29 de agosto de 2008
22 de julho de 2008
21 de julho de 2008
Festival Folclórico; Exposição de Ana Maria Borges Diniz
- XV Festival Folclórico -
Na tarde do passado Domingo, 20 de Julho, 2008, realizou-se o " XVFestival Folclórico " com organização a cargo do Rancho Rosas de Vila Franca da Beira.
Desta vez, o local escolhido para o efeito foi o novo e aprazível "Parque Merendeiro e de Lazer" instalado na Mata atrás das Escolas.

Com uma temperatura a puxar para o quente estival, os quatro Ranchos Folclóricos envolvidos - com destaque para o anfitrião – tiveram oportunidade para se exibirem nos seus diferentes reportórios e características. Sempre com agrado geral, aliás como é costume.
Muita Gente a ver e a apreciar.
Ao lado, funcionavam o Bar e uma Quermesse.

Muitas Crianças "voavam" em correrias pela Mata enquanto outras praticavam na "pista de manutenção" do Parque. Outras, ainda, divertiam-se no "Parque Infantil" do recreio escolar. Portanto, pólos de interesse para todas as idades.

Encerrou o Festival cerca das 20 horas e com grande sucesso.
Entretanto, na Sede da União, já se servia o Jantar aí mesmo preparado. Os Participantes foram servidos "por turnos", consoante cada Rancho aí chegava. Ao todo, foi-nos dito, assim jantaram 350 pessoas. Um festão! Parabéns ao Rancho Rosas de Vila Franca da Beira.
- Exposição organizada por Ana Maria Borges Diniz -
Paralelamente ao Festival Folclórico, em tenda expressamente montada para o efeito no "Parque Merendeiro e de Lazer", Ana Maria Borges Diniz -- a nossa Conterrânea nascida e residente na Argentina - expôs trabalhos de Artesanato Argentino provenientes do "Instituto de Folklore Y Artesanias Argentinas", em que lecciona.
Ao lado, expôs também Fotos que ela foi tirando durante as visitas que regularmente faz a Vila Franca da Beira e a Portugal.

Dois irmãos seus ajudavam na montagem "improvisada" da exposição... Um deles é autor de uma valsa dedicada à Fonte do Bóquedo, com letra em castelhano, naturalmente.
As fotos expostas despertaram enorme curiosidade nos Vilafranquenses, a começar por alguns dos retratados, obviamente.
Ana Maria ofertou à Freguesia uma parte da exposição fotográfica.

Também entregou à Freguesia uma escultura artesanal, "Virgem de Lújan", ofertada, pelo referido Instituto, obra executada por um conhecido artista argentino, Américo Soler, também ele professor no mesmo Instituto.

Houve oportunidade para exprimir publicamente o reconhecimento e a gratidão da Freguesia pela iniciativa. A Ana Maria ofertou-se algumas "recordações" da nossa Freguesia, inclusivé para o próprio "Instituto de Folklore Y Artesanias Argentinas".
Aqui se reitera esses agradecimentos e desde já se faz votos para que Ana Maria regresse cá, para o ano.

Jano
Nota:- As fotos dos eventos foram enviadas pela própria Ana Maria Diniz.
19 de julho de 2008
Ana Maria Borges Diniz expõe fotos e artesanato
A nossa Conterrânea - embora nascida e residente na Argentina -- Ana Maria Borges Diniz está outra vez de visita a Vila Franca da Beira, aliás acompanhada por dois irmãos.

Ana Maria costuma colaborar nesta página Net.
Oportunidade então para revisitar a Terra e os seus encantos. A Fonte do Bôquedo é quase um dos seus locais "de culto". Não admira, pois o seu pai, António " El Portugués" - como era conhecido na Argentina para onde emigrara - referia-se amiúde a esta Fonte do Bôquedo, que se mantém sempre semi-selvagem, escondida e fresca perto das Fontes Laceiras. Um dos irmãos de Ana Maria, Juan Carlos Borges, dedicou-lhe uma Valsa de sua autoria, obviamente cantada em espanhol.
Ana Maria trouxe uma exposição fotográfica com imagens que ela foi recolhendo nas anteriores visitas, que pode ser vista na Sede da União Desportiva e Tuna Vilafranquense, UDV. Simultaneamente, também estão expostas peças de artesanato provenientes da Escola em que Ana Maria lecciona, na Argentina.
Amanhã, 20 de Julho, dia do Festival Folclórico (anual) promovido pelo Rancho Rosas de Vila Franca da Beira, a exposição poderá ser apreciada no Parque Merendeiro, onde este ano o Festival se realiza. Depois, regressará à Sede da União por mais dois ou três dias.
Aqui se agradece a gentileza de Ana Maria Borges Diniz e se faz votos para que continue a visitar-nos, sempre.
Jano
14 de julho de 2008
Vila Franca da Beira - Torneio de Ténis - 2008
Resultados:.
Para aumentar a imagem, click sobre a mesma
Chegou ao fim mais uma edição do Torneio de Ténis de Vila Franca da Beira e desta feita foi a 6ª Edição.
Luís Marques foi o grande vencedor do torneio enfrentando na final João Dinis que ainda ganhou o primeiro set. Após perder o 1º set com uma dupla falta, Luís Marques nunca desanimou e continou num jogo de ataque e com muita colocação o que forçou os erros de João Dinis que começou também a acusar algum cansanço a meio do segundo set. Luís Marques fechou o encontro com os parcias de 3-6; 6-3 e 6-1.
Participaram 16 tenistas neste torneio que se realizou no polidesportivo de Vila Franca da Beira e nos dois campos do Clube de Ténis de Oliveira do Hospital durante os dias de 12 e 13 de Julho.

Como vem sendo habitual, decorreu no dia de Sábado, 12 de Julho, um jantar de convívio entre vários tenistas e amigos no restaurante Cristina em Aldeia Formosa.
A organização agradece a todos aqueles que ajudaram na realização deste torneio, principalmente à Câmara Municipal de Oliveira do Hospital, à junta de freguesia de Vila Franca da Beira e claro, a todos os tenistas que participaram neste torneio.
Organização do torneio
João Frade
Chegou ao fim mais uma edição do Torneio de Ténis de Vila Franca da Beira e desta feita foi a 6ª Edição.
Luís Marques foi o grande vencedor do torneio enfrentando na final João Dinis que ainda ganhou o primeiro set. Após perder o 1º set com uma dupla falta, Luís Marques nunca desanimou e continou num jogo de ataque e com muita colocação o que forçou os erros de João Dinis que começou também a acusar algum cansanço a meio do segundo set. Luís Marques fechou o encontro com os parcias de 3-6; 6-3 e 6-1.
Participaram 16 tenistas neste torneio que se realizou no polidesportivo de Vila Franca da Beira e nos dois campos do Clube de Ténis de Oliveira do Hospital durante os dias de 12 e 13 de Julho.
Como vem sendo habitual, decorreu no dia de Sábado, 12 de Julho, um jantar de convívio entre vários tenistas e amigos no restaurante Cristina em Aldeia Formosa.
A organização agradece a todos aqueles que ajudaram na realização deste torneio, principalmente à Câmara Municipal de Oliveira do Hospital, à junta de freguesia de Vila Franca da Beira e claro, a todos os tenistas que participaram neste torneio.
