"Para os eleitos da CDU no distrito de Coimbra o maior problema do poder local reside nas verbas que o Orçamento de Estado lhe reserva.
Os presidentes das juntas de freguesia, eleitos pela CDU, no distrito de Coimbra - Cernache, Castelo Viegas, Ameal, São João do Campo, Torres de Mondego, Vila Franca da Beira, Meruge, Oliveira do Mondego - estão unidos na luta contra a extinção e aglomeração de freguesias..."
Notícia publicada no " Correio da Beira_Serra ", em: 27.10.2011
Para ver notícia completa ----> CLICK AQUI !
27 de outubro de 2011
26 de outubro de 2011
24 de outubro de 2011
Alexandrino opõe-se à extinção e defende “unidades de freguesias”
"Correio da Beira Serra " - SEGUNDA, 24 OUTUBRO 2011 11:09 LILIANA LOPES ÚLTIMA HORA
Ver notícia completa no "Correio da Beira Serra " - click aqui !
O presidente da Câmara vai propor ao governo a criação de “unidades de freguesias” semelhantes às comunidades intermunicipais.
“Unidade de freguesias da Cordinha” e “Unidade de freguesias do Vale do Alva”, foram dois exemplos apresentados pelo presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital como forma de evitar a anunciada extinção de freguesias defendida pelo atual governo.
Conhecido opositor da extinção de freguesias, José Carlos Alexandrino anunciou, assim, a proposta que espera apresentar ao governo para que as freguesias continuem “a manter a sua identidade”, passando a estar envolvidas num “modelo semelhante às comunidades intermunicipais”...
Ver notícia completa no "Correio da Beira Serra " - click aqui !
23 de outubro de 2011
22 de outubro de 2011
Posição da Assembleia de Freguesia de Vila Franca da Beira na defesa da continuação da existência da Freguesia - 22.10.2011
Ver texto abaixo, da posição hoje assumida em sessão extraordinária da Assembleia de Freguesia de Vila Franca da Beira.
Foi ainda aprovada a formação de uma Comissão de Vilafranquenses para defesa da Freguesia sendo que será constituída por representantes da Junta, da Assembleia de Freguesia e de outros Vilafranquenses.
O Presidente da Junta de Freguesia ficou mandatado para completar a composição dessa Comissão.
O Presidente da Junta de Freguesia ficou mandatado para completar a composição dessa Comissão.
19 de outubro de 2011
António Lopes distinguido pela LBP
" O empresário e presidente da Assembleia Municipal de Oliveira do Hospital, António Lopes, vai receber no próximo dia 18 de Dezembro, a segunda condecoração mais importante da Liga dos Bombeiros Portugueses. António Lopes recebe a Fénix de honra da Liga pela ajuda que tem dado aos bombeiros com a entrega de 11 viaturas a oito corporações de sete concelhos do país...."
16 de outubro de 2011
Uma Mensagem de Manuel D. Esteves “Cardoso"
Olá. Amigos Vilafranquenses,
Visite a página de Vila Franca da Beira na Internet.
Você ou sua Família poderão estar numa das reportagens publicadas.
Nova publicação feita dia 16-10-2011.
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Clique na nossa página.
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Com as últimas actualizações, poderá encontrar também no YOUTUBE, actuações do Vilafranquense Carlos Lameira "Sacristão". Veja em :
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Um abraço.
Manuel D. Esteves “Cardoso.”
Rio de Janeiro - Brasil
14 de outubro de 2011
Queijaria Lameiras - Medalha de Mérito Municipal
Paula Lameiras da Queijaria Lameiras de Vila Franca da Beira, a receber a "Medalha de Mérito Municipal", nas Comemorações do Feriado Minicipal de Oliveira do Hospital 2011
12 de outubro de 2011
Autarca de Vila Franca da Beira entregou à Câmara abaixo assinado contra extinção da freguesia
"O documento com mais de 250 assinaturas também foi subscrito pelo presidente da Câmara Municipal. O vereador do PSD criticou o “populismo”.
“Vila Franca da Beira é freguesia e assim quer continuar a ser” é o mote do abaixo assinado que, ontem, entrou na Câmara Municipal de Oliveira do Hospital em jeito de protesto à anunciada extinção e aglomeração de freguesias..."
