dos participantes.
As inscrições deverão ser feitas, até 30 de Maio, na sede social da UDV em Vila Franca da Beira, pelo telemóvel 967 070 660 ou ainda através do e-mail: rampacangostas@sapo.pt . Mais informações no blog oficial : http:/rampadascangostas.blogspot.com
Sérgio Correia
Na edição deste evento, que teve um sucesso enorme na sua primeira realização, não só em termos de participantes - cerca de 80 inscritos - como também em termos de afluência de público - cerca de dois mil assistentes -, a organização quer manter e se possível subir os níveis atingidos tanto na vertente do espectáculo, como nas vertentes de segurança e organização.
Estarão em disputa prémios para os mais velozes em várias categorias - seniores, juniores, senhoras e multilugares -, mas o principal prémio será para o carrinho mais original, pelo que apelam à criatividade dos participantes.
As inscrições deverão ser feitas, até 30 de Maio, na sede social da UDV em Vila Franca da Beira, pelo telemóvel 967 070 660 ou ainda através do e-mail: rampacangostas@sapo.pt . Mais informações no blog oficial : http:/rampadascangostas.blogspot.com
Sérgio Correia
6 de maio de 2007
25 de abril de 2007
2 de abril de 2007
Ainda - sobre a "Marcha do Galo" de Sameice
que nos visitou, no passado Entrudo, recebemos o seguinte comentário:
"É com muita satisfação que vos visito para agradecer a forma como fomos recebidos nesse belo local que a todos recomendo visitar. Muito obrigado pela publicação e pela menção que fazem à nossa Marcha do Galo no vosso site. A população de Sameice em geral e os membros da marcha em particular sentem-se muito honrados por terem desfilado para tal honrada plateia. Muito obrigado. Um abraço amigo. Daniel Almeida Barros"
"É com muita satisfação que vos visito para agradecer a forma como fomos recebidos nesse belo local que a todos recomendo visitar. Muito obrigado pela publicação e pela menção que fazem à nossa Marcha do Galo no vosso site. A população de Sameice em geral e os membros da marcha em particular sentem-se muito honrados por terem desfilado para tal honrada plateia. Muito obrigado. Um abraço amigo. Daniel Almeida Barros"
Registamos!
27 de março de 2007
26 de março de 2007
Alteração ao traçado de estradas - Junta de Freguesia
JUNTA DE FREGUESIA DE VILA FRANCA DA BEIRA
Exmº Senhor,
Presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital
Assunto:- as alterações a introduzir no traçado da EN – 231 – 2, nomeadamente: a “rotunda ainda dentro desta Freguesia, as “plataformas/passadeiras elevadas” nos dois cruzamentos principais da Estrada Nova ( EN 231 – 2) dentro da Povoação e a correcção da confluência da “Estrada Velha”.
Perante as notícias vindas a público segundo as quais a Câmara Municipal já aprovou e pôs a concurso o projecto de rectificação do traçado da EN 231 – 2 dentro desta Freguesia, vimos expor :
-- Em primeiro lugar, cabe-nos o direito e o dever de manifestar estranheza perante o comportamento da Câmara que não se dignou a consultar previamente esta Freguesia sobre o projecto das alterações em causa. Nem sequer se dignou a informar correctamente a Freguesia de que ia lançar o mesmo projecto a concurso público. Que se passa pois ?
-- Acresce que, ao longo dos últimos anos, incontornavelmente, muito se deve a esta Freguesia, à sua População e aos seus Autarcas, naquilo que toca à permanente reclamação das alterações em causa. Também por isso, e porque de facto a Câmara não ignora que temos propostas concretas sobre essas mesmas alterações, seria de esperar que fôssemos previamente ouvidos nesta matéria. Pelos vistos, não é essa a “sensibilidade” da Câmara Municipal e, em especial, do Senhor Presidente, que, aliás, ainda não quis marcar uma reunião de trabalho com a Junta de Freguesia de Vila Franca da Beira para dialogar sobre esta e outras matérias. Convenhamos que não são formas democráticas de relacionamento institucional entre as Autarquias e, por parte de um dos lados, ferem já os preceitos do respeito mútuo entre Autarcas democraticamente eleitos. Registe-se, portanto, o nosso desagrado.