Organização do torneio
João Frade
13 de julho de 2008
António El Português
Esta música é uma homenagem a António Borges Dinis, Vilafranquense emigrado na Argentina, onde faleceu, já neste século, e cujos filhos Ana Maria, Amadeu e Juan se encontram, presentemente em Vila Franca, de férias.
A letra e a música desta obra são da autoria do seu filho Juan Carlos.
A letra e a música desta obra são da autoria do seu filho Juan Carlos.
12 de julho de 2008
11 de julho de 2008
6 de julho de 2008
1 de junho de 2008
Comemoração dos 20 anos da Freguesia de Vila Franca da Beira
Algumas notas filmadas das Comemorações
31 de maio de 2008
Comemoração do 20º. Aniversário da criação da Freguesia de VILA FRANCA DA BEIRA
Discurso do Snr. Presidente da Junta de Freguesia, na Sessão do dia 23 de Maio de 2008

Conterrâneas e Conterrâneos;
Autarcas e ex-Autarcas da nossa Freguesia;
Convidados e Amigos;
Minhas Senhoras e Meus Senhores:
De facto, foi a 23 de Maio de 1988 que foi publicada, em Diário da República, a elevação de Vila Franca da Beira a Freguesia.
Também por isso, assim comemoramos o Vigésimo Aniversário – os 20 Anos – da nossa jovem Freguesia.
Nesta data, começamos por lembrar todos os Vilafranquenses que se empenharam na criação da Freguesia e, em particular, de novo homenageamos a acção e a memória do Dr. António Marques Frade, o grande impulsionador da nossa autonomia administrativa.
Assinalamos, e agradecemos, o importante apoio que na altura tivemos por parte de alguns Ervedalenses.
Saudamos todos os nossos Autarcas anteriores, na pessoa do primeiro Presidente da Junta de Freguesia, Sr. Artur Tavares de Campos Júnior, e na pessoa do primeiro Presidente da Assembleia de Freguesia, Engº Manuel Ribeiro de Almeida.
Em nome dos actuais Autarcas, e em meu nome pessoal, aqui agradeço a todas e a todos (as)os Vilafranquenses pela confiança em nós depositada quando nos elegem.
Aqui se agradece toda a colaboração que, de alguma forma, os Vilafranquenses e Amigos têm dado à Freguesia. Essa colaboração é preciosa e muito contribui para o progresso da nossa Terra.
Vila Franca da Beira é terra de Francas Gentes e assim deve continuar.
Mas é justo destacar a bela generosidade de dois Beneméritos da Freguesia:- o Sr. Manuel Escada Almeida e o Sr. António dos Santos Lopes, cujos muito apreciáveis donativos e outros apoios tornaram possível fazer-se muito daquilo que tem sido feito, desde a criação da Freguesia.
Minhas Senhoras e Meus Senhores:
Valeu a pena termos criado esta nossa Freguesia !
Passámos a eleger os nossos Conterrâneos com quem nos cruzamos praticamente todos os dias. Temos a sede da Junta à beira da porta. A Freguesia tem agora a possibilidade de decidir fazer autonomamente algumas obras. Sim, valeu a pena !
Agradecemos também a colaboração, de entre outras Entidades, da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital; do Centro Social e Paroquial de Ervedal da Beira; da ADIBER; dos Médicos do Centro de Saúde que aqui têm prestado serviço no nosso “Posto Avançado de Acompanhamento a Idosos” ou “Posto Médico”.
E com a maior satisfação pedimos uma grande salva de palmas para o Rancho Rosas de Vila Franca da Beira que hoje aqui actuou no momento em que também festeja o seu 22º Aniversário. Portanto, uma grande salva de palmas !
Peço ainda uma grande salva de palmas para a Direcção da União Desportiva e Tuna Vilafranquense, UDV; para a Comissão de Melhoramentos de Vila Franca da Beira; para a Comissão da Capela; para os Professores, Encarregados de Educação e Alunos do Núcleo Escolar de Vila Franca da Beira e Aldeia Formosa; para todas e todos que trabalham para tornar possível este nosso Convívio e ainda para quem, hoje, amanhã e sempre connosco queira colaborar ! Uma salva de palmas !
Vivemos aqui momentos de festa e de convívio em que desejavelmente seja possível partilharmos muita alegria e satisfação, em conjunto. E, neste momento, são esses os sentimentos mais importantes e aqueles que mais queremos ter. Estamos aqui a festejar e a comemorar os 20 Anos da nossa jovem Freguesia !
Mas, como mais ou menos todos sabemos e sentimos, a vida não está nada fácil para a larga maioria das Portuguesas e dos Portugueses. Mesmo sobre a nossa Freguesia, pairam várias dificuldades e algumas ameaças sérias.
Da parte da Autarquia, nós temos informado regularmente os Vilafranquenses acerca das nossas maiores aspirações, dos problemas e dessas ameaças. Não vamos agora aqui pormenorizar que hoje é dia de festa.
Porém, Conterrâneas e Conterrâneos, aqui Vos peço, também hoje, para que se mantenham exigentes quanto ao nosso trabalho na Autarquia Vilafranquense.
Sobretudo aqui Vos peço que não deixem, nunca, que alguém, seja lá quem for, Vos desrespeite enquanto Pessoas e não permitam, nunca, que alguém pretenda passar por cima dos Vossos direitos enquanto Cidadãs e Cidadãos dos melhores que há em Portugal .
A nossa Freguesia e o nosso País precisam dessa Vossa exigência democrática perante o trabalho dos eleitos - e sejam lá eles quem forem - ou sejam eles eleitos aqui na Freguesia ou na Assembleia da República ou em qualquer outro Órgão de Soberania.
Mas com toda a convicção também Vos peço que se mantenham disponíveis e dispostos a lutar pelos nossos direitos e interesses. Só assim vamos conseguir defender o que já cá temos feito, e só assim vamos conseguir fazer muito daquilo que, cá, ainda não está feito.
Sim, Vila Franca da Beira também é Terra de Gente firme e assim deve continuar !
Viva Vila Franca da Beira ! Viva Portugal !
23 de Maio de 2008
O Presidente da Junta de Freguesia de Vila Franca da Beira
João Dinis
Autarcas e ex-Autarcas da nossa Freguesia;
Convidados e Amigos;
Minhas Senhoras e Meus Senhores:
De facto, foi a 23 de Maio de 1988 que foi publicada, em Diário da República, a elevação de Vila Franca da Beira a Freguesia.
Também por isso, assim comemoramos o Vigésimo Aniversário – os 20 Anos – da nossa jovem Freguesia.
Nesta data, começamos por lembrar todos os Vilafranquenses que se empenharam na criação da Freguesia e, em particular, de novo homenageamos a acção e a memória do Dr. António Marques Frade, o grande impulsionador da nossa autonomia administrativa.
Assinalamos, e agradecemos, o importante apoio que na altura tivemos por parte de alguns Ervedalenses.
Saudamos todos os nossos Autarcas anteriores, na pessoa do primeiro Presidente da Junta de Freguesia, Sr. Artur Tavares de Campos Júnior, e na pessoa do primeiro Presidente da Assembleia de Freguesia, Engº Manuel Ribeiro de Almeida.
Em nome dos actuais Autarcas, e em meu nome pessoal, aqui agradeço a todas e a todos (as)os Vilafranquenses pela confiança em nós depositada quando nos elegem.