Ver notícia completa em "Correio da Beira Serra":
http://www.correiodabeiraserra.com/index.php?option=com_content&view=article&id=4305:autarca-de-vila-franca-da-beira-entregou-a-camara-abaixo-assinado-contra-extincao-da-freguesia-&catid=53&Itemid=110
7 de outubro de 2011
Renato Nunes vence Concurso Literário “Manuel Cid Teles” - Outubro 2011
" No âmbito do programa das comemorações do centenário de Manuel Cid Teles, no qual, ao longo de 2011, o município de Oliveira do Hospital tem levando a cabo inúmeras atividades evocativas da sua obra, foi lançado o Concurso Literário “Manuel Cid Teles”, o qual encerrou hoje, dia 7 de outubro, com a divulgação do vencedor.
Num concurso cujo pressuposto principal era a produção de um texto dramático baseado na obra de Manuel Cid Teles, foram recebidos trabalhos oriundos dos concelhos de Oliveira do Hospital, Cascais e Seixal. O júri, constituído por um elemento representante da Câmara Municipal, dois docentes de Língua Portuguesa, um autor/escritor e um encenador, avaliou os textos dramáticos a concurso, tendo decidido atribuir apenas um prémio.
Considerada pelo júri como “excelente”, o primeiro prémio foi para “Cid Teles: memórias de uma viagem (quase) em discurso directo”, da autoria de Renato Nunes, jovem licenciado em História de 31 anos de idade, natural de Vila Franca da Beira, o qual concorreu sob o pseudónimo de Fernando Alva. A entrega do prémio, no valor de € 500.00, decorreu esta manhã durante a sessão solene que assinalou o Feriado Municipal de Oliveira do Hospital."
in: "Rádio Boa Nova " 7.10.2011 -
4 de outubro de 2011
29 de setembro de 2011
20 de setembro de 2011
16 de setembro de 2011
12 de setembro de 2011
Vila Franca da Beira - também de Parabéns !
Queijo Serra da Estrela, Maravilha da Gastronomia
"O Queijo Serra da Estrela ficou entre as 7 Maravilhas da Gastronomia, uma revelação feita num grandioso espectáculo, realizado no passado sábado em Santarém..."
Ver notícia completa em: http://www.radioboanova.com/
31 de agosto de 2011
18 de agosto de 2011
Passeata a Quatro Sentidos
PASSEATA A QUATRO SENTIDOS
(Passeata ao Luar - Vila Franca da Beira - 16 de Julho de 2011)
A caminhada era longa, longa de mais talvez, para umas pernas sexagenárias, já doridas, não habituadas a grandes esforços e assentes sobre tornozelos inchados.
No trajecto para o ponto de encontro ouvi vozes prudentes desaconselhar a minha participação. Quase voltei para casa, quase me resignei a passar um serão igual a tantos outros, como se tivesse de me esconder ou merecesse castigo por causa das minhas limitações. Quase. A renúncia era dolorosa. Lá se ia o contacto com a natureza que tanto aprecio, o movimento de que preciso, o convívio social que recreia o espírito! Ao contemplar tanta coisa que deixava fugir, uma parte de mim rebelou-se. Porque é que tudo há-de ser complicado comigo? Quem é que complica? Não! Perder, sem luta, aquela oportunidade que eu sabia não voltar a ter tão depressa, seria indigno de uma taurina que tem vivido a enfrentar desafios. Ora essa: Também sou um ser humano, também tenho direito a uns momentos de felicidade.
Quando cheguei disse ao meu primo que tinha medo de não aguentar, que só iria se tivesse transporte assegurado na hora da rendição. Não queria de modo algum ser um estorvo para os outros caminheiros.
“Que estorvo?””, replicou ele. “Agora vais. Vais a pé para lá, («lá», era a aldeia abandonada do Vieiro), e voltas de carro”.
Estava dito. Que força nos dá sentir que alguém acredita em nós! Obrigada, primo, pelo ânimo que me deste. Fizeste-me puxar pelos meus brios. A parceira que me arranjaste e eu fazíamos um par jeitoso, não fazíamos?
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Percebi que havia muita gente. 80 inscrições para a caminhada, informaram-me mais tarde. O luar, esse é que nos fez a desfeita de faltar. Caprichos lunares, paciência. Fomos com lanternas mesmo.
Pouco depois da partida passámos ao lado da minha casa. Mas nesse momento, desistir já estava fora de questão!
“Vamos a passar na Madroa… No Valtinhoso”, iam dizendo os conhecedores daquelas pedras outrora palpitantes de seiva. Nomes que evocavam a minha infância, os donos que então cultivavam aquelas terras,… terras que nesse instante deixaram de ser meros nomes sem vida, para se me revelarem no acidentado do terreno, no cheiro puro da noite estival que eu inspirava fundo e me deleitava a alma, no silêncio recatado da natureza adormecida, nos sons distantes de insectos notívagos que a quietude circundante nos deixava ouvir.