-- Entretanto, voltamos a referir que é indispensável corrigir a confluência da “Estrada Velha” com a EN 231 – 2 de forma a evitar acidentes como aqueles que, aí, já vitimaram três pessoas e deixaram sequelas graves em outras duas.
Com os melhores cumprimentos.
Vila Franca da Beira, 21 de Março de 2007
Pel´ A Junta de Freguesia
O Presidente
( João Dinis )
Nota:- anexa-se posição da Assembleia de Freguesia, comunicada na devida altura.
22 de março de 2007
Dia Internacional da Mulher em Vila Franca
Realizou-se no passado dia 9 de Março, um jantar de Confraternização evocativo do Dia Internacional da Mulher.
Este evento, que teve lugar na sede da UDV, beneficiou de uma adesão muito significativa, sendo que as presenças orçaram a centena, e com a particularidade de só serem admitidas mulheres.
Da ementa há a salientar:
Como “entradas” - acepipes muito variados, no meio das quais reinava o camarão
Como pratos fortes – Leitão e Arroz à Valenciana
Como sobremesa - várias iguarias, todas de bom sabor
Como bebidas, entre a água e o café, houve quantidade e qualidade para satisfazer os gostos de tantas convivas
Terminada a refeição foi a festa por excelência
Conversas animadas
Fados
“Caraooke”
Leitura de poemas
Cantares e dançares ao som de músicas tradicionais.
No final da festa todas as mulheres receberam uma pequena lembrança.
Foi uma noite muito bem passada, para o ano há mais.
Cabe aqui um pouco de História:
O Dia Internacional da Mulher é celebrado anualmente a 8 de Março. É o dia que lembra os benefícios, económicos, políticos e sociais, alcançados pela Mulher, após muitos anos de reivindicações. No Ocidente, este Dia foi comemorado durante as décadas de 1910 e 1920 mas esmoreceu. Foi revitalizado pelo movimento de feministas em 1960. Em 1975, designado como o Ano Internacional da Mulher, a Organização das Nações Unidas instituiu a data de 8 de Março para celebrar anualmente o Dia Internacional da Mulher.
Datas e factos significativos da História das Mulheres em Portugal:
1910 – É admitido o divórcio, com igual acesso para ambos os cônjuges. O crime de adultério passa a ter o mesmo tratamento quando cometido por mulheres ou homens;
1911 – As mulheres adquirem o direito de trabalhar na função pública;
1931 – Reconhecimento do direito de voto às mulheres diplomadas;
1966 – Ratificação Convenção nº. 100 da OIT, relativa à igualdade de remuneração entre mão-de-obra feminina e masculina para trabalho de valor igual;
1979 – Entrada em vigor do DL 392/79, que visa garantir às mulheres a igualdade com os homens em oportunidades e tratamento no trabalho e no emprego. Primeira mulher nomeada para o cargo de Primeiro-Ministro: Engª. Maria de Lourdes Pintassilgo;
1995 – Revisão do Código Penal – agravamento das penas dos crimes de maus tratos do cônjuge, violação;
1999 – Criação do Ministério da Igualdade.
O tema das Nações Unidas para o Dia das Mulheres em 2007, é:
NÃO À IMPUNIDADE E FIM À VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES.