Aqui se agradece toda a colaboração que, de alguma forma, os Vilafranquenses e Amigos têm dado à Freguesia. Essa colaboração é preciosa e muito contribui para o progresso da nossa Terra.
Vila Franca da Beira é terra de Francas Gentes e assim deve continuar.
Mas é justo destacar a bela generosidade de dois Beneméritos da Freguesia:- o Sr. Manuel Escada Almeida e o Sr. António dos Santos Lopes, cujos muito apreciáveis donativos e outros apoios tornaram possível fazer-se muito daquilo que tem sido feito, desde a criação da Freguesia.
Minhas Senhoras e Meus Senhores:
Valeu a pena termos criado esta nossa Freguesia !
Passámos a eleger os nossos Conterrâneos com quem nos cruzamos praticamente todos os dias. Temos a sede da Junta à beira da porta. A Freguesia tem agora a possibilidade de decidir fazer autonomamente algumas obras. Sim, valeu a pena !
Agradecemos também a colaboração, de entre outras Entidades, da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital; do Centro Social e Paroquial de Ervedal da Beira; da ADIBER; dos Médicos do Centro de Saúde que aqui têm prestado serviço no nosso “Posto Avançado de Acompanhamento a Idosos” ou “Posto Médico”.
E com a maior satisfação pedimos uma grande salva de palmas para o Rancho Rosas de Vila Franca da Beira que hoje aqui actuou no momento em que também festeja o seu 22º Aniversário. Portanto, uma grande salva de palmas !
Peço ainda uma grande salva de palmas para a Direcção da União Desportiva e Tuna Vilafranquense, UDV; para a Comissão de Melhoramentos de Vila Franca da Beira; para a Comissão da Capela; para os Professores, Encarregados de Educação e Alunos do Núcleo Escolar de Vila Franca da Beira e Aldeia Formosa; para todas e todos que trabalham para tornar possível este nosso Convívio e ainda para quem, hoje, amanhã e sempre connosco queira colaborar ! Uma salva de palmas !
Vivemos aqui momentos de festa e de convívio em que desejavelmente seja possível partilharmos muita alegria e satisfação, em conjunto. E, neste momento, são esses os sentimentos mais importantes e aqueles que mais queremos ter. Estamos aqui a festejar e a comemorar os 20 Anos da nossa jovem Freguesia !
Mas, como mais ou menos todos sabemos e sentimos, a vida não está nada fácil para a larga maioria das Portuguesas e dos Portugueses. Mesmo sobre a nossa Freguesia, pairam várias dificuldades e algumas ameaças sérias.
Da parte da Autarquia, nós temos informado regularmente os Vilafranquenses acerca das nossas maiores aspirações, dos problemas e dessas ameaças. Não vamos agora aqui pormenorizar que hoje é dia de festa.
Porém, Conterrâneas e Conterrâneos, aqui Vos peço, também hoje, para que se mantenham exigentes quanto ao nosso trabalho na Autarquia Vilafranquense.
Sobretudo aqui Vos peço que não deixem, nunca, que alguém, seja lá quem for, Vos desrespeite enquanto Pessoas e não permitam, nunca, que alguém pretenda passar por cima dos Vossos direitos enquanto Cidadãs e Cidadãos dos melhores que há em Portugal .
A nossa Freguesia e o nosso País precisam dessa Vossa exigência democrática perante o trabalho dos eleitos - e sejam lá eles quem forem - ou sejam eles eleitos aqui na Freguesia ou na Assembleia da República ou em qualquer outro Órgão de Soberania.
Mas com toda a convicção também Vos peço que se mantenham disponíveis e dispostos a lutar pelos nossos direitos e interesses. Só assim vamos conseguir defender o que já cá temos feito, e só assim vamos conseguir fazer muito daquilo que, cá, ainda não está feito.
Sim, Vila Franca da Beira também é Terra de Gente firme e assim deve continuar !
Viva Vila Franca da Beira ! Viva Portugal !
23 de Maio de 2008
O Presidente da Junta de Freguesia de Vila Franca da Beira
João Dinis
26 de maio de 2008
8 de maio de 2008
2 de abril de 2008
Engenho e Arte
VER ABAIXO REPORTAGEM DA SIC
Fernando "Mariano" é um vilafranquense bem conhecido, pois aqui nasceu na primeira metade do século passado.
Hoje vamos entrevistá-lo, sobre o melhor que sabe fazer - trabalhos relacionados com o ferro e outros metais, forjados ou cortados, retorcidos ou lisos, mas sempre caldeados com o seu imprescindível “toque de engenho e arte”.
Homem habilidoso está sempre desperto para a resolução dos problemas relacionados com o seu “métier” e que, às vezes, são mesmo problemas “do arco da velha”.
De há uns tempos a esta parte, ocupa-se, com afã, na concretização de um velho sonho – construir um automóvel. Em tempos passados já tinha tentado algo semelhante, mas foi agora, apetrechado de maior saber de experiência feito, e tirando partido das “novas tecnologias”, que decidiu criar um “novo modelo”. Ei-lo aqui a demonstrar que interioridade e criatividade não são incompatíveis, e deitando mão dos poucos materiais de que dispõe, faz jus à frase do nosso grande Fernando Pessoa “ Deus quer, o Homem sonha, a Obra nasce".
Nada melhor que escutá-lo em discurso directo.
Passado um mês, após a publicação do vídeo acima, no dia 2 de Maio, a SIC transmitiu uma reportagem / entrevista com o meu primo Fernando "Mariano", sobre este mesmo assunto.
Para aceder à referida reportagem, click sobre o emblema da SIC:
Para aceder à referida reportagem, click sobre o emblema da SIC:
1 de abril de 2008
Aleluias - 2008
Como é tradição, também este ano, na noite de sábado para Domingo de Páscoa, cantaram-se as “Aleluias” em Vila Franca da Beira.
Desta vez, o grupo contou com a participação do Carlos Sacristão, com a sua voz e o seu instrumento musical preferido, o acordeão. Ainda na manhã do próprio sábado, o Carlos, punha em dúvida o sucesso da actuação, pois o tempo meteorológico ameaçava com frio e chuva forte.
Desta vez, o grupo contou com a participação do Carlos Sacristão, com a sua voz e o seu instrumento musical preferido, o acordeão. Ainda na manhã do próprio sábado, o Carlos, punha em dúvida o sucesso da actuação, pois o tempo meteorológico ameaçava com frio e chuva forte.
Felizmente, tudo correu bem e cumpriu-se mesmo a tradição. Durante o percurso esfriou bastante mas não choveu, e o Carlos ficou contente porque uma das suas preocupações era molhar o instrumento!
Para o ano há mais…
20 de janeiro de 2008
20 de dezembro de 2007
14 de novembro de 2007
“ ENTERRO DO S. MARTINHO ” – em VILA FRANCA DA BEIRA
11 NOVEMBRO – 2007
A “função” preparou-se desde há vários dias antes da data tradicional, o dia 11 de Novembro, para todos os efeitos o “Dia de S. Martinho” – incluindo para o respectivo “Enterro”, em Vila Franca da Beira...