Aqui uma descida. “Cuidado! Ai que ainda vou parar ao carro dos bombeiros…”, pensei uma ou outra vez. E apoiava-me então mais na bengala frágil. Verdade seja que levava a bengala por levar, como algo que faz parte de mim, sem pensar para que ela me serviria. Ali uma subida. “Ufa, isto cansa!”O meu rosto começava a ficar afogueado. Água! Se ao menos tivesse levado uma garrafita… E lembrar-me? A Cris! Que pena ela não estar ali para me avisar! De certa forma, aquilo também era uma aula de Educação Física. Bem puxada, por sinal.
De súbito ouvi o ronco de uma viatura próxima. Sobressaltei-me. Estava a ficar para trás! Na ânsia de sacudir o desconforto arranjei energia para dar uns passos de corrida. Depois, incitada pelo elogio rasgado de um
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observador, diverti-me a repetir a façanha de quando em vez, esquecida da sede e da idade. A minha parceira acompanhava e ria.
Mas ai! Um adversário sorrateiro, inesperado e impiedoso veio estragar-me a festa, mostrando-me implacavelmente que sempre tudo tem um fim: entraram-me grãos de terra nas sapatilhas duras. E como me magoavam os pés! “Paramos para os tirar”, sugeriu a minha parceira, solidária.
Impossível. Iríamos atrasar-nos. Imaginei muita gente a olhar para mim com ar de enfado ou de comiseração. Que desagradável! A minha vitória era resistir até poder; queria ir até à meta traçada pelo meu primo, que diziam estar perto. Mas o perto fazia-se longe, infindavelmente longe para a resistência que me restava. As pernas fraquejavam, as faces ardiam.
Então, uma curta paragem na capela da Senhora das Necessidades a fim de juntar o grupo disperso ofereceu-se-me providencialmente como o momento certo de reconhecer e aceitar os meus limites. A minha vitória era então desistir, saber sair de cena com dignidade. Continuasse quem pudesse. Eu não. Eu ia descansar para o automóvel, só uma leve tristeza por morrer quase na praia. Uma tristeza irracional, pois de facto tinha excedido as minhas próprias expectativas. Nem queria crer que tivesse andado quatro quilómetros.
No conforto do carro com o condutor e a esposa, que apesar de nos conhecermos só nessa noite me receberam fraternalmente, julguei-me em total segurança. Por feliz coincidência, até uma garrafa de água lá tinham, metade da qual sorvi com avidez. Recostei-me. Dali em diante tudo rolaria sobre rodas, supus. Sobre rodas, sim; mas quanto a rolar… De solavanco
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em solavanco, desfazia-se nas respectivas sacudidelas o meu doce e ledo engano. O veículo seguia penosamente aquele caminho humilhante de terra batida que nem o condutor conhecia. Já cheirava a queimado. Depois perdemo-nos. Estava iminente uma inversão de marcha, e a visibilidade era reduzida. A senhora teve de sair do carro para orientar a manobra. Comecei a recear secretamente que a brincadeira ainda acabasse mal., Felizmente tudo não passou de um breve susto.
Vieiro à vista. Respirei de alívio. Os caminheiros já lá estavam, em alegre convívio, degustando a merecida recompensa: frango de churrasco, chouriça assada, broa de milho, vinho e sumos.
Terminado o abastecimento, faltava atacar o regresso ao ponto de encontro inicial. O percurso escolhido era mais curto, contudo mais acidentado, ao que me dizem. A mim não me custou nada: tive enfim direito à a viagem tranquila por que ansiávamos.
Desta vez esperámos no Edifício da União Desportiva Vilafranquense pelos esforçados caminheiros. Apesar de a noite já ir longa e das horas em cima das pernas, ou talvez por isso mesmo, ainda sobrou a alguns deles vontade de comer queijo, requeijão ou bolo, regados com café ou chá. ainda houve energia para fazer o gosto à voz num coro improvisado que nem se saiu mal de todo, e até de dar um pé de dança para acabar em beleza. O único seriamente lesionado viria a ser o carro que me transportou. Ali sem se poder mexer, coxo de uma pata, fez-me lembrar um herói ferido mas feliz pela missão cumprida.
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O sino da torre da capela batia as três horas quando entrei em casa. Para a minha história fica esta noite até agora única, marcada pela sensação revigorante de contentamento comigo mesma, e por três esfoladelas no tornozelo esquerdo que demoraram duas semanas a cicatrizar, mas que nem doeram realmente. Pois é. Quem corre por gosto, mesmo que se canse, não se queixa.
Texto da autoria de Ana Maria Almeida Fontes - 8/8/2011
6 de agosto de 2011
5 de agosto de 2011
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