21 de março de 2007
XVI – Feira do Queijo – Serra da Estrela – Mel e Enchidos – Mostra/Prova do Vinho do Dão
No passado dia 10 de Março, realizou-se em Oliveira do Hospital a XVI FEIRA DO QUEIJO-SERRA DA ESTRELA – MEL E ENCHIDOS – MOSTRA/PROVA DO VINHO DO DÃO

Nesta já tradicional Feira à Moda antiga relevaram:
Tamboreiros de Vila da Feira
Confraria do Queijo da Serra
Confrarias de Espanha – das Astúrias
Confraria do Queijo da Serra
Confrarias de Espanha – das Astúrias
Vários espectáculos ao ar livre
Exposição de ovelhas portuguesas e espanholas
Operação de tosquia
Prova de queijo da Serra, enchidos da região e vinho do Dão
Exposição de ovelhas portuguesas e espanholas
Operação de tosquia
Prova de queijo da Serra, enchidos da região e vinho do Dão
O Entrudo e a tradição em Vila Franca da Beira
A calma confecção do almoço de domingo gordo foi, repentinamente, sacudida pelo ribombar de foguete, prenúncio de algo inusitado para aquela hora.
De facto, começara a ouvir-se música vinda do Largo de Santa Margarida, junto à antiga “Pharmácia”, surpreendendo quem chegava, mais ainda pela actuação de um grupo de jovens - e menos jovens - oriundos de Sameice que encenava o julgamento do galo, em “entrudada” de tradição antiga, com raízes, segundo se crê, nas brincadeiras de escárnio e maldizer medievais.
À música e canto do intróito seguiu-se o julgamento do animal que se empertigava no alto de poleiro agaiolado.

A brejeirice dos ditos e rimas que acompanhavam a acusação e a defesa do animal – cuja vida não se terá pautado pela virtude e bons costumes – arrancavam sonoras gargalhadas de quem assistia. Mascarados a rigor, autoridades, testemunhas, advogados e juiz, apoiados em grossos volumes de legislação, concluíram pela condenação à morte do galináceo. Nas deixas testamentarias, este, entre outras, deixou a crista aos soberbos e emproados, as unhas aos que delas precisassem para melhor arranhar e o bico para quem tivesse o seu demasiado pequeno. Tudo isto acompanhado com um certo ar de erotismo e prosápia de GALO.
No final, uma dança em ritmo pauliteiro encerrou a actuação do grupo a quem a assistência não regateou aplausos e contribuição monetária.
É bom constatar que continua havendo quem, que por gosto e carolice, não deixa morrer tradições como esta que se perdem na conta dos tempos.
A UDV mais uma vez organizou o baile de Carnaval, em 19 de Fevereiro, segunda feira, que foi abrilhantado pelo conjunto “BRINCOBAILE”.
Os Vilafranquenses participaram activamente e em grande número, aproveitando para um "pé de dança”, para um serão de convívio, e fundamentalmente para tomar parte no tradicional concurso de mascarados, classificados em duas categorias:

“ENTRUDEIROS” que respeitam a tradição antiga
“FANTASIAS” todos os outros tipos de máscaras
De acordo com as respectivas idades, foram agrupados em CRIANÇAS, JOVENS e ADULTOS.
Os premiados foram:
No grupo CRIANÇAS, uma menina, que vestia um traje de índia, além de outro menino.
No grupo JOVENS, um rapaz, de “entrudeiro” trapalhão que ostentava um candeeiro aceso na cabeça
No grupo ADULTOS, uma “entrudeira” peixeira – a ELISA – com um caixote de peixe à cabeça.
A festa continuou, e, o som da música do conjunto, levava os circunstantes a rodopiar divertidamente. (C.A.)
Para o ano há mais !
De facto, começara a ouvir-se música vinda do Largo de Santa Margarida, junto à antiga “Pharmácia”, surpreendendo quem chegava, mais ainda pela actuação de um grupo de jovens - e menos jovens - oriundos de Sameice que encenava o julgamento do galo, em “entrudada” de tradição antiga, com raízes, segundo se crê, nas brincadeiras de escárnio e maldizer medievais.
À música e canto do intróito seguiu-se o julgamento do animal que se empertigava no alto de poleiro agaiolado.