Enfim, embora de forma muito expedita, já antes se tinha preparado:- o “cadáver” do S. Martinho – um boneco de palha mas com fato e gravata; a padiola para transportar o boneco; a “Irmandade do S. Martinho”; os archotes (dos de jardim); a aparelhagem sonora; a vestimenta do “padre”, no caso o Carlos Lameiras, de alcunha o “Sacristão”; alguns “adereços”; fogo de artifício; um grande cartaz de divulgação da “cerimónia”.
De qualquer forma, trabalho preparatório de que mais se encarregaram o Amadeu Monteiro,“Jordão” e o Jorge Perereira, “Músico” (entre outros).
Então, cerca das 21 horas, o estralejar de alguns foguetes avisou o Povo que se avizinhava a saída do “Enterro do S. Martinho”, como de habitual desde o Largo do Rossio.
Apaga-se por completo a iluminação pública, de propósito. Para assim condensar melhor o ambiente e aproximá-lo de outros tempos, nesta noite estrelada e quase fria, de 11 de Novembro, 2007, em Vila Franca da Beira.
De um pátio próximo, avança a “Irmandade de S. Martinho” em formação de duas alas, pelo limite da rua, segurando na mão os archotes já acesos. Cobrem-se, os “Irmãos” e as “Irmãs”, com um pano branco, buraco a meio para enfiar pela cabeça, imitando o estilo das “opas” das irmandades normais. À frente e a meio das duas alas da “Irmandade”, vai um “Irmão” segurando, ao alto, um “rodo” daqueles que serviam e ainda servem para tirar as brasas de dentro dos mais tradicionais fornos ( a lenha ) de cozer pão. No escuro da noite, sobressai bastante esta “Irmandade do S. Martinho”. É uma das inovações dentro desta tradição...
Logo atrás, vem a padiola, com o boneco de palha deitado, tamanho natural, simbolizando o cadáver do “S. Martinho”. No meio das pernas do boneco, vê-se, “claramente vista”, uma alta e empinada protuberância coberta por um ténue pano... O “padre” – no caso o Carlos “Sacristão” – trajado a preceito, de imediato engrola as suas “deixas” e “contra-deixas”. É vasto o seu reportório, desde o latinório - que memorizou quando era efectivamente o sacristão da Terra – à brejeirice e passando, bastas vezes aliás, pelo vernáculo puro e duro. Provoca risos e admiração este desempenho em catadupa e por vezes adornado com “muafas” de corpo ou esgares de rosto do Carlos “Sacristão”. Vem ajudado pelo Vitor “Bufo” e pelo Ernesto que nunca falham. Com alguma pena, verifica-se a ausência do António “Zangarilho” cuja avançada idade já o impede de folias.
Imediatamente a seguir, concentra-se o grupo das “Viúvas do S. Martinho”. De negro vestidas, ainda mais negras ficam a parecer no breu da noite. A espaços berram e “guincham”, a compasso. Exprimem assim a “dolorosa” perda do seu (delas) vigoroso e sobre-dotado amante, o “S. Martinho”, ali amortalhado e em cortejo supostamente fúnebre. Então, dá-se bem conta, os berros e guinchos das “Viúvas” agudizam-se e prolongam-se mais, de todas as vezes que escorrega o tal pano e escancara a protuberância colocada entre as pernas do boneco. Trata-se da genitália, erecta e firme, do suposto S. Martinho, afinal um enorme “falo”, daqueles bem conhecidos, em louça “das Caldas”...
Assinale-se que esta “inovação” introduzida (salvo seja...) nos últimos anos, também não fazia parte dos adereços tradicionais. Mas está a impor-se e parece que sem escandalizar especialmente... Aliás, motivou até uma cena exuberante, digamos assim, quando uma mulher desinibida e que assistia ao “Enterro”, resolveu fazer um “número” arrojado ao debruçar-se e ao tocar no “das Caldas” com evidentes “sugestões” eróticas... Poderemos então admitir (com pretensões antropológicas) que se trata de uma evolução para uma espécie de ritual da fertilidade (não, não vamos pretender o erotismo, o que seria mais complicado...).
E do Rossio se foi pelo Largo da Capela, pelo Cimo do Povo, pelo Largo do Cruzeiro, e daqui se desceu até ao Largo do Rossio, a fechar o “ó”.
Aí, no final, o muito Povo rodeia o poste onde é pendurado o boneco de palha, ao alto. O Carlos “Sacristão” esbraceja num derradeiro esforço, e “encomenda” de vez o “ S. Martinho”...
Bota-se fogo ao boneco. Tremem de início mas engrossam e logo resfolegam as chamas, boneco acima e adentro. Entretanto, já “alguém” pôs a salvo a vistosa genitália do “S. Martinho”. Fica para a próxima...
O Povo mantém-se todo “condensado” à volta, olhos postos nas chamas. A garotada arregala-se e arreganha-se ainda mais que o habitual.
Desabam do poste os restos do boneco. Acabam as chamas terminais já no chão, na calçada do Largo do Rossio. Eis quando sobem e estralejam foguetes e silva frenética uma bateria pirotécnica daquelas de alumiar, “de lágrimas”, enquanto acelera para o alto e explode, lá em cima.
Lá muito, muito mais acima, o céu estrelado cintila. Não há nuvens, não há lua. As sombras das coisas, e as silhuetas das Gentes, mantêm-se à nossa frente e por todos os lados. Penetram em nós também e provocam sensações indefiníveis. Até se acender a Iluminação Pública e assim se marcar melhor o fim daquela “função” e o regresso à vida quotidiana dos mortais. O Povo está serenado. Amaciaram-se os deuses, os bons e os maus...
E dali, às 22 horas e 30, vamos até à Sede da União, da UDV, onde vai ser servido o “Magusto”. Claro que com Castanhas assadas. E com Jeropiga (ou “jorpiga”) da caseira, macia – a “flanela” - como em alegoria lhe chamava o “Velhão”, este, porventura o conterrâneo mais “castiço” de que há memória em Vila Franca da Beira. E mais vinho “dão”, caseiros, a acompanhar.
Viva o solstício! Viva a comunhão entre as Gentes, as Tradições e a Natureza!
E até 11 de Novembro de 2008...
A “função” preparou-se desde há vários dias antes da data tradicional, o dia 11 de Novembro, para todos os efeitos o “Dia de S. Martinho” – incluindo para o respectivo “Enterro”, em Vila Franca da Beira...
Enfim, embora de forma muito expedita, já antes se tinha preparado:- o “cadáver” do S. Martinho – um boneco de palha mas com fato e gravata; a padiola para transportar o boneco; a “Irmandade do S. Martinho”; os archotes (dos de jardim); a aparelhagem sonora; a vestimenta do “padre”, no caso o Carlos Lameiras, de alcunha o “Sacristão”; alguns “adereços”; fogo de artifício; um grande cartaz de divulgação da “cerimónia”.
De qualquer forma, trabalho preparatório de que mais se encarregaram o Amadeu Monteiro,“Jordão” e o Jorge Perereira, “Músico” (entre outros).
Então, cerca das 21 horas, o estralejar de alguns foguetes avisou o Povo que se avizinhava a saída do “Enterro do S. Martinho”, como de habitual desde o Largo do Rossio.
Apaga-se por completo a iluminação pública, de propósito. Para assim condensar melhor o ambiente e aproximá-lo de outros tempos, nesta noite estrelada e quase fria, de 11 de Novembro, 2007, em Vila Franca da Beira.
De um pátio próximo, avança a “Irmandade de S. Martinho” em formação de duas alas, pelo limite da rua, segurando na mão os archotes já acesos. Cobrem-se, os “Irmãos” e as “Irmãs”, com um pano branco, buraco a meio para enfiar pela cabeça, imitando o estilo das “opas” das irmandades normais. À frente e a meio das duas alas da “Irmandade”, vai um “Irmão” segurando, ao alto, um “rodo” daqueles que serviam e ainda servem para tirar as brasas de dentro dos mais tradicionais fornos ( a lenha ) de cozer pão. No escuro da noite, sobressai bastante esta “Irmandade do S. Martinho”. É uma das inovações dentro desta tradição...
Logo atrás, vem a padiola, com o boneco de palha deitado, tamanho natural, simbolizando o cadáver do “S. Martinho”. No meio das pernas do boneco, vê-se, “claramente vista”, uma alta e empinada protuberância coberta por um ténue pano... O “padre” – no caso o Carlos “Sacristão” – trajado a preceito, de imediato engrola as suas “deixas” e “contra-deixas”. É vasto o seu reportório, desde o latinório - que memorizou quando era efectivamente o sacristão da Terra – à brejeirice e passando, bastas vezes aliás, pelo vernáculo puro e duro. Provoca risos e admiração este desempenho em catadupa e por vezes adornado com “muafas” de corpo ou esgares de rosto do Carlos “Sacristão”. Vem ajudado pelo Vitor “Bufo” e pelo Ernesto que nunca falham. Com alguma pena, verifica-se a ausência do António “Zangarilho” cuja avançada idade já o impede de folias.
Imediatamente a seguir, concentra-se o grupo das “Viúvas do S. Martinho”. De negro vestidas, ainda mais negras ficam a parecer no breu da noite. A espaços berram e “guincham”, a compasso. Exprimem assim a “dolorosa” perda do seu (delas) vigoroso e sobre-dotado amante, o “S. Martinho”, ali amortalhado e em cortejo supostamente fúnebre. Então, dá-se bem conta, os berros e guinchos das “Viúvas” agudizam-se e prolongam-se mais, de todas as vezes que escorrega o tal pano e escancara a protuberância colocada entre as pernas do boneco. Trata-se da genitália, erecta e firme, do suposto S. Martinho, afinal um enorme “falo”, daqueles bem conhecidos, em louça “das Caldas”...
Assinale-se que esta “inovação” introduzida (salvo seja...) nos últimos anos, também não fazia parte dos adereços tradicionais. Mas está a impor-se e parece que sem escandalizar especialmente... Aliás, motivou até uma cena exuberante, digamos assim, quando uma mulher desinibida e que assistia ao “Enterro”, resolveu fazer um “número” arrojado ao debruçar-se e ao tocar no “das Caldas” com evidentes “sugestões” eróticas... Poderemos então admitir (com pretensões antropológicas) que se trata de uma evolução para uma espécie de ritual da fertilidade (não, não vamos pretender o erotismo, o que seria mais complicado...).
E do Rossio se foi pelo Largo da Capela, pelo Cimo do Povo, pelo Largo do Cruzeiro, e daqui se desceu até ao Largo do Rossio, a fechar o “ó”.
Aí, no final, o muito Povo rodeia o poste onde é pendurado o boneco de palha, ao alto. O Carlos “Sacristão” esbraceja num derradeiro esforço, e “encomenda” de vez o “ S. Martinho”...
Bota-se fogo ao boneco. Tremem de início mas engrossam e logo resfolegam as chamas, boneco acima e adentro. Entretanto, já “alguém” pôs a salvo a vistosa genitália do “S. Martinho”. Fica para a próxima...
O Povo mantém-se todo “condensado” à volta, olhos postos nas chamas. A garotada arregala-se e arreganha-se ainda mais que o habitual.
Desabam do poste os restos do boneco. Acabam as chamas terminais já no chão, na calçada do Largo do Rossio. Eis quando sobem e estralejam foguetes e silva frenética uma bateria pirotécnica daquelas de alumiar, “de lágrimas”, enquanto acelera para o alto e explode, lá em cima.
Lá muito, muito mais acima, o céu estrelado cintila. Não há nuvens, não há lua. As sombras das coisas, e as silhuetas das Gentes, mantêm-se à nossa frente e por todos os lados. Penetram em nós também e provocam sensações indefiníveis. Até se acender a Iluminação Pública e assim se marcar melhor o fim daquela “função” e o regresso à vida quotidiana dos mortais. O Povo está serenado. Amaciaram-se os deuses, os bons e os maus...
E dali, às 22 horas e 30, vamos até à Sede da União, da UDV, onde vai ser servido o “Magusto”. Claro que com Castanhas assadas. E com Jeropiga (ou “jorpiga”) da caseira, macia – a “flanela” - como em alegoria lhe chamava o “Velhão”, este, porventura o conterrâneo mais “castiço” de que há memória em Vila Franca da Beira. E mais vinho “dão”, caseiros, a acompanhar.
Viva o solstício! Viva a comunhão entre as Gentes, as Tradições e a Natureza!
E até 11 de Novembro de 2008...
João Dinis, Jano
13 de novembro de 2007
JUNTA DE FREGUESIA DE VILA FRANCA DA BEIRA

BOLETIM DE INFORMAÇÃO - Novembro - 2007
PARQUE MERENDEIRO NA MATA ATRÁS DA ESCOLA
Depois de vários anos de espera, está finalmente a ser concluído o Parque Merendeiro, na Mata atrás da Escola.
É uma obra da Câmara e custa 52 mil Euros.
De uma forma ou de outra, colaboraram a Junta de Freguesia, a “Comissão de Melhoramentos” e Eng.ª Alzira Frade.
Depois de concluída a obra, espera-se que este agradável e equipado espaço, na Mata, possa servir bem a População e, especialmente até, as crianças da Escola.
ESTRADA NOVA VAI SER ARRANJADA PARA O ANO
E também já não será sem tempo…
Mas considerando que está para ser adjudicada, pela Câmara, a obra de recuperação de toda a estrada desde Oliveira até Felgueira Velha, é pois natural que a “nossa” Estrada Nova também seja melhorada durante o próximo ano de 2008.
É uma obra da responsabilidade da Câmara Municipal e com um custo total previsto superior a 2 milhões de Euros.
Prevê-se a instalação de uma Rotunda mais ou menos na zona onde agora vem dar a estrada que vem de dentro do Ervedal. E nos dois cruzamentos principais dentro de Vila Franca, vão ser instaladas umas passadeiras elevadas. Ao mesmo tempo deverá ser pavimentada a Estrada Velha, com tapete betuminoso.
A nossa Freguesia também tem proposto à Câmara que sejam cobertas as duas valetas da Estrada Nova, dentro da Povoação e no espaço entre os dois Semáforos.
É NECESSÁRIO UM NOVO RESERVATÓRIO DA ÁGUA PÚBLICA
O “Depósito das Águas”, que está no cimo do Outeiro de Santa Margarida, já tem mais de 30 anos e está bastante estragado, para além de ser pequeno face ao consumo de água.
É suposto que, para o próximo ano, já venha água da Serra, da barragem da Senhora do Desterro, para abastecer a Rede Pública. Porém, essa água vai ficar bastante mais cara do que a água que agora temos do furo artesiano feito cá, pela Câmara, no final de 2005.