A brejeirice dos ditos e rimas que acompanhavam a acusação e a defesa do animal – cuja vida não se terá pautado pela virtude e bons costumes – arrancavam sonoras gargalhadas de quem assistia. Mascarados a rigor, autoridades, testemunhas, advogados e juiz, apoiados em grossos volumes de legislação, concluíram pela condenação à morte do galináceo. Nas deixas testamentarias, este, entre outras, deixou a crista aos soberbos e emproados, as unhas aos que delas precisassem para melhor arranhar e o bico para quem tivesse o seu demasiado pequeno. Tudo isto acompanhado com um certo ar de erotismo e prosápia de GALO.
No final, uma dança em ritmo pauliteiro encerrou a actuação do grupo a quem a assistência não regateou aplausos e contribuição monetária.
É bom constatar que continua havendo quem, que por gosto e carolice, não deixa morrer tradições como esta que se perdem na conta dos tempos.UDV
A UDV mais uma vez organizou o baile de Carnaval, em 19 de Fevereiro, segunda feira, que foi abrilhantado pelo conjunto “BRINCOBAILE”.
Os Vilafranquenses participaram activamente e em grande número, aproveitando para um "pé de dança”, para um serão de convívio, e fundamentalmente para tomar parte no tradicional concurso de mascarados, classificados em duas categorias:

“ENTRUDEIROS” que respeitam a tradição antiga
“FANTASIAS” todos os outros tipos de máscaras
De acordo com as respectivas idades, foram agrupados em CRIANÇAS, JOVENS e ADULTOS.Os premiados foram:
No grupo CRIANÇAS, uma menina, que vestia um traje de índia, além de outro menino.
No grupo JOVENS, um rapaz, de “entrudeiro” trapalhão que ostentava um candeeiro aceso na cabeça
No grupo ADULTOS, uma “entrudeira” peixeira – a ELISA – com um caixote de peixe à cabeça.
A festa continuou, e, o som da música do conjunto, levava os circunstantes a rodopiar divertidamente. (C.A.)Para o ano há mais !
17 de março de 2007
27 de fevereiro de 2007
UDV - Vamos Comemorar o DIA INTERNACIONAL DA MULHER
Dia 9 de Março de 2007, pelas 21.30h., na Sede da UDV,
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VAMOS CELEBRAR ESTE DIA COM UM JANTAR CONVÍVIO
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SE ÉS MULHER INSCREVE-TE E VEM PASSAR UMA NOITE DIVERTIDA
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ONDE OS HOMENS NÃO ENTRAM...
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PARTICIPA E TRAZ UMA AMIGA...
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Valor de cada inscrição: 10 euros
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22 de fevereiro de 2007
Calendários das Actividades da UDV - 2007
- Escola de Música - já em funcionamento
- 8 de Março - Comemoração do "Dia Internacional da Mulher" - jantar
- 25 de Março - Corrida de Moto Cultivadores
- 5 de Maio - Jantar / Convívio do Rancho "Rosas de Vila Franca da Beira"
- 3 de Junho - Corrida de Carros de Rolamentos
- 21 de Julho - Festival do Rancho "Rosas de Vila Franca da Beira"
- 27-28-29-30 de Julho - Festas Anuais de Verão
10 de janeiro de 2007
Cepo de Natal e Ano Novo - 2006 / 2007
Cepo de Natal e Ano Novo
Tradição que se preze, volta e é renovada.
Aí tivemos o Cepo de Natal e Ano Novo. Desta vez com cepos propriamente ditos. Começou logo a 23 de Dezembro, com um enorme cepo que proveio de degolado eucalipto. Chegou com terra agarrada às raízes, assim como se não quisesse deixar esta vida. Pesava mais de quatro mil quilos e foi precisa uma grande máquina, da fábrica de serração de madeiras, para o carregar até ao Largo da Capela. Posto no sítio, ficou em posição tal que mais parecia uma anta, daquelas tipo “arcaínha” ou, até, como terá sido uma outra anta que existiu até finais do século XIX onde agora é a Mata, por trás da Escola. Mais cepos vierem juntar-se-lhe, mais pequenos mas igualmente agarrados a terra que se foi amontoando, ao lado. Botou-se-lhes o fogo. Pressurosas se amontoaram também uma ramadas secas que rapidamente transformaram fogo em crepitante fogueira.