Quer dizer, hoje, Vila Franca da Beira não precisaria da água da Senhora do Desterro. Mas como o nosso Município entregou a exploração da Água da Rede Pública à Empresa “Águas do Zêzere e Côa”, agora, temos que “gramar” com água mais cara embora sem necessidade porque o furo artesiano tem-nos abastecido.
Nestas condições, tanto mais se justifica a construção de um novo Reservatório - maior e um pouco mais alto que o actual - para termos água com mais pressão na Rede.
A Freguesia está a colocar esta justa pretensão à Câmara. Espera-se que a Câmara corresponda, aliás como lhe compete.
CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIO ANEXO À ESCOLA
A Freguesia considera de grande relevância a consolidação como “Centro Escolar”, no âmbito do Agrupamento da Cordinha, da Escola do 1º Ciclo do Ensino Básico e da escola Pré-Primária que servem Vila Franca da Beira e Aldeia Formosa.
Como é sabido, também se considera muito importante a construção de um edifício anexo a estas duas Escolas. Edifício que, entre outras funções, sirva de Cantina e para suporte a certas Actividades Culturais e de Educação Física.
Portanto, esse Edifício anexo à Escola é uma obra do maior interesse para Vila Franca da Beira e para Aldeia Formosa.
Espera-se que Câmara Municipal e Ministério da Educação entendam e respeitem os nossos direitos muito legítimos. Mas muito convém que a População da Freguesia tome iniciativas de sensibilização quer da Câmara quer do Ministério da Educação.
ARRANJO DE CAMINHOS FLORESTAIS E AGRÍCOLAS
Durante o Verão, foi feito um grande arranjo nos principais caminhos agro-florestais, em metade da nossa Freguesia ( e também nas Freguesias vizinhas).
Entre outros, foram bastante melhorados os caminhos da Porta-Presa – Algar e do Vale – Lapa do Ribeiro.
Foi uma intervenção coordenada pelos Serviços Municipais e pelos Bombeiros e acompanhada pela Junta de Freguesia.
Já foram gastos mais de 16 mil Euros, dos quais 10 mil atribuídos pela Câmara Municipal para o efeito.
Presentemente, ainda falta fazer mais algumas melhorias que também dependem da Câmara Municipal.
A Junta de Freguesia, ao mesmo tempo que assinala os apoios já atribuídos pela Câmara Municipal, agradece a grande colaboração prestada por muitos proprietários.
Salienta também que esta intervenção nos caminhos agro-florestais permite melhores e mais rápidos acessos a várias zonas, sobretudo até em casos de emergência por eventuais incêndios.
Espera-se que, para o ano, se possa continuar no arranjo de mais caminhos, em especial na outra parte da Freguesia.
CANDIDATURAS A MAIS ELECTRIFICAÇÕES RURAIS
A Junta de Freguesia está a dinamizar a elaboração e apresentação, junto do Ministério da Agricultura, de duas candidaturas a projectos de “Electrificações Rurais”, aliás à semelhança daquilo que já antes se fez.
Os Proprietários confinantes estão a ser contactados e aqui se apela para que colaborem.
A seguir, espera-se que o Ministério da Agricultura aprove e mande executar as Electrificações Rurais em causa.
NOVOS CALCETAMENTOS
A Freguesia está a propor à Câmara Municipal o calcetamento das ruas (por calcetar) que passam junto ao Largo do Rossio. Trata-se da rua Manuel Augusto da Silva, da rua Dr. Francisco Antunes e da rua Dr. António Marques Antunes, esta última até à Estrada Velha.
Como se pode ver, está a “desfazer-se” o pavimento destas ruas alcatroadas há já uns 25 anos…
Porém, para lá da vasta área que estas ruas têm para calcetar, há o problema das condutas subterrâneas da Água da Rede também elas em mau estado – entre outros problemas -- uma vez que foram colocadas (enterradas) há mais de 25 anos.
Ou seja, não convém avançar-se para novos calcetamentos sem que, primeiro, sejam substituídas essas condutas da água e as ligações para as casas.
Portanto, uma e outra destas obras – a substituição das condutas da água e os novos calcetamentos destas ruas – dependem da Câmara Municipal.
Todavia, a Junta de Freguesia está a propor à Câmara a celebração de um “protocolo” com o objectivo de ser a Junta de Freguesia a enquadrar os novos calcetamentos.
Espera-se que a Câmara concorde, e rapidamente assuma aquilo que muito lhe compete fazer. E que assim apoie decisivamente a Junta de Freguesia e a População de Vila Franca da Beira também nestas obras muito necessárias.
OUTROS CALCETAMENTOS
Dentro em breve vão ser calcetadas ( para já a expensas da Freguesia) algumas pequenas ruas e também o Pátio das Ameixoeiras.
Ainda assim, tem significado a área total a calcetar uma vez que se aproxima muito dos mil metros quadrados.
Depois de vários anos de espera, está finalmente a ser concluído o Parque Merendeiro, na Mata atrás da Escola.
É uma obra da Câmara e custa 52 mil Euros.
De uma forma ou de outra, colaboraram a Junta de Freguesia, a “Comissão de Melhoramentos” e Eng.ª Alzira Frade.
Depois de concluída a obra, espera-se que este agradável e equipado espaço, na Mata, possa servir bem a População e, especialmente até, as crianças da Escola.
ESTRADA NOVA VAI SER ARRANJADA PARA O ANO
E também já não será sem tempo…
Mas considerando que está para ser adjudicada, pela Câmara, a obra de recuperação de toda a estrada desde Oliveira até Felgueira Velha, é pois natural que a “nossa” Estrada Nova também seja melhorada durante o próximo ano de 2008.
É uma obra da responsabilidade da Câmara Municipal e com um custo total previsto superior a 2 milhões de Euros.
Prevê-se a instalação de uma Rotunda mais ou menos na zona onde agora vem dar a estrada que vem de dentro do Ervedal. E nos dois cruzamentos principais dentro de Vila Franca, vão ser instaladas umas passadeiras elevadas. Ao mesmo tempo deverá ser pavimentada a Estrada Velha, com tapete betuminoso.
A nossa Freguesia também tem proposto à Câmara que sejam cobertas as duas valetas da Estrada Nova, dentro da Povoação e no espaço entre os dois Semáforos.
É NECESSÁRIO UM NOVO RESERVATÓRIO DA ÁGUA PÚBLICA
O “Depósito das Águas”, que está no cimo do Outeiro de Santa Margarida, já tem mais de 30 anos e está bastante estragado, para além de ser pequeno face ao consumo de água.
É suposto que, para o próximo ano, já venha água da Serra, da barragem da Senhora do Desterro, para abastecer a Rede Pública. Porém, essa água vai ficar bastante mais cara do que a água que agora temos do furo artesiano feito cá, pela Câmara, no final de 2005.
Quer dizer, hoje, Vila Franca da Beira não precisaria da água da Senhora do Desterro. Mas como o nosso Município entregou a exploração da Água da Rede Pública à Empresa “Águas do Zêzere e Côa”, agora, temos que “gramar” com água mais cara embora sem necessidade porque o furo artesiano tem-nos abastecido.
Nestas condições, tanto mais se justifica a construção de um novo Reservatório - maior e um pouco mais alto que o actual - para termos água com mais pressão na Rede.
A Freguesia está a colocar esta justa pretensão à Câmara. Espera-se que a Câmara corresponda, aliás como lhe compete.
CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIO ANEXO À ESCOLA
A Freguesia considera de grande relevância a consolidação como “Centro Escolar”, no âmbito do Agrupamento da Cordinha, da Escola do 1º Ciclo do Ensino Básico e da escola Pré-Primária que servem Vila Franca da Beira e Aldeia Formosa.
Como é sabido, também se considera muito importante a construção de um edifício anexo a estas duas Escolas. Edifício que, entre outras funções, sirva de Cantina e para suporte a certas Actividades Culturais e de Educação Física.
Portanto, esse Edifício anexo à Escola é uma obra do maior interesse para Vila Franca da Beira e para Aldeia Formosa.
Espera-se que Câmara Municipal e Ministério da Educação entendam e respeitem os nossos direitos muito legítimos. Mas muito convém que a População da Freguesia tome iniciativas de sensibilização quer da Câmara quer do Ministério da Educação.
ARRANJO DE CAMINHOS FLORESTAIS E AGRÍCOLAS
Durante o Verão, foi feito um grande arranjo nos principais caminhos agro-florestais, em metade da nossa Freguesia ( e também nas Freguesias vizinhas).
Entre outros, foram bastante melhorados os caminhos da Porta-Presa – Algar e do Vale – Lapa do Ribeiro.
Foi uma intervenção coordenada pelos Serviços Municipais e pelos Bombeiros e acompanhada pela Junta de Freguesia.
Já foram gastos mais de 16 mil Euros, dos quais 10 mil atribuídos pela Câmara Municipal para o efeito.
Presentemente, ainda falta fazer mais algumas melhorias que também dependem da Câmara Municipal.
A Junta de Freguesia, ao mesmo tempo que assinala os apoios já atribuídos pela Câmara Municipal, agradece a grande colaboração prestada por muitos proprietários.
Salienta também que esta intervenção nos caminhos agro-florestais permite melhores e mais rápidos acessos a várias zonas, sobretudo até em casos de emergência por eventuais incêndios.
Espera-se que, para o ano, se possa continuar no arranjo de mais caminhos, em especial na outra parte da Freguesia.
CANDIDATURAS A MAIS ELECTRIFICAÇÕES RURAIS
A Junta de Freguesia está a dinamizar a elaboração e apresentação, junto do Ministério da Agricultura, de duas candidaturas a projectos de “Electrificações Rurais”, aliás à semelhança daquilo que já antes se fez.
Os Proprietários confinantes estão a ser contactados e aqui se apela para que colaborem.
A seguir, espera-se que o Ministério da Agricultura aprove e mande executar as Electrificações Rurais em causa.
NOVOS CALCETAMENTOS
A Freguesia está a propor à Câmara Municipal o calcetamento das ruas (por calcetar) que passam junto ao Largo do Rossio. Trata-se da rua Manuel Augusto da Silva, da rua Dr. Francisco Antunes e da rua Dr. António Marques Antunes, esta última até à Estrada Velha.
Como se pode ver, está a “desfazer-se” o pavimento destas ruas alcatroadas há já uns 25 anos…
Porém, para lá da vasta área que estas ruas têm para calcetar, há o problema das condutas subterrâneas da Água da Rede também elas em mau estado – entre outros problemas -- uma vez que foram colocadas (enterradas) há mais de 25 anos.
Ou seja, não convém avançar-se para novos calcetamentos sem que, primeiro, sejam substituídas essas condutas da água e as ligações para as casas.
Portanto, uma e outra destas obras – a substituição das condutas da água e os novos calcetamentos destas ruas – dependem da Câmara Municipal.
Todavia, a Junta de Freguesia está a propor à Câmara a celebração de um “protocolo” com o objectivo de ser a Junta de Freguesia a enquadrar os novos calcetamentos.
Espera-se que a Câmara concorde, e rapidamente assuma aquilo que muito lhe compete fazer. E que assim apoie decisivamente a Junta de Freguesia e a População de Vila Franca da Beira também nestas obras muito necessárias.
OUTROS CALCETAMENTOS
Dentro em breve vão ser calcetadas ( para já a expensas da Freguesia) algumas pequenas ruas e também o Pátio das Ameixoeiras.
Ainda assim, tem significado a área total a calcetar uma vez que se aproxima muito dos mil metros quadrados.
(Boletim de Informação da Junta de Freguesia de Vila Franca da Beira - Novembro de 2007)
3 de outubro de 2007
XVIII Torneio Ibérico em Futebol - Veteranos
XVIII Torneio Ibérico em Futebol - Veteranos - Vila Franca da Beira -
29 Setembro, 2007 - Campo das Carvalhas.
29 Setembro, 2007 - Campo das Carvalhas.
Este "slideshow" não admite cedilhas e acentos, nas legendas
Mais uma edição dos "Torneios Ibéricos" já tradicionais e famosos além e aquém fronteiras. Mais uma organização a cargo do Núcleo de Veteranos da UDV - União Desportiva e Tuna Vilafranquense.
Este ano, com a participação de uma poderosa equipa representativa dos Veteranos do "Deportivo" de Salamanca, e de uma equipa do IPO-Instituto Português de Oncologia, de Coimbra, para além da equipa "da casa".
Arbitragem à responsabilidade de um trio da freguesia de Seixo da Beira. É aquela isenção e aquele "fair-play" que também nos caracterizam...
Bom futebol, apesar de tudo...
Apesar da média das idades, e da propensão ainda existente em dois ou três dos "jogadores" para alguma picardia e para os remoques face aos Árbitros...
A equipa do "Deportivo" de Salamanca - composta por vários futebolistas que competiram nas principais divisões do futebol em Espanha - produziu bom futebol e foi imbatível sem sequer precisar de se esforçar ao máximo. E quando assim é...
De qualquer forma, também estiveram à altura das circunstâncias quer a equipa do IPO quer o Núcleo de Veteranos da UDV.
Resultados das três partidas de 45 minutos cada:
Este ano, com a participação de uma poderosa equipa representativa dos Veteranos do "Deportivo" de Salamanca, e de uma equipa do IPO-Instituto Português de Oncologia, de Coimbra, para além da equipa "da casa".
Arbitragem à responsabilidade de um trio da freguesia de Seixo da Beira. É aquela isenção e aquele "fair-play" que também nos caracterizam...
Bom futebol, apesar de tudo...
Apesar da média das idades, e da propensão ainda existente em dois ou três dos "jogadores" para alguma picardia e para os remoques face aos Árbitros...
A equipa do "Deportivo" de Salamanca - composta por vários futebolistas que competiram nas principais divisões do futebol em Espanha - produziu bom futebol e foi imbatível sem sequer precisar de se esforçar ao máximo. E quando assim é...
De qualquer forma, também estiveram à altura das circunstâncias quer a equipa do IPO quer o Núcleo de Veteranos da UDV.
Resultados das três partidas de 45 minutos cada:
Núcleo da UDV - 0 ---- I P O - 1
Deportivo de Salamanca - 3 - Núcleo da UDV - 0
I P O - 0 --- Deportivo de Salamanca - 1
Deportivo de Salamanca - 3 - Núcleo da UDV - 0
I P O - 0 --- Deportivo de Salamanca - 1
Portanto, vitória para o Deportivo de Salamanca neste "XVIII Torneio Ibérico".