Fez-se o Cepo de Natal e Ano Novo e as Pessoas vieram a venerá-lo, à sua volta.
Estiveram muito frias algumas noites das mais chegadas ao Dia de Natal. Volta e meia, meia volta, e volta a meio-rodar, para se aquecer o corpo todo, embora por partes... Por alturas da passagem de ano não houve frio como ele se esperava. Aliás, até houve temperaturas exageradamente altas para a época.
Em várias dessas noites, a tradição consumou-se em torno do “sacrifício” de quilos e quilos de chouriças, ou “choiriças” como ainda se diz por cá. Assadas ou grelhadas nas brasas “roubadas” ao Cepo. Duas dessas chouriças – confeccionadas especialmente para a ocasião – mediam mais de um metro, cada uma! E, claro, correu pela goela abaixo o bom tinto que se providenciou. Chegaram a estar, noite adentro, ao mesmo tempo, mais de trinta pessoas em diferentes grupos, mas todas convergindo no mesmo tipo de pitéu, embora com frequência “entremeado” com umas “febras” de porco. E talvez porque o tinto fosse “marrão” ( ou inspirador) uma dessas vezes até houve um afinado coro de vozes masculinas que entoou canções populares até às quatro da madrugada – e não foi só entoada a conhecida cantiga do “passarinho cantou”…
Esvaneceu-se o Cepo, pelos Reis. Fica a recordação na nossa memória colectiva. Criámos mais um espaço para o convívio comunitário, afinal para partilhar frios e aconchegos. E a satisfação de estarmos vivos, juntos e solidários, pelo menos por mais um ano!
Jano
Tradição que se preze, volta e é renovada.
Aí tivemos o Cepo de Natal e Ano Novo. Desta vez com cepos propriamente ditos. Começou logo a 23 de Dezembro, com um enorme cepo que proveio de degolado eucalipto. Chegou com terra agarrada às raízes, assim como se não quisesse deixar esta vida. Pesava mais de quatro mil quilos e foi precisa uma grande máquina, da fábrica de serração de madeiras, para o carregar até ao Largo da Capela. Posto no sítio, ficou em posição tal que mais parecia uma anta, daquelas tipo “arcaínha” ou, até, como terá sido uma outra anta que existiu até finais do século XIX onde agora é a Mata, por trás da Escola. Mais cepos vierem juntar-se-lhe, mais pequenos mas igualmente agarrados a terra que se foi amontoando, ao lado. Botou-se-lhes o fogo. Pressurosas se amontoaram também uma ramadas secas que rapidamente transformaram fogo em crepitante fogueira.
Fez-se o Cepo de Natal e Ano Novo e as Pessoas vieram a venerá-lo, à sua volta.
Estiveram muito frias algumas noites das mais chegadas ao Dia de Natal. Volta e meia, meia volta, e volta a meio-rodar, para se aquecer o corpo todo, embora por partes... Por alturas da passagem de ano não houve frio como ele se esperava. Aliás, até houve temperaturas exageradamente altas para a época.
Em várias dessas noites, a tradição consumou-se em torno do “sacrifício” de quilos e quilos de chouriças, ou “choiriças” como ainda se diz por cá. Assadas ou grelhadas nas brasas “roubadas” ao Cepo. Duas dessas chouriças – confeccionadas especialmente para a ocasião – mediam mais de um metro, cada uma! E, claro, correu pela goela abaixo o bom tinto que se providenciou. Chegaram a estar, noite adentro, ao mesmo tempo, mais de trinta pessoas em diferentes grupos, mas todas convergindo no mesmo tipo de pitéu, embora com frequência “entremeado” com umas “febras” de porco. E talvez porque o tinto fosse “marrão” ( ou inspirador) uma dessas vezes até houve um afinado coro de vozes masculinas que entoou canções populares até às quatro da madrugada – e não foi só entoada a conhecida cantiga do “passarinho cantou”…
Esvaneceu-se o Cepo, pelos Reis. Fica a recordação na nossa memória colectiva. Criámos mais um espaço para o convívio comunitário, afinal para partilhar frios e aconchegos. E a satisfação de estarmos vivos, juntos e solidários, pelo menos por mais um ano!