Convívio gastronómico-cultural na Sede da UDV
E também como tem acontecido nos últimos catorze anos - desde 1994 - seguiu-se um "espectacular" convívio gastronómico-cultural preparado, servido e usufruido na Sede da UDV.
Então, uns cento e vinte convivas - pois mais gente se juntou aos componentes das quatro equipas, aqui incluindo a equipa de arbitragem -tiveram oportunidade para degustarem a carne do porco que teve a subida honra de ser "sacrificado" para esse efeito. Aliás, um luzidio bácoro criado com boas e naturais comidas ("lavages" ) ao longo de praticamente um ano, e tal como prescreve o grau de exigência da organização destes eventos, a cargo do Núcleo de Veteranos da UDV. Assim, confeccionados por cozinheiras "tradicionais" e expressamente contratadas para a ocasião, "chegaram, foram comidos e venceram":- o belo "caldo verde", mais um magnificamente saboroso "arroz do osso da suã", mais uns torresmos com batata, mais febras e costeletas assadas na brasa, mais pão caseiro, mais fruta, mais queijo de serra, mais vinho do (bom) Dão da Cooperativa local, mais aguardente de pêra. Um regalo ! A trazer até nós, e para dentro de nós, essa felicidade do mais natural convívio gastronómico. Conversas às dúzias. Risos e sorrisos por todos os rostos.
Depois, avançada a comezaina, foi altura para os "discursos" da ordem. Múltiplos agradecimentos, votos de firme amizade e de próximos festanças e também de mais ponta-pés na bola. Até à próxima até ao próximo ano.
O Núcleo de Veteranos da UDV salienta a colaboração das muitas Pessoas que se envolveram na preparação do evento.
Destaca os apoios da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital; da Junta de Freguesia de Vila Franca da Beira; da Caixa Agrícola de Oliveira do Hospital; da Direcção da UDV; e destaca os vários patrocínios que corresponderam.
O Núcleo de Veteranos da UDV agradece a vinda e a participação de todas e todos que, de alguma forma, se envolveram neste "XVIII Torneio Ibérico em Futebol - Veteranos".
É de todas e de todos o êxito alcançado e que prestigia Vila Franca da Beira !
Pel´ O Núcleo de Futebol - Veteranos da UDV
Jano
Então, uns cento e vinte convivas - pois mais gente se juntou aos componentes das quatro equipas, aqui incluindo a equipa de arbitragem -tiveram oportunidade para degustarem a carne do porco que teve a subida honra de ser "sacrificado" para esse efeito. Aliás, um luzidio bácoro criado com boas e naturais comidas ("lavages" ) ao longo de praticamente um ano, e tal como prescreve o grau de exigência da organização destes eventos, a cargo do Núcleo de Veteranos da UDV. Assim, confeccionados por cozinheiras "tradicionais" e expressamente contratadas para a ocasião, "chegaram, foram comidos e venceram":- o belo "caldo verde", mais um magnificamente saboroso "arroz do osso da suã", mais uns torresmos com batata, mais febras e costeletas assadas na brasa, mais pão caseiro, mais fruta, mais queijo de serra, mais vinho do (bom) Dão da Cooperativa local, mais aguardente de pêra. Um regalo ! A trazer até nós, e para dentro de nós, essa felicidade do mais natural convívio gastronómico. Conversas às dúzias. Risos e sorrisos por todos os rostos.
Depois, avançada a comezaina, foi altura para os "discursos" da ordem. Múltiplos agradecimentos, votos de firme amizade e de próximos festanças e também de mais ponta-pés na bola. Até à próxima até ao próximo ano.
O Núcleo de Veteranos da UDV salienta a colaboração das muitas Pessoas que se envolveram na preparação do evento.
Destaca os apoios da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital; da Junta de Freguesia de Vila Franca da Beira; da Caixa Agrícola de Oliveira do Hospital; da Direcção da UDV; e destaca os vários patrocínios que corresponderam.
O Núcleo de Veteranos da UDV agradece a vinda e a participação de todas e todos que, de alguma forma, se envolveram neste "XVIII Torneio Ibérico em Futebol - Veteranos".
É de todas e de todos o êxito alcançado e que prestigia Vila Franca da Beira !
Pel´ O Núcleo de Futebol - Veteranos da UDV
Jano
21 de setembro de 2007
14 de setembro de 2007
NÚCLEO DE VETERANOS DA UDV
Em Salamanca, Sábado, 15 Setembro, 2007
O Núcleo de Veteranos da UDV vai a Salamanca - Sábado, 15 Setembro para aí disputar um "amistoso" em Futebol - Veteranos com uma equipa congénere da região de Salamanca.
Trata-se de mais um convívio gastronómico- futebolístico com "nuestros hermanos". E a 29 de Setembro, desta vez em Vila Franca da Beira, lugar ao "XVIII Torneio Ibérico em Futebol Veteranos" entre as equipas do Núcleo de Veteranos da UDV, a congénere de Salamanca e uma equipa do IPO de Coimbra.
Início deste Torneio para as 15 horas no "Estádio das Carvalhas" em Vila Franca da Beira, no Sábado, 29 de Setembro, 2007. (Ver cartaz, acima)
Trata-se de mais um convívio gastronómico- futebolístico com "nuestros hermanos". E a 29 de Setembro, desta vez em Vila Franca da Beira, lugar ao "XVIII Torneio Ibérico em Futebol Veteranos" entre as equipas do Núcleo de Veteranos da UDV, a congénere de Salamanca e uma equipa do IPO de Coimbra.
Início deste Torneio para as 15 horas no "Estádio das Carvalhas" em Vila Franca da Beira, no Sábado, 29 de Setembro, 2007. (Ver cartaz, acima)
Pel´ O Núcleo de Veteranos da UDV Jano
18 de agosto de 2007
Junta de Freguesia de Vila Franca da Beira - Passeio Anual

Excursão / Passeio Anual
Junta de Freguesia de Vila Franca da Beira
Sábado, 22 de Setembro de 2007 “Na Rota do Douro e do Vinho do Porto”
Itinerário:
7 H 00 – Saída de Vila Franca da Beira ( Da Paragem dos Autocarros)
9H30 // 11 h 30 – Peso da Régua – Visita à Casa do Douro
12h.00 – Almoço – Restaurante “Varandas da Régua”
Seguido de visita a Miradouro sobre o Rio Douro.
15H30 – Vila Nova de Gaia – visita às Caves da Real Companhia Velha
18H00 – Aveiro – Passeio de Barco na Ria de Aveiro
19H00 – Merenda // Jantar de Farnel (a cargo dos Excursionistas)
( 23H00 – Chegada prevista a Vila Franca da Beira)
Inscrições na Junta de Freguesia até 15 de Setembro. Preço, inscrição por pessoa = € 20,00
Nota: Até fim do mês de Agosto, a prioridade na inscrição é para Reformados… Depois, é para toda a gente… até completar os 50 lugares do Autocarro.
Vila Franca da Beira, 12 de Agosto 2007
Pel’ A Junta de Freguesia
O Presidente
(João Dinis)
Pel’ A Junta de Freguesia
O Presidente
(João Dinis)
17 de agosto de 2007
15 de agosto de 2007
14 de agosto de 2007
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