Jano
9 de janeiro de 2007
Noite de Fim de Ano na União Desportiva e Tuna Vilafranquense - 2006/2007
A União Desportiva e Tuna Vilafranquense realizou uma grandiosa Noite de fim de Ano.
Pelas vinte horas começaram a chegar os primeiros foliões da noite. O jantar (arroz de feijão, batata frita, lombo assado e salada que estava simplesmente divinal) foi servido num ambiente familiar e acolhedor.
A alegria estava estampada no rosto de cerca de cento e cinquenta pessoas.
Depois do repasto os mais atrevidos aventuraram-se no karaok. Um dos grandes momentos da noite, foi quando o senhor Alexandre Marques cantou e encantou todos os presentes, com um fado. Quem não teve coragem para mostrar os seus dotes vocais, divertiu-se a dançar.
Foi muito animada a passagem para o Ano novo, com fogo de artifício, chuva de serpentinas papelinhos, e claro muito champanhe, como manda a tradição, entre abraços, beijos e votos de um bom Ano.
A festa continuou pela noite fora, onde os mais novos tiveram direito a um espaço especial, com música apropriada para a sua idade. A confraternização entre as várias faixas etárias e diferentes classes sociais foi o mais bonito de se ver! Mais parecia a reunião de uma grande FAMÍLIA!
Ao Miguel Figueiredo, ao Marques Narciso e à sua simpática esposa, a assim como toda a Família (Músico), e às senhoras que confeccionaram o saboroso jantar; Mila Marques e Nícia Ferrão, e a todos que participaram e ajudaram, o nosso obrigado, pela organização, pelo seu empenho e trabalho para que tudo corresse bem.
O nosso agradecimento por nos terem proporcionado esta GRANDE NOITE!
DE OLGA RODRIGUES
Pelas vinte horas começaram a chegar os primeiros foliões da noite. O jantar (arroz de feijão, batata frita, lombo assado e salada que estava simplesmente divinal) foi servido num ambiente familiar e acolhedor.
A alegria estava estampada no rosto de cerca de cento e cinquenta pessoas.
Depois do repasto os mais atrevidos aventuraram-se no karaok. Um dos grandes momentos da noite, foi quando o senhor Alexandre Marques cantou e encantou todos os presentes, com um fado. Quem não teve coragem para mostrar os seus dotes vocais, divertiu-se a dançar.
Foi muito animada a passagem para o Ano novo, com fogo de artifício, chuva de serpentinas papelinhos, e claro muito champanhe, como manda a tradição, entre abraços, beijos e votos de um bom Ano.
A festa continuou pela noite fora, onde os mais novos tiveram direito a um espaço especial, com música apropriada para a sua idade. A confraternização entre as várias faixas etárias e diferentes classes sociais foi o mais bonito de se ver! Mais parecia a reunião de uma grande FAMÍLIA!
Ao Miguel Figueiredo, ao Marques Narciso e à sua simpática esposa, a assim como toda a Família (Músico), e às senhoras que confeccionaram o saboroso jantar; Mila Marques e Nícia Ferrão, e a todos que participaram e ajudaram, o nosso obrigado, pela organização, pelo seu empenho e trabalho para que tudo corresse bem.
O nosso agradecimento por nos terem proporcionado esta GRANDE NOITE!
DE OLGA RODRIGUES
29 de novembro de 2006
23 de outubro de 2006
Vilafranquenses na 2º Descida de Carros de Rolamentos da Lageosa
Ainda no rescaldo da nossa 1ª Rampa Internacional das Cangostas em Carrinhos de Rolamentos, um grupo de jovens vilafranquenses dos 5 aos 50 e tal anos, deslocou-se à Lageosa, onde participou neste evento. Não sendo importante os resultados, destaca-se no entanto os prémios obtidos pela Ana Maria Lucas, 2º lugar nos femininos e 2º Carro mais original, e Miguel Figueiredo, 2º lugar nos seniores.
Aqui vai a listagem completa dos roladores :
GONÇALO PEREIRA "músico" 5 anos
DANIEL PEREIRA "músico" 11
MIGUEL FIGUEIREDO 22
ANABELA FIGUEIRA 24
ANDRÉ LAMEIRAS 16
GABRIEL LAMEIRAS 10
ANA MARIA LUCAS "roçadoira" 38
MANUELA LUCAS "roçadoira" 37
JOÃO PAULO BRÁZ "botelho" 13
JOÃO RODRIGUES "ernesto" 11
JONHATAN MARGOLIS 6
RAFAEL MARQUES "ovos" 13
BRUNO LOURENÇO "bispo" 13
PAULO RODRIGUES "ernesto" 41
AMADEU MONTEIRO "jordão" 39
AMADEU FERNANDES "guerra" 56
e algumas fotos dos nossos atletas ....
- Bruno Lourenço "bispo

Noite de Magia

No dia 21 de Outubro, sábado à noite, houve magia no bar da U.D.V.. Efectivamente através do Ilusionista Kosta foi proporcionado a quem compareceu, uma noite diferente.

Com vários truques de magia e alguns momentos de humor, a noite foi decorrendo com bastante alegria e entusiasmo, sobretudo por parte dos vilafranquenses mais novos.



Lançamento de Romance ( fotos)
Decorreu com elevada emoção por parte da autora, o lançamento do romance " A Aldeia dos Ventos - Lágrimas que a alma chora ". Com elevada presença dos vilafranquenses, que assim homenagearam a quase ousadia desta senhora que volta e meia dá uma pedrada no charco em que por vezes se torna a monotia vilafranquense.
Para a D.Ermelinda, força e aquele tradicional e típicamente beirão Bem Haja.
16 de outubro de 2006
Plano Plurianual de Actividades - Orçamento da Receita e da Despesa para 2007” da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital"
Tendo em conta que se prepara o “Plano Plurianual de Actividades - Orçamento da Receita e da Despesa para 2007” da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital, a Junta de Freguesia de Vila Franca da Beira acaba de entregar a todo o Executivo Municipal a seguinte proposta:
Assunto: - propostas para o próximo “Plano de Actividades e Orçamento” da Câmara, ano 2007, tendo apenas em conta aquelas obras e dotações a serem especificamente referenciadas para esta Freguesia.
1 – Destacamos aquelas obras “repetidas” que já deveriam estar feitas e a ser usufruídas, há anos, pela População : - Parque Merendeiro (na Mata atrás da Escola); rectificação e pavimentação da Estrada Velha.
Aliás, o que mais gostaríamos, mesmo, é que estas duas obras já não tivessem que constar do próximo “Plano de Actividades” da Câmara por terem sido feitas entretanto, mas...
2 – Recuperação – calcetamento – da rua Dr. António Marques Antunes (e início da Estrada Velha) – da rua Manuel Augusto da Silva – da rua Dr. Francisco Antunes – que são ruas junto ao Jardim / Largo do Rossio.
É obra para 2 500 metros quadrados de calçada.
2.1 – Fazemos um especial apelo para a recuperação – calcetamento - da Rua Dr. António Marques Antunes por ser aquela que passa junto à “Capelinha Mortuária” e porque, de facto, está em muito mau estado.
3 – Construção de novo edifício – anexo aos edifícios das Escolas situadas nesta Freguesia – com salão/refeitório e salão polivalente.
Apenas como indicação, será obra para 50 mil Euros.
4 – Construção de sanitários no Cemitério.
EN – 231 - 2 (Estrada Nova)
Subsiste o problema da (falta de) rectificação da EN – 231 – 2 (Estrada Nova) e o arranjo das respectivas valetas (pôr-lhes tampas por cima) dentro da Povoação, uma das melhorias a fazer considerando a segurança dos peões.
Setembro de 2006
O Presidente da Junta de Freguesia de Vila Franca da Beira
João Dinis
Telem. 91 998 52 52
Assunto: - propostas para o próximo “Plano de Actividades e Orçamento” da Câmara, ano 2007, tendo apenas em conta aquelas obras e dotações a serem especificamente referenciadas para esta Freguesia.
1 – Destacamos aquelas obras “repetidas” que já deveriam estar feitas e a ser usufruídas, há anos, pela População : - Parque Merendeiro (na Mata atrás da Escola); rectificação e pavimentação da Estrada Velha.
Aliás, o que mais gostaríamos, mesmo, é que estas duas obras já não tivessem que constar do próximo “Plano de Actividades” da Câmara por terem sido feitas entretanto, mas...
2 – Recuperação – calcetamento – da rua Dr. António Marques Antunes (e início da Estrada Velha) – da rua Manuel Augusto da Silva – da rua Dr. Francisco Antunes – que são ruas junto ao Jardim / Largo do Rossio.
É obra para 2 500 metros quadrados de calçada.
2.1 – Fazemos um especial apelo para a recuperação – calcetamento - da Rua Dr. António Marques Antunes por ser aquela que passa junto à “Capelinha Mortuária” e porque, de facto, está em muito mau estado.
3 – Construção de novo edifício – anexo aos edifícios das Escolas situadas nesta Freguesia – com salão/refeitório e salão polivalente.
Apenas como indicação, será obra para 50 mil Euros.
4 – Construção de sanitários no Cemitério.
EN – 231 - 2 (Estrada Nova)
Subsiste o problema da (falta de) rectificação da EN – 231 – 2 (Estrada Nova) e o arranjo das respectivas valetas (pôr-lhes tampas por cima) dentro da Povoação, uma das melhorias a fazer considerando a segurança dos peões.
Setembro de 2006
O Presidente da Junta de Freguesia de Vila Franca da Beira
João Dinis
Telem. 91 998 52 52
2 de outubro de 2006
Treinos para a Rampa das Cangostas em Carrinhos de Rolamentos
Como o tempo estava de feição, um grupo de jovens vilafranquenses acompanhado pelos familiares, efectuou treinos para este evento que se aproxima.



Foi geral, até entre a assistência, a adrenalina das descidas e já com alguns despistes, peões e sustos. A coisa promete para o próximo domingo
Tarde Cultural
Aproveitando o feriado nacional, a U.D.V. promove no próximo a partir das 14h00 do dia 05 de Outubro, uma tarde cultural com a presença dos " Avós da Cordinha ", grupo dos idosos que frequentam o Centro de Dia do Centro Social e Paroquial de Ervedal da Beira, com o Grupo de Cantares do Rancho Rosas de Vila Franca da Beira e com o Rancho Folclórico " Estrelas da Manhã " de Andorinha - Travanca de Lagos.

Após as actuações, será servido um lanche à base de produtos regionais,tais como queijo da Serra, requeijão, broas, arroz doce á moda de Vila Franca, jeropiga, bolos e doces caseiros, etc. .
Enfim, mais uma oportunidade de convívio entre as gentes vilafranquenses.
Lançamento de Romance
No próximo sábado, dia 07 de Outubro é lançado no Salão de Festas da U.D.V., o novo romance de Ermelinda da Silva
" A Aldeia dos Ventos
- Lágrimas que a alma chora "
Este evento, que contará com a presença de várias individualidades do concelho, será precedido de um Porto de Honra.
" A Aldeia dos Ventos
- Lágrimas que a alma chora "
Este evento, que contará com a presença de várias individualidades do concelho, será precedido de um Porto de Honra.